Mais um estranho fato pra vocês acentuarem a grande duvida de será que eles estão entre nós ou já estiveram aqui!
O Misterioso Objeto Afundado no Mar Báltico
Um objeto com pouco mais de 18 metros de diâmetro foi descoberto no fundo do mar Báltico por um time sueco de exploradores de oceano usando um sonar. Agora, o mesmo time conseguiu chegar perto dele e tirar algumas fotos. De acordo com o mergulhador Stefan Hogeborn, é diferente de qualquer coisa que ele já tenha visto:
Relato:
"Durante a minha carreira de 20 anos composta por 6 mil mergulhos, eu jamais vi algo parecido com isso. Normalmente pedras não queimam. Não consigo explicar o que nós vimos e eu fui lá para encontrar respostas, mas voltei com ainda mais perguntas."
De início, os mergulhadores pensaram que o disco fosse um tipo de penhasco rochoso. Mas observações mais próximas revelaram algo diferente:
Relato:"O objeto parecia mais com um cogumelo gigante, medindo 3~4 metros a partir do solo, com laterais laterais curvadas e bordas ásperas. O objeto tinha um buraco em formato de ovo que leva para dentro a partir do topo, como uma abertura.
No topo do objeto eles também encontraram estranhas formações circulares de pedra, quase como pequenas lareiras. As pedras estavam cobertas com algo que lembrava fuligem."

Os mergulhadores dizem que há um longo caminho de 300 metros que pode ser descrito como "uma pista de fuga ou ladeira meio achatada no leito do mar com o tal objeto no fim da linha."
Peter Lindberg, um dos fundadores do time sueco Ocean X, sempre deixou claro que eles não estão dizendo que se trata de uma nave espacial de qualquer espécie. Entretanto, eles não sabem do que se trata:
Relato:
"Primeiro pensamos que se tratava só de uma pedra, mas isso é algo mais. E como jamais constataram atividade vulcânica no Mar Báltico, a descoberta ficou ainda mais esquisita. Como leigos, podemos apenas especular como isso poderia ter sido feito pela natureza, mas mas é a coisa mais estranha que nós já presenciamos como mergulhadores profissionais."
 Em 1997 eles encontraram o navio Jönköping, que estava carregado com 2500 garrafas de um incrível champanhe: Heidsieck&Co Monopole 1907 "Gout Americain" dedicado à Frota Imperial Russa. Eles venderam aquelas garrafas por US$ 13 mil cada.
O estranho disco foi encontrado em 19 de junho de 2011, a quase 90 metros abaixo da superfície do Golfo de Betina, que fica em algum lugar entre a Finlândia e a Suécia no Báltico. Pelas imagens, parece ser uma pedra com a superfície extremamente lisa.
O formato talvez o lembre a Millennium Falcon e os registros parecem sugerir que o objeto destruiu parte do fundo do oceano em seu caminho até a posição atual. Mas isso poderia ser qualquer coisa, incluindo uma formação geológica ou, como Lindberg disse na época da descoberta, alguma descoberta arqueológica, uma nova Stonehenge. Mas essas explicações não fazem muito sentido.
Lindberg e seu time ainda estão no local, explorando-o e tentando conseguir uma resposta definitiva para o que é aquilo e o que aconteceu.

O Misterioso Objeto Afundado no Mar Báltico

Pedra Negra de CaabaO Islamismo é, atualmente, a maior religião do mundo, e nos anos 2000 passou o número de fiéis do Cristianismo (juntando católicos e protestantes). Nos dias de hoje também é a religião que mais cresce em todo o planeta, seja através de nascimentos de fiéis em famílias islamitas, seja através de novas conversões – principalmente no mundo ocidental. Portanto é cada vez maior a curiosidade das pessoas em relação às crenças do Islamismo e naquilo que faz parte do mundo teológico deles.

Pedra Negra De Caaba

O Pássaro de Saqqara
O Pássaro de Saqqara é uma figura de um pequeno pássaro, descoberta em 1898, durante as escavações de uma tumba localizada em Saqqara, no Egito. Após a descoberta que foi quase considerada notável e jogado em uma caixa "pássaro de madeira." O artefato é datado de 200 a.C. A peça é feito de madeira de sicômoro e tem um comprimento de 14.2 cm , com uma envergadura de 18.3 cm e um peso com cerca de 40g.

Ele possui um bico, sem buracos para penas, e um olho, e foi pintado para se assemelhar a um falcão sem imagens claras e escultura de penas nas asas. O artefato é uma suposta prova de que os antigos egípcios tinham alguma noção de aviação.

O Pássaro de SaqqaraApós a invenção do voo, em 1903, muitos anos depois, em 1963 a ave foi redescoberta por um egiptólogo, o Dr. Khalil Messiha, que atestou que o artefato não representava um pássaro, e sim um modelo de aeroplano, cujo original supostamente ainda estaria presente em Saqqara. Alguns testes foram feitos com modelos em escala maior, e comprovaram a teoria de Khalil, pois ele se comportou exatamente como um planador.

A discussão é se o pássaro de Saqqara é de fato zoomórfico ou uma evidência do potencial que os antigos tinham e ou exercidos voo moderna. Essa ideia é apoiada por "máquinas voadoras" adicionais, possivelmente zoomórficas, encontradas na América do Sul e datadas de 500-800 a.C., que mostravam qualidades aerodinâmicas semelhantes as do Pássaro de Saqqara. Sendo realista, é bem provável que esse artefato não passe de um brinquedo, mas pensar que as antigas civilizações possuíam conhecimentos sobre aviação é fantástico.

O Pássaro de Saqqara encontra-se nos dias de hoje exposto no Museu do Cairo, no Egito.

O Pássaro de Saqqara

A chamada máquina de Anticítera é um artefato que acredita-se tratar de um antigo mecanismo para auxílio à navegação.  O mecanismo original está exposto na coleção de bronze do Museu Arqueológico Nacional de Atenas, acompanhado de uma réplica. Outra réplica está exposta no Museu Americano do Computador em Bozeman (Montana), nos Estados Unidos da América.

O Mecanismo AnticíteraOs restos do artefato foram resgatados em 1901, juntamente com várias estátuas e outros objetos, por mergulhadores, à profundidade de aproximadamente 43 metros na costa da ilha grega de Anticítera, entre a ilha de Citera e a de Creta. Datado de 87 a.C., em 17 de maio de 1902, o arqueólogo Spyridon Stais notou que uma das peças de pedra possuía uma roda de engrenagem. Quando o aparelho foi resgatado estava muito corroído e incrustado. Depois de quase dois mil anos, parecia uma pedra esverdeada. Visto que de início as estátuas eram o motivo de todo o entusiasmo, o artefato misterioso não recebeu muita atenção.

O mecanismo foi examinado em 1902, e estava em vários pedaços. Havia rodas denteadas de diferentes tamanhos com dentes triangulares cortados de forma precisa. O artefato parecia um relógio, mas isso era pouco provável porque se acreditava que relógios mecânicos só passaram a ser usados amplamente muito mais tarde.

Em 1958 o mecanismo foi analisado por Derek J. de Solla Price, um físico que mudou de ramo e tornou-se professor de História na Universidade de Yale. Ele chegou a acreditar que o aparelho era capaz de indicar eventos astronômicos passados ou futuros, como a próxima lua cheia. Percebeu que as inscrições no mostrador se referiam a divisões do calendário - dias, meses e signos do zodíaco. Supôs que deveria haver ponteiros que girassem para indicar as posições dos corpos celestes em períodos diferentes. O professor Price deduziu que a roda denteada maior representava o movimento do Sol e que uma volta correspondia a um ano solar, equivalente a 19 anos terrestres. Se outra engrenagem, conectada à primeira, representava o movimento da Lua, daí a proporção entre o número de dentes nas duas rodas deveria refletir o conceito dos gregos antigos sobre as órbitas lunares.

Em junho de 1959, o professor Price publicou um artigo sobre o mecanismo na Scientific American enquanto o mecanismo estava apenas sendo inspecionado.
Em 1971, o professor Price submeteu o mecanismo a uma análise com o auxílio de raios gama. Os resultados confirmaram as suas teorias de que o aparelho era um calculador astronômico altamente complexo. Ele fez um desenho de como achava que o mecanismo funcionava e publicou suas descobertas em 1974. Escreveu:
"Não existe nenhum instrumento como este em lugar nenhum... De tudo que sabemos sobre a ciência e tecnologia na era helenística. deveríamos ter chegado à conclusão de que um instrumento assim não poderia existir." 

Na ocasião, Price afirmou que o aparelho teria sido construído por Geminus de Rhodes, um astrônomo grego, mas a sua conclusão não foi aceita pelos especialistas à época, que acreditavam que, embora os antigos gregos tivessem o conhecimento para tal máquina, não tinham a habilidade prática e científica necessária para construí-la. Os dados obtidos pela máquina são muito semelhantes aos descritos nos manuscritos de Galileu Galilei e as semelhanças vão além da coincidência, levando a crer que Galileu valeu-se de tal máquina em suas pesquisas.

Em 1996 o físico italiano Lucio Russo, professor na Universidade de Roma Tor Vergata, publicou um artigo acrescentando novas luzes à questão. O artigo foi traduzido e publicado em língua inglesa em 2004 sob o título de "The Forgotten Revolution: How Science Was Born in 300 BC and Why it Had to Be Reborn".

A partir de setembro de 2005, a fabricante estadunidense de computadores Hewlett-Packard contribuiu para a pesquisa disponibilizando um sistema de reprodução de imagens, tomógrafo digital, que facilitou a leitura de textos, que haviam se tornado ininteligíveis devido à passagem do tempo.

Essas pesquisas permitiram uma visão melhor do funcionamento do mecanismo. Quando o usuário girava o botão, as engrenagens de pelo menos 30 rodas denteadas ativavam três mostradores nos dois lados do aparelho. Isso permitia que o usuário previsse ciclos astronômicos - incluindo eclipses - em relação ao ciclo de quatro anos dos Jogos Olímpicos e outros jogos pan-helênicos. Esses jogos eram comumente usados como base para a cronologia.

Essas informações eram importantes pois para os povos da Antiguidade o Sol e a Lua eram a base para os calendários agrícolas, além do que os navegadores se orientavam pelas estrelas. Os fenômenos astronômicos influenciavam todas as instituições sociais gregas.

"Para os babilônios antigos, prever eclipses era muito importante, visto que esses fenômenos eram considerados presságios ruins", escreveu Martin Allen, do Projeto de Pesquisa do Mecanismo de Anticítera. "De fato, o mecanismo poderia ser encarado como uma ferramenta política, permitindo que governantes exercessem domínio sobre seus súditos. Foi sugerido que um dos motivos de sabermos tão pouco sobre mecanismos desse tipo é que eles eram mantidos em sigilo por militares e políticos." 

O artefato prova que a antiga astronomia e matemática gregas, originadas em grande parte na longa tradição babilônica, eram bem mais avançadas do que até então se imaginava. A revista Nature referiu-o assim: "O antigo mecanismo de Anticítera não apenas desafia nossas suposições sobre o progresso da tecnologia ao longo das eras - ele nos dá novos esclarecimentos sobre a própria História.".

O mecanismo de Anticítera não poderia ser o único mecanismo desse tipo. "Não há nenhuma evidência de quaisquer erros", escreveu Martin Allen. "Todas as características mecânicas têm uma função. Não há nenhum furo extra ou vestígios de metal que sugiram modificações feitas pelo fabricante durante o processo de construção do mecanismo. Isso leva à conclusão de que ele deve ter fabricado vários modelos".

Pesquisas mais recentes revelam que o mostrador que indicava os eclipses continha o nome dos meses. Esses nomes são de origem coríntia. A revista Naturedeclarou: "As colônias coríntias do noroeste da Grécia ou de Siracusa, na Sicília, são as mais prováveis - a segunda indicando um patrimônio que remonta os dias de Arquimedes."

Esquema da máquina de Anticítera.

Aparelhos similares não foram encontrados porque "O bronze é um produto valioso e altamente reciclável", escreveu Allen. "Em resultado disso, antigos achados de bronze são muito raros. Na verdade, muitos deles foram descobertos debaixo da água, onde não eram acessíveis aos que talvez fossem reutilizá-los". "Nós só temos esse [exemplar]", diz um pesquisador, "porque estava fora do alcance de sucateiros".

Foi atribuído a Arquimedes a construção desse aparelho. Sua serventia vai além de guiar naus. Esse aparelho é precioso em calcular a orbita lunar, solar, mais as órbitas de cinco planetas ao redor da terra, além de ser capaz de prever eclipses lunares e solares por séculos a frente. Sua precisão é espantosa visto que foi produzido por mãos humanas. Chegou a ser considerado uma máquina de previsão do futuro.

A Grécia não só é o berço da civilização ocidental como também pode ser considerada o berço da tecnologia ocidental sendo esse aparelho o primeiro computador feito pelo homem.

Em dezembro de 2006, o astrônomo grego Xenofondas Musas, diretor do departamento de Física e Astronomia da Universidade de Atenas, anunciou durante a sua apresentação, em Atenas, que cientistas gregos e estrangeiros haviam decifrado o enigma sobre o maquinismo de Anticítera. Chegou-se à conclusão de que o artefato é um tipo de computador e um aparelho para a astronomia.

Entre as novas descobertas, está a de que os povos antigos faziam referências a locais como Alexandria e a Espanha. O artefato de Anticítera podia realizar cálculos de astronomia e determinar a posição dos planetas desde o século I a.C., data que se estima para a sua construção. Os cientistas concordaram que se trata de uma evolução do planetário construído por Arquimedes e das construções megalíticas de Stonehenge, na Inglaterra.

Intensamente estudado entre o final da década de 1950 e o início da década de 1970, o mecanismo é composto por 27 engrenagens de bronze, feitas a mão, e organizadas de modo a representar mecanicamente a órbita da Lua, de outros planetas do Sistema Solar e do próprio Sol. Primitivamente teria sido protegido por uma caixa ou moldura de madeira, constituindo-se no mais antigo computador analógico hoje conhecido.

O artefato é notável porque já empregava, no século I a.C., uma engrenagem diferencial, que se acreditava ter sido inventada apenas no século XVI, e pelo nível de miniaturização e complexidade de suas partes, comparável às de um relógio feito no século XVIII.

O Mecanismo Anticítera

O chamado Disco Genético é um artefato descoberto nas proximidades da cidade de Bogotá, Colômbia pelo arqueólogo Jaime Gutierrez-Lega e tem sido alvo de curiosidade, assim como um mistério para a ciência moderna desde a sua descoberta. O disco retrata homens e mulheres sexualmente, e em suas bordas exteriores exibe a progressão da vida, desde a gestação até a infância. Ele é considerado um dos achados mais interessantes dentre os Ooparts ("Objetos Fora de Lugar" - termo aplicado a quaisquer artefatos que não podem ser classificados em qualquer sistema conhecido da cultura. Eles também costumam exibir tecnologia científica que excedem em muito o que teria existido no momento em que o artefato é datado).

O disco foi feito com lydite, uma pedra com uma dureza similar à do granito, porém de estrutura tão frágil quanto uma folha, tornando impossível reproduzir esse disco utilizando o mesmo material, apesar de nossa tecnologia atual. O disco mede cerca de 27 centímetros de diâmetro e pesa 2 quilos.  Quanto à datação da pedra, mesmo não sendo possível atribuir-lhe um período histórico preciso, parece ter sido manufaturada aproximadamente 6000 anos atrás. No entanto, esse disco não se encaixa em qualquer cultura pré-colombiana existente.

A Simbologia do Disco

Os símbolos gravados no disco são separados por listras verticais individuais, e representam várias coisas que normalmente só podem ser visualizadas com o auxílio de um microscópio.


O Disco Genético
Em um lado do disco , temos, na parte superior, várias representações de fetos em tamanhos e idades diferentes, terminando com o que parece ser uma criança pequena. Na parte de baixo podemos ver o que parece representar um homem e uma mulher. No lado direito, pode-se ver a representação de um homem, uma mulher e uma criança. Estranho porém  é a forma como as cabeças humanóides são representadas.

O outro lado do disco genético  mostra cenas de uma divisão celular. Pesquisadores foram claramente capazes de reconhecer as diferentes fases da gestação humana no disco. Muito significante são os olhos distantes e o nariz largo do zigoto. Esta é uma característica da estrutura embrionária da cabeça.

O Disco Genético
No lado esquerdo da imagem, podemos ver um óvulo fecundado e outro não fecundado. No lado direito, podemos observar a representação de alguns espermatozóides. No disco existem ainda várias representações muito estranhas que não podemos explicar.

Hoje o disco se encontra no Museu de Ciências Naturais de Viena, na Áustria, sendo analisado ​​pelo Dr. Vera M.F. Hammer e ainda possui muitos enigmas para serem resolvidos.

O Disco Genético

 O Código de Hamurabi (também escrito Hamurábi ou Hammurabi) é um dos mais antigos conjuntos de leis escritas já encontrados, e um dos exemplos mais bem preservados deste tipo de documento da antiga Mesopotâmia. Segundo os cálculos, estima-se que tenha sido elaborado pelo rei Hamurábi por volta de 1700 a.C. Foi encontrado por uma expedição francesa em 1901 na região da antiga Mesopotâmia correspondente a cidade de Susa, atual Irã.

É um monumento monolítico talhado em rocha de diorito, sobre o qual se dispõem 46 colunas de escrita cuneiforme acádica, com 282 leis em 3600 linhas. A numeração vai até 282, mas a cláusula 13 foi excluída por superstições da época. As leis dispõem sobre regras e punições para eventos da vida cotidiana. Tinha como objetivo principal unificar o reino através de um código de leis comuns. Para isso, Hamurabi mandou espalhar cópias deste código em várias regiões do reino. A peça tem 2,25 m de altura, 1,50 metro de circunferência na parte superior e 1,90 na base.

As leis apresentam punições para o não cumprimento das regras estabelecidas em várias áreas. As punições ocorriam de acordo com a posição que a pessoa criminosa ocupava na hierarquia social.

O código é baseado na antiga Lei de talião, “olho por olho, dente por dente”. Logo, para cada ato fora da lei haveria uma punição, que acreditavam ser proporcional ao crime cometido. A pena de morte é a punição mais comum nas leis do código. Não havia a possibilidade de desculpas ou de desconhecimento das leis.

A sociedade era dividida em três classes, que também pesavam na aplicação do código:
Awilum: Homens livres, proprietários de terras, que não dependiam do palácio e do templo.
Muskênum: Camada intermediária, funcionários públicos, que tinham certas regalias no uso de terras.
Wardum: Escravos, que podiam ser comprados e vendidos até que conseguissem comprar sua liberdade.

Pontos principais do código de Hamurabi: 

*lei de talião (olho por olho, dente por dente) 
*falso testemunho 
*roubo e receptação 
*estupro 
*família 
*escravos 
*ajuda de fugitivos 

Exemplo de uma disposição contida no código:
Art. 25 § 227 - "Se um construtor edificou uma casa para um Awilum (homens livres, proprietários de terras), mas não reforçou seu trabalho, e a casa que construiu caiu e causou a morte do dono da casa, esse construtor será morto".

No seu epílogo, Hamurabi afirma que elaborou o conjunto de leis "para que o forte não prejudique o mais fraco, a fim de proteger as viúvas e os órfãos" e "para resolver todas as disputas e sanar quaisquer ofensas".

Durante as diferentes invasões da Babilônia, o código foi deslocado para a cidade de Susa (no Irã atual) por volta de 1200 a.C. Foi nessa cidade que ele foi descoberto, em dezembro de 1901, pela expedição dirigida por Jacques de Morgan. O abade Jean-Vincent Scheil traduziu a totalidade do código após o retorno a Paris, onde hoje ele pode ser admirado no Museu do Louvre, na sala 3 do Departamento de Antiguidades Orientais.

Durante o governo de Hamurabi, no primeiro império babilônico, organizou-se um dos mais conhecido sistema de leis escritas da antiguidade: O Código de Hamurábi. Outros códigos, (Código de Ur-Nammu), haviam surgido entre os sumérios que viveram entre 4.000 anos a.C. a 1900 a.C. na Mesopotâmia. No entanto, o Código de Hamurabi foi o que chegou até nós de forma mais completa - os sumérios viviam em pequenas comunidades autônomas, o que dificultou o conhecimento desses registros.

Hamurábi, ou “Khammu-rabi” em babilônico, foi o sexto rei da Suméria (região do atual Iraque) por volta de 1750 a.C. e também ele quem uniu os semitas e sumérios fundando o império babilônico.

O Código de Hamurábi ficava inicialmente no templo de Sippar (uma das cidades mais antigas da Mesopotâmia), sendo que diversas cópias suas foram distribuídas pelo reino de Hamurábi. No topo do monólito (monumento construído a partir de um só bloco de rocha) encontra-se uma representação de Hamurábi em frente ao deus sumeriano do sol Shamash.

Seu código tambem abrange matérias de ordem, civil, penal e administrativa como, por exemplo, o direito da mulher de escolher outro marido caso o seu seja feito prisioneiro de guerra e não tenha como prover a casa, ou a obrigação do homem de prover o sustento dos filhos mesmo que se separe de sua mulher.



O Código de Hamurabi

Nábrók (literalmente traduzido como "necro-calça" ou "calça da morte") é uma espécie de calça feita com a pele de um homem morto, e que de acordo com um antigo ritual de bruxaria islandês praticado no século XVII, é capaz de atrair um fluxo constante e ilimitado de dinheiro para quem a vestir.
Nábrók
O Ritual 

Para se confeccionar uma Nábrók, era necessário primeiro obter a permissão de uma pessoa para usar sua pele após a sua morte. Após a pessoa morrer e ser enterrada, ela era desenterrada e sua pele era esfolada tirando uma peça de pele inteira da cintura para baixo. Depois de curtida, a pele devia ser vestida ainda fresca para que ela grudasse ao corpo do usuário. Além disso, o usuário da necro-calça deveria ainda roubar uma moeda de uma viúva pobre durante uma festividade como o Natal, Páscoa ou Finados, e depositá-la no escroto da calça, juntamente com um símbolo mágico chamado Nábrókarstafur,  escrito em um pedaço de
papel, para assim garantir o efeito mágico do ritual.

Nábrók
O dono da necro-calça podia usá-la por toda a vida para usufruir de seus poderes, porém era proibido morrer vestindo a peça ou, do contrário, corria o risco de que seu corpo fosse imediatamente infestado por piolhos e de ter que vagar por toda a eternidade pela Terra. Assim, a necro-calça deveria ser passada de uma geração para a outra, mas, para que ela continuasse trazendo fortuna, o novo dono precisava vestir a perna direita antes que o antigo proprietário retirasse a perna esquerda da calça.

Nábrók

 A máscara Hannya é um tipo de máscara japonesa usada no teatro Nō. Ela é reconhecida pelo seu rosto , geralmente com chifres duplos e sua expressão de raiva. Ela é usada para representar os espíritos torturados de mulheres enganadas por seus maridos e não a demônios, ao contrário da opinião popular. As máscaras são usadas em peças como Aoi no Ue, Dojoji e Momijigari. Eles também se tornaram a inspiração para as  tatuagens conhecidas como uma tatuagem Hannya.

A Máscara HannyaO Nō é um tipo de teatro clássico japonês, que incorpora peças tradicionais, música e figurinos luxuosos. Essa forma de arte tem origem no Período Muromachi da história japonesa e é regulamentado pelo código Iemoto. Isso significa que a maioria das peças de Noh  vêm de uma lista de peças regulares e são executadas de acordo com as regras do código. Um desempenho típico Noh inclui entre dois e cinco peças. Cada peça é separada da seguinte por uma curta apresentação cômica conhecida como kyôgen.

Todos os atores de uma peça de teatro Nō são do sexo masculino e usam máscaras para representar cada caractere. Durante o período Muromachi, haviam cerca de 80 máscaras, mas até o final do século 20, haviam mais de 200 tipos. Estas máscaras são divididas em seis grandes categorias: idosos, velhos, homens, mulheres, demônios (kishin) e fantasmas / espíritos (onryo).

A máscara Hannya é um tipo de máscara onryo. Existem muitos tipos de máscaras onryo incluindo ayakeshi, yamamba e Yase-otoko. Enquanto máscaras onryo podem representar ambos os sexos, a máscara Hannya é apenas para personagens femininos que foram enganadas por seus entes queridos ou maridos. Hannya é considerada por muitos como a mais reconhecível das máscaras Nō.

Cada máscara Hannya é esculpida em um bloco de madeira ou é feita utilizando materiais como verniz, tecido, argila ou papel. O papel marché torna-se uma alternativa mais barata  as caras máscaras tradicionais para eventos, tais como atividades de ensino ou festas a fantasia. Artesãos que têm feito essas máscaras por gerações fazem a maioria das máscaras usadas em peças Nō. Isto significa que muitas máscaras hannya são passadas ​​de geração em geração, da mesma maneira como os atores herdam os nomes artísticos de seus antecessores ou mentores.

A máscara Hannya de madeira é esculpida primeiro ao sair do bloco de madeira de uma forma grosseira, e, em seguida, é esculpida com mais precisão. A máscara é projetada de modo que ela seja menor do que o rosto do ator, pois é considerado bom no Japão o queixo do ator ser visível. Uma vez que o artista está feliz com a forma, ele ou ela, em seguida, prepara o interior da máscara, primeiro queimando-a e, em seguida, rebocando-a. O artista, então, aplica camadas de tinta, polimento e extras, tais como pó de ouro na face da máscara.

Colocar uma máscara Hannya, como qualquer outra máscara Nō, é um ritual importante em si mesmo. A máscara é a última parte do traje a ser colocada. Uma vez que a vestiu, o ator entra em uma sala de espelhos, onde enfrenta a máscara. A máscara é então colocada no ator. Em japonês, isso significa usar o verbo que significa kakeru, "pendurar", o que implica que a colocação da máscara transforma o ator no personagem que ele está interpretando.


A Máscara Hannya

 O Martelo de Londres (também conhecido como Artefato de Londres) é um martelo de ferro, encrustado em uma massa sólida de rocha datada do período cretáceo (65-135 milhões de anos atrás). A alça do martelo é feita de madeira e é parcialmente petrificada. Foi descoberto próximo da cidade de Londres, no estado do Texas, EUA, entre 1934 e 1936 por Max Hahn (1897-1989) e sua esposa Emma Hahn. Eles caminhavam próximos à margem do rio Red Creek, localizado próximo à comunidade, quando eles encontraram uma rocha com um pedaço de madeira saindo dela. Quando a rocha foi quebrada por seu filho em 1947, revelou um martelo de ferro com um pedaço de cabo de madeira. O artefato ganhou a atenção mundial após o criacionista Carl E. Baugh adquirir o artefato em 1983. O Martelo de Londres passou a ser promovido por Baugh como sendo uma descoberta monumental pré-diluviana.
Martelo de Londres
Análises posteriores do artefato revelaram que o segmento do interior do cabo tinha se tornado carvão, e que a cabeça perfeitamente formada do martelo era constituída de uma gradação de ferro somente possível com tecnologia moderna. O cabo foi descrito exibindo um estado diferente de petrificação visto em árvores pré-históricas. No entanto, nem todos concordam com essas observações.

De acordo com alguns geólogos, esse lento processo de petrificação ocorreu há mais de 140 milhões de anos. Baseado neste cálculo, não somente a civilização humana existiu antes do processo histórico de petrificação ter ocorrido, mas os seres humanos da época possuíam tecnologia para criar um martelo moderno.

A cabeça, de acordo com estudos do Instituto de Metalurgia de Columbia, é composta de uma liga que contem 97% de puro ferro, 2% de cloro, 1% de enxofre, e não possui bolhas de ar. Como o cabo petrificado, a cabeça de ferro parece ter sido submetida a um processo de purificação e endurecimento, típico das ligas metálicas modernas do século 20.

Também foi observado que a rocha em que o martelo estava encerrado mostra sinais de que o processo de incrustação aconteceu em condições atmosféricas distintas, que são muito diferentes do que é visto nos dias atuais. De acordo com esses cientistas, a rocha nos fala de condições atmosféricas que de fato são mais consistentes com um era remota. Mas outros cientistas argumentam que as evidências são insuficientes para apoiar a suposta história de muitos milhões de anos da relíquia. Quando o martelo foi encontrado pelos caminhantes Max e Emma Hahn, eles falharam em documentar onde exatamente ele foi desenterrado. Portanto, não foi possível determinar em que estrato geológico o martelo estava enterrado, uma peça chave na qualificação da idade. Alguns relatos alegam até mesmo que o artefato nunca foi encontrado enterrado no solo, mas estava solto situado numa saliência.

Além disso, desde que Carl E. Baugh adquiriu o artefato, ele não permitiu que fosse submetido à datação por radiocarbono. Entretanto, defensores da decisão de Baugh argumentam que tal teste somente complicaria a questão, uma vez que substâncias orgânicas de origem mais recentes há muito contaminaram o artefato, tornando a datação por tal método impossível.

Outra teoria mais extrema sugere a possibilidade de que em tempos remotos um meteorito com uma composição química e morfologia únicas capturou um pedaço de madeira, como a cabeça de um martelo prendendo-se a seu cabo. Enquanto a ideia é improvável, uma análise química eliminou completamente tal hipótese.

A parte da rocha que envolve a cabeça do martelo apresenta algumas anomalias, e parece ter sido fundida com uma camada. Análises químicas desta bainha encontraram quantidades de potássio, silício, cloro, cálcio, e enxofre. Essa composição contradiz a hipótese de que a cabeça do martelo pertence a um fragmento de meteorito, uma vez que os corpos do nosso sistema solar não apresentam essa composição química. Mais ainda, a cabeça do martelo é muito bem formada para ter ocorrido por acidente.

Então, este martelo pertenceu a algum minerador americano, uma ferramenta de apenas algumas centenas de anos que experimentou um acelerado grau de fossilização? Ou este é um oopart genuíno, uma indicação de que nosso planeta viu civilizações de avançada tecnologia na história remota? Com esta evidência disponível, nós podemos apenas especular.

O martelo de Londres está atualmente em exibição no Museu de Evidências da Criação no Texas, Estados Unidos.


Martelo de Londres

Mão da Glória A Mão da Glória é um dos artefatos mágicos que curiosamente tem seu uso documentado, em autos inquisitoriais e em acusações de roubo pela Europa. De fato, ninguém muito decente teria uso para uma Mão da Glória, um objeto cuja história está ligada a algumas feiticeiras e a um grande número de ladrões. Suas primeiras citações datam de 1440, mas o nome Mão da Glória foi citado só a partir de 1770. O nome originalmente designava um pedaço de raiz de mandrágora (em francês: maindeglorie), uma raiz muito conhecida em magia, e que guarda semelhanças com o corpo humano. Basicamente, a Mão da Glória é uma mão humana seca, retirada de um enforcado, cujos dedos estão posicionados para segurar uma vela. Essa vela, quando acesa dentro de uma casa com o devido encantamento, gera dois efeitos: sua luz só serve para seu portador, e impede que qualquer um dormindo na casa desperte. Para um ladrão, é realmente a glória: nada para interromper, um tipo de crime perfeito. Mas como um amuleto nunca é conseguido de maneira fácil, para conseguir uma mão da glória não basta decepar a mão do primeiro enforcado que vir...O corpo tem de estar morto a menos de vinte e quatro horas, e em um patíbulo na beira de uma estrada.


Mão da GlóriaA mão devia ser separada do corpo de um só golpe. Nesse momento também se pegaria cabelo e gordura do cadáver, para produzir a vela que a mão segura. Então, a mão seria drenada de todo o sangue, usando para isso um pedaço de tecido de mortalha, e
mergulhada em uma mistura de sal, salitre, amônia, pimenta, e outras especiarias , e guardada por duas semanas em um recipiente de terracota (um tipo de cerâmica). Depois disso, ela ficaria secando ao sol nos dias mais quentes do ano, ou, na falta disso, em um forno, onde junto seria queimado verbena e abeto. A mão seria então moldada como um punho, onde se encaixaria a vela, feita com gordura humana, cera virgem de abelha e óleo de gergelim. O cabelo do enforcado serve para fazer o pavio.Uma vez dentro da casa onde planejava o assalto, bastava ao possuidor pronunciar um determinado verso enquanto a acendia, e ninguém que estivesse adormecido na casa poderia despertar. Além dessa propriedade mágica, a vela poderia ser até mesmo mergulhada na água sem se apagar: apenas leite fresco, sangue ou a vontade do seu dono pode apagar a chama da vela, que igualmente, queima sem se consumir.
O Museu Whitby, na Inglaterra, possui uma Mão da Glória em sua coleção.


Mão da Glória

 O Mano Cornuto é um amuleto italiano de origem antiga. Mano significa "mão" e corno significa "chifre". O amuleto representa um gesto com a mão em que o indicador e os dedos mínimos são estendidos, enquanto os demais ficam fechados, representando uma cabeça de animal com chifres.

Mano Cornuto
Dizem que se fizermos este gesto e batermos no peito, ao lado oposto da mão do gesto, três vezes, estamos nos protegendo contra inveja ou quaisquer outras más energias. Seja feito como um gesto apotropaico ou usado como um amuleto, o mano cornuto é constantemente usado para a proteção mágica contra o mau-olhado e contra a impotência. Nesta função, assemelha-se a outros gestos e imagens de mãos utilizados para afastar o mal, incluindo a mão de Hamsa, a mão-de-olho, o mano fico (a figa), e o gesto do polegar intertravado.

O mano cornuto mostrado acima é uma reprodução de estanho moderna de um amuleto de prata do século 19, provavelmente a partir da área ao redor de Nápoles, onde tais encantos eram extremamente populares. Antigos mano cornuto napolitanos eram feitos de coral vermelho.

Mano CornutoA utilização do mano cornuto como um símbolo de satânico crença é recente e popularizada a partir da sua utilização por músicos do Heavy Metal ​​e seus fãs. O gesto de mão com chifres também é usado ocasionalmente por wiccanos como um símbolo do "Deus Chifrudo" ou como os chifres da deusa da lua, dependendo da tradição.

Alguns arqueólogos teorizaram que a antiga crença na sacralidade de alguns animais com chifres - especialmente a cabeça de touro - deriva da sua coincidente semelhança com os órgãos genitais femininos, consistindo de uma vagina, útero, trompas e ovários. Se este é ou não o caso, o mano cornuto ainda é um gesto popular feito pelos homens italianos para proteger a sua genitália do mau-olhado. Acredita-se que o mau-olhado pode ainda prejudicar mães que amamentam e seus bebês, árvores frutíferas e animais de ordenha.


Mano Cornuto

 Uma gárgula é uma estátua com face ou figura de um animal grotesco esculpida, projetada a partir da caleira, especialmen
Gárgula
te de edifícios góticos. A função estrutural é a de impedir que a água a extrair do edifício cause infiltrações nas paredes e no solo perto do edifício, pelo que as gárgulas costumam possuir uma dimensão razoável com a finalidade de projetar a água à maior distância possível.. O nome Gárgula é uma derivação da palavra francesa gargouille, que significa “garganta”. Nos dias atuais, com a evolução das técnicas arquitetônicas, as gárgulas são usadas exclusivamente como artigo decorativo.

Gárgulas, Protetores do mal 

Existem muitas teorias de como e por que os arquitetos medievais e escultores de pedra criaram as gárgulas. Acredita-se que elas eram usadas ​​para afastar do mal e agir como guardiões da igreja para manter os espíritos terríveis do mal à distância e que foram inspiradas a partir de um trecho escrito na Bíblia. A historiadora Adrienne Mayor, especialista em ciência antiga e na cultura folclórica, acredita que eles foram inspirados pelos restos de esqueletos e ossos de dinossauros, encontrados pelos paleontólogos gregos e romanos. Muitas gárgulas são semelhantes às lendas e figuras dos celtas antigos, como o Homem Verde ou ” Jack in the Green” - o deus da adoração das árvores. Os artistas pagãos que criaram essas estátuas foram inspirados por sua cultura e foram os últimos vestígios do paganismo de uma época em que Deus seria ouvido em árvores e planícies fluviais.

Ou as gárgulas são representações de profundos elementos enraizados na natureza humana e expressões de medos subconscientes do homem ou são tentativas de definir ou incorporar males do mundo em elementos gerenciáveis.


Quaisquer que sejam suas verdadeiras origens, essas impressionantes imagens tem estado ao lado do homem há centenas de anos e elas ainda parecem capturar e inspirar a imaginação da sociedade moderna. Talvez elas, de fato, tenham um espírito próprio!

A Lenda de "La Gargouillie" 

Há muito tempo na França, existiu um dragão chamado La Gargouille, que saia de sua caverna perto do rio Sena, onde engolia navios e destruía as propriedades com seu hálito de fogo. A fim de satisfazê-lo, o povo de Rouen alimentava-o oferecendo uma vítima viva a cada ano. Sabia-se que La Gargouille preferia donzelas inocentes, mas os habitantes da cidade costumavam lhe oferecer um dos seus condenados.

São Romanus, um padre que veio a Rouen cerca de 600 dC, convenceu os aldeões a deixá-lo lidar com o dragão. Os aldeões prometeram se batizar e construir uma igreja, se ele dominasse La Gargouille.

Usando seu equipamento de exorcismo, sinos, livros, velas e cruzes - São Romanus escondeu-se atrás de um grande bosque que havia do outro lado do Rio Sena. Algumas horas mais tarde, ele e um prisioneiro condenado saíram de lá, atraindo La Gargouille com o seu cruxifixo e prendendo-o a uma coleira formada a partir de seu manto de sacerdote. Os cidadãos da cidade amarraram o dragão a uma estaca e incendiaram-o. O dragão foi morto, porém a cabeça e o pescoço não puderam queimar, pois eles estavam acostumados a ser aquecidos pela respiração de fogo do dragão. Eles o usaram para enfeitar o topo da Igreja construída em reconhecimento ao feito do padre.


Gárgula

 O Cálice de Licurgo é um cálice de vidro fabricado na Roma Antiga durante o século IV e que possui a peculiar propriedade de mudar de cor conforme a direção em que é iluminado. O cálice fica da cor verde-jade quando é iluminado de frente, mas quando iluminado por trás, torna-se da cor vermelho-sangue. Essa propriedade intrigou os cientistas durante décadas, desde sua aquisição pelo Museu Britânico na década de 50 e permaneceu sendo um mistério até 1990, quando um grupo de pesquisadores ingleses examinou alguns pequenos fragmentos do mesmo e então desvendaram o mistério
Cálice de Licurgo
Com a ajuda de um microscópio eletrônico, os pesquisadores observaram os fragmentos do vidro e descobriram que ele continha partículas de prata e de ouro com cerca de 50 nanômetros de diâmetro. Pra se ter uma idéia do tamanho dessas partículas, seriam necessárias mil delas para se alcançar o diâmetro de um grão de sal refinado. Com isso, pode-se dizer que os artesãos romanos foram os pioneiros no uso da nanotecnologia. A mistura exata dos metais preciosos sugere que os romanos tinham consciência do que estavam fazendo - "um feito incrível", disse um dos pesquisadores, o arqueólogo Ian Freestone, da University College London.

Origem do Nome

O Cálice de Licurgo recebeu este nome porque possui uma cena envolvendo a morte do rei Licurgo da Trácia. Licurgo era pai de Dryas, e opositor ferrenho de Dionísio (deus grego da festa e do vinho). Conta-se que certa vez Licurgo soube que Dionísio (ainda criança na época) e seus seguidores caminhavam pela Trácia tentando estabelecer seu culto, e então os perseguiu empunhando o seu machado. Licurgo consegue matar Ambrósia (principal seguidora de Dionísio), mas Dionísio e os demais conseguiram escapar pulando no mar, graças à ajuda da deusa Tétis.

Posteriormente, Dionísio amaldiçoou o reino de Licurgo com uma seca interminável, e fez com que Licurgo ficasse louco. Em seu acesso de loucura, matou sua esposa e também o seu filho Dryas, o qual confundiu com um ramo de hera (uma planta sagrada para Dionísio). Os súditos de Licurgo consultaram um oráculo e descobriram que a maldição lançada por Dionísio perduraria até que o rei Licurgo morresse. Assim, os súditos decidem matá-lo. As versões de sua morte são variadas: Alguns dizem que ele próprio cortou os próprios pés com seu machado antes de se matar; outros que Zeus infligiu-lhe a cegueira e o mesmo foi desprezado por todos, morrendo em miséria; ou que ele foi dilacerado por seus próprios cavalos; ou devorado pelas panteras do deus; ou envolto em vinhas e despachado para o reino dos mortos, onde ele seria eternamente estrangulado, apedrejado e atormentado por ménades e sátiros. Esta última é a cena representada no cálice.


Cálice de Licurgo