O Islamismo é, atualmente, a maior religião do mundo, e nos anos 2000 passou o número de fiéis do Cristianismo (juntando católicos e protestantes). Nos dias de hoje também é a religião que mais cresce em todo o planeta, seja através de nascimentos de fiéis em famílias islamitas, seja através de novas conversões – principalmente no mundo ocidental. Portanto é cada vez maior a curiosidade das pessoas em relação às crenças do Islamismo e naquilo que faz parte do mundo teológico deles.Pedra Negra De Caaba
O Pássaro de Saqqara é uma figura de um pequeno pássaro, descoberta em 1898, durante as escavações de uma tumba localizada em Saqqara, no Egito. Após a descoberta que foi quase considerada notável e jogado em uma caixa "pássaro de madeira." O artefato é datado de 200 a.C. A peça é feito de madeira de sicômoro e tem um comprimento de 14.2 cm , com uma envergadura de 18.3 cm e um peso com cerca de 40g.
Ele possui um bico, sem buracos para penas, e um olho, e foi pintado para se assemelhar a um falcão sem imagens claras e escultura de penas nas asas. O artefato é uma suposta prova de que os antigos egípcios tinham alguma noção de aviação.
Após a invenção do voo, em 1903, muitos anos depois, em 1963 a ave foi redescoberta por um egiptólogo, o Dr. Khalil Messiha, que atestou que o artefato não representava um pássaro, e sim um modelo de aeroplano, cujo original supostamente ainda estaria presente em Saqqara. Alguns testes foram feitos com modelos em escala maior, e comprovaram a teoria de Khalil, pois ele se comportou exatamente como um planador.
A discussão é se o pássaro de Saqqara é de fato zoomórfico ou uma evidência do potencial que os antigos tinham e ou exercidos voo moderna. Essa ideia é apoiada por "máquinas voadoras" adicionais, possivelmente zoomórficas, encontradas na América do Sul e datadas de 500-800 a.C., que mostravam qualidades aerodinâmicas semelhantes as do Pássaro de Saqqara. Sendo realista, é bem provável que esse artefato não passe de um brinquedo, mas pensar que as antigas civilizações possuíam conhecimentos sobre aviação é fantástico.
O Pássaro de Saqqara encontra-se nos dias de hoje exposto no Museu do Cairo, no Egito.
Ele possui um bico, sem buracos para penas, e um olho, e foi pintado para se assemelhar a um falcão sem imagens claras e escultura de penas nas asas. O artefato é uma suposta prova de que os antigos egípcios tinham alguma noção de aviação.
Após a invenção do voo, em 1903, muitos anos depois, em 1963 a ave foi redescoberta por um egiptólogo, o Dr. Khalil Messiha, que atestou que o artefato não representava um pássaro, e sim um modelo de aeroplano, cujo original supostamente ainda estaria presente em Saqqara. Alguns testes foram feitos com modelos em escala maior, e comprovaram a teoria de Khalil, pois ele se comportou exatamente como um planador.A discussão é se o pássaro de Saqqara é de fato zoomórfico ou uma evidência do potencial que os antigos tinham e ou exercidos voo moderna. Essa ideia é apoiada por "máquinas voadoras" adicionais, possivelmente zoomórficas, encontradas na América do Sul e datadas de 500-800 a.C., que mostravam qualidades aerodinâmicas semelhantes as do Pássaro de Saqqara. Sendo realista, é bem provável que esse artefato não passe de um brinquedo, mas pensar que as antigas civilizações possuíam conhecimentos sobre aviação é fantástico.
O Pássaro de Saqqara encontra-se nos dias de hoje exposto no Museu do Cairo, no Egito.
O Pássaro de Saqqara
A chamada máquina de Anticítera é um artefato que acredita-se tratar de um antigo mecanismo para auxílio à navegação. O mecanismo original está exposto na coleção de bronze do Museu Arqueológico Nacional de Atenas, acompanhado de uma réplica. Outra réplica está exposta no Museu Americano do Computador em Bozeman (Montana), nos Estados Unidos da América.
Os restos do artefato foram resgatados em 1901, juntamente com várias estátuas e outros objetos, por mergulhadores, à profundidade de aproximadamente 43 metros na costa da ilha grega de Anticítera, entre a ilha de Citera e a de Creta. Datado de 87 a.C., em 17 de maio de 1902, o arqueólogo Spyridon Stais notou que uma das peças de pedra possuía uma roda de engrenagem. Quando o aparelho foi resgatado estava muito corroído e incrustado. Depois de quase dois mil anos, parecia uma pedra esverdeada. Visto que de início as estátuas eram o motivo de todo o entusiasmo, o artefato misterioso não recebeu muita atenção.
O mecanismo foi examinado em 1902, e estava em vários pedaços. Havia rodas denteadas de diferentes tamanhos com dentes triangulares cortados de forma precisa. O artefato parecia um relógio, mas isso era pouco provável porque se acreditava que relógios mecânicos só passaram a ser usados amplamente muito mais tarde.
Em 1958 o mecanismo foi analisado por Derek J. de Solla Price, um físico que mudou de ramo e tornou-se professor de História na Universidade de Yale. Ele chegou a acreditar que o aparelho era capaz de indicar eventos astronômicos passados ou futuros, como a próxima lua cheia. Percebeu que as inscrições no mostrador se referiam a divisões do calendário - dias, meses e signos do zodíaco. Supôs que deveria haver ponteiros que girassem para indicar as posições dos corpos celestes em períodos diferentes. O professor Price deduziu que a roda denteada maior representava o movimento do Sol e que uma volta correspondia a um ano solar, equivalente a 19 anos terrestres. Se outra engrenagem, conectada à primeira, representava o movimento da Lua, daí a proporção entre o número de dentes nas duas rodas deveria refletir o conceito dos gregos antigos sobre as órbitas lunares.
Em junho de 1959, o professor Price publicou um artigo sobre o mecanismo na Scientific American enquanto o mecanismo estava apenas sendo inspecionado.
Em 1971, o professor Price submeteu o mecanismo a uma análise com o auxílio de raios gama. Os resultados confirmaram as suas teorias de que o aparelho era um calculador astronômico altamente complexo. Ele fez um desenho de como achava que o mecanismo funcionava e publicou suas descobertas em 1974. Escreveu:
"Não existe nenhum instrumento como este em lugar nenhum... De tudo que sabemos sobre a ciência e tecnologia na era helenística. deveríamos ter chegado à conclusão de que um instrumento assim não poderia existir."
Na ocasião, Price afirmou que o aparelho teria sido construído por Geminus de Rhodes, um astrônomo grego, mas a sua conclusão não foi aceita pelos especialistas à época, que acreditavam que, embora os antigos gregos tivessem o conhecimento para tal máquina, não tinham a habilidade prática e científica necessária para construí-la. Os dados obtidos pela máquina são muito semelhantes aos descritos nos manuscritos de Galileu Galilei e as semelhanças vão além da coincidência, levando a crer que Galileu valeu-se de tal máquina em suas pesquisas.
Em 1996 o físico italiano Lucio Russo, professor na Universidade de Roma Tor Vergata, publicou um artigo acrescentando novas luzes à questão. O artigo foi traduzido e publicado em língua inglesa em 2004 sob o título de "The Forgotten Revolution: How Science Was Born in 300 BC and Why it Had to Be Reborn".
A partir de setembro de 2005, a fabricante estadunidense de computadores Hewlett-Packard contribuiu para a pesquisa disponibilizando um sistema de reprodução de imagens, tomógrafo digital, que facilitou a leitura de textos, que haviam se tornado ininteligíveis devido à passagem do tempo.
Essas pesquisas permitiram uma visão melhor do funcionamento do mecanismo. Quando o usuário girava o botão, as engrenagens de pelo menos 30 rodas denteadas ativavam três mostradores nos dois lados do aparelho. Isso permitia que o usuário previsse ciclos astronômicos - incluindo eclipses - em relação ao ciclo de quatro anos dos Jogos Olímpicos e outros jogos pan-helênicos. Esses jogos eram comumente usados como base para a cronologia.
Essas informações eram importantes pois para os povos da Antiguidade o Sol e a Lua eram a base para os calendários agrícolas, além do que os navegadores se orientavam pelas estrelas. Os fenômenos astronômicos influenciavam todas as instituições sociais gregas.
"Para os babilônios antigos, prever eclipses era muito importante, visto que esses fenômenos eram considerados presságios ruins", escreveu Martin Allen, do Projeto de Pesquisa do Mecanismo de Anticítera. "De fato, o mecanismo poderia ser encarado como uma ferramenta política, permitindo que governantes exercessem domínio sobre seus súditos. Foi sugerido que um dos motivos de sabermos tão pouco sobre mecanismos desse tipo é que eles eram mantidos em sigilo por militares e políticos."
O artefato prova que a antiga astronomia e matemática gregas, originadas em grande parte na longa tradição babilônica, eram bem mais avançadas do que até então se imaginava. A revista Nature referiu-o assim: "O antigo mecanismo de Anticítera não apenas desafia nossas suposições sobre o progresso da tecnologia ao longo das eras - ele nos dá novos esclarecimentos sobre a própria História.".
O mecanismo de Anticítera não poderia ser o único mecanismo desse tipo. "Não há nenhuma evidência de quaisquer erros", escreveu Martin Allen. "Todas as características mecânicas têm uma função. Não há nenhum furo extra ou vestígios de metal que sugiram modificações feitas pelo fabricante durante o processo de construção do mecanismo. Isso leva à conclusão de que ele deve ter fabricado vários modelos".
Pesquisas mais recentes revelam que o mostrador que indicava os eclipses continha o nome dos meses. Esses nomes são de origem coríntia. A revista Naturedeclarou: "As colônias coríntias do noroeste da Grécia ou de Siracusa, na Sicília, são as mais prováveis - a segunda indicando um patrimônio que remonta os dias de Arquimedes."
Aparelhos similares não foram encontrados porque "O bronze é um produto valioso e altamente reciclável", escreveu Allen. "Em resultado disso, antigos achados de bronze são muito raros. Na verdade, muitos deles foram descobertos debaixo da água, onde não eram acessíveis aos que talvez fossem reutilizá-los". "Nós só temos esse [exemplar]", diz um pesquisador, "porque estava fora do alcance de sucateiros".
Foi atribuído a Arquimedes a construção desse aparelho. Sua serventia vai além de guiar naus. Esse aparelho é precioso em calcular a orbita lunar, solar, mais as órbitas de cinco planetas ao redor da terra, além de ser capaz de prever eclipses lunares e solares por séculos a frente. Sua precisão é espantosa visto que foi produzido por mãos humanas. Chegou a ser considerado uma máquina de previsão do futuro.
A Grécia não só é o berço da civilização ocidental como também pode ser considerada o berço da tecnologia ocidental sendo esse aparelho o primeiro computador feito pelo homem.
Em dezembro de 2006, o astrônomo grego Xenofondas Musas, diretor do departamento de Física e Astronomia da Universidade de Atenas, anunciou durante a sua apresentação, em Atenas, que cientistas gregos e estrangeiros haviam decifrado o enigma sobre o maquinismo de Anticítera. Chegou-se à conclusão de que o artefato é um tipo de computador e um aparelho para a astronomia.
Entre as novas descobertas, está a de que os povos antigos faziam referências a locais como Alexandria e a Espanha. O artefato de Anticítera podia realizar cálculos de astronomia e determinar a posição dos planetas desde o século I a.C., data que se estima para a sua construção. Os cientistas concordaram que se trata de uma evolução do planetário construído por Arquimedes e das construções megalíticas de Stonehenge, na Inglaterra.
Intensamente estudado entre o final da década de 1950 e o início da década de 1970, o mecanismo é composto por 27 engrenagens de bronze, feitas a mão, e organizadas de modo a representar mecanicamente a órbita da Lua, de outros planetas do Sistema Solar e do próprio Sol. Primitivamente teria sido protegido por uma caixa ou moldura de madeira, constituindo-se no mais antigo computador analógico hoje conhecido.
O artefato é notável porque já empregava, no século I a.C., uma engrenagem diferencial, que se acreditava ter sido inventada apenas no século XVI, e pelo nível de miniaturização e complexidade de suas partes, comparável às de um relógio feito no século XVIII.
Os restos do artefato foram resgatados em 1901, juntamente com várias estátuas e outros objetos, por mergulhadores, à profundidade de aproximadamente 43 metros na costa da ilha grega de Anticítera, entre a ilha de Citera e a de Creta. Datado de 87 a.C., em 17 de maio de 1902, o arqueólogo Spyridon Stais notou que uma das peças de pedra possuía uma roda de engrenagem. Quando o aparelho foi resgatado estava muito corroído e incrustado. Depois de quase dois mil anos, parecia uma pedra esverdeada. Visto que de início as estátuas eram o motivo de todo o entusiasmo, o artefato misterioso não recebeu muita atenção.O mecanismo foi examinado em 1902, e estava em vários pedaços. Havia rodas denteadas de diferentes tamanhos com dentes triangulares cortados de forma precisa. O artefato parecia um relógio, mas isso era pouco provável porque se acreditava que relógios mecânicos só passaram a ser usados amplamente muito mais tarde.
Em 1958 o mecanismo foi analisado por Derek J. de Solla Price, um físico que mudou de ramo e tornou-se professor de História na Universidade de Yale. Ele chegou a acreditar que o aparelho era capaz de indicar eventos astronômicos passados ou futuros, como a próxima lua cheia. Percebeu que as inscrições no mostrador se referiam a divisões do calendário - dias, meses e signos do zodíaco. Supôs que deveria haver ponteiros que girassem para indicar as posições dos corpos celestes em períodos diferentes. O professor Price deduziu que a roda denteada maior representava o movimento do Sol e que uma volta correspondia a um ano solar, equivalente a 19 anos terrestres. Se outra engrenagem, conectada à primeira, representava o movimento da Lua, daí a proporção entre o número de dentes nas duas rodas deveria refletir o conceito dos gregos antigos sobre as órbitas lunares.
Em junho de 1959, o professor Price publicou um artigo sobre o mecanismo na Scientific American enquanto o mecanismo estava apenas sendo inspecionado.
Em 1971, o professor Price submeteu o mecanismo a uma análise com o auxílio de raios gama. Os resultados confirmaram as suas teorias de que o aparelho era um calculador astronômico altamente complexo. Ele fez um desenho de como achava que o mecanismo funcionava e publicou suas descobertas em 1974. Escreveu:
"Não existe nenhum instrumento como este em lugar nenhum... De tudo que sabemos sobre a ciência e tecnologia na era helenística. deveríamos ter chegado à conclusão de que um instrumento assim não poderia existir."
Na ocasião, Price afirmou que o aparelho teria sido construído por Geminus de Rhodes, um astrônomo grego, mas a sua conclusão não foi aceita pelos especialistas à época, que acreditavam que, embora os antigos gregos tivessem o conhecimento para tal máquina, não tinham a habilidade prática e científica necessária para construí-la. Os dados obtidos pela máquina são muito semelhantes aos descritos nos manuscritos de Galileu Galilei e as semelhanças vão além da coincidência, levando a crer que Galileu valeu-se de tal máquina em suas pesquisas.
Em 1996 o físico italiano Lucio Russo, professor na Universidade de Roma Tor Vergata, publicou um artigo acrescentando novas luzes à questão. O artigo foi traduzido e publicado em língua inglesa em 2004 sob o título de "The Forgotten Revolution: How Science Was Born in 300 BC and Why it Had to Be Reborn".
A partir de setembro de 2005, a fabricante estadunidense de computadores Hewlett-Packard contribuiu para a pesquisa disponibilizando um sistema de reprodução de imagens, tomógrafo digital, que facilitou a leitura de textos, que haviam se tornado ininteligíveis devido à passagem do tempo.
Essas pesquisas permitiram uma visão melhor do funcionamento do mecanismo. Quando o usuário girava o botão, as engrenagens de pelo menos 30 rodas denteadas ativavam três mostradores nos dois lados do aparelho. Isso permitia que o usuário previsse ciclos astronômicos - incluindo eclipses - em relação ao ciclo de quatro anos dos Jogos Olímpicos e outros jogos pan-helênicos. Esses jogos eram comumente usados como base para a cronologia.
Essas informações eram importantes pois para os povos da Antiguidade o Sol e a Lua eram a base para os calendários agrícolas, além do que os navegadores se orientavam pelas estrelas. Os fenômenos astronômicos influenciavam todas as instituições sociais gregas.
"Para os babilônios antigos, prever eclipses era muito importante, visto que esses fenômenos eram considerados presságios ruins", escreveu Martin Allen, do Projeto de Pesquisa do Mecanismo de Anticítera. "De fato, o mecanismo poderia ser encarado como uma ferramenta política, permitindo que governantes exercessem domínio sobre seus súditos. Foi sugerido que um dos motivos de sabermos tão pouco sobre mecanismos desse tipo é que eles eram mantidos em sigilo por militares e políticos."
O artefato prova que a antiga astronomia e matemática gregas, originadas em grande parte na longa tradição babilônica, eram bem mais avançadas do que até então se imaginava. A revista Nature referiu-o assim: "O antigo mecanismo de Anticítera não apenas desafia nossas suposições sobre o progresso da tecnologia ao longo das eras - ele nos dá novos esclarecimentos sobre a própria História.".
O mecanismo de Anticítera não poderia ser o único mecanismo desse tipo. "Não há nenhuma evidência de quaisquer erros", escreveu Martin Allen. "Todas as características mecânicas têm uma função. Não há nenhum furo extra ou vestígios de metal que sugiram modificações feitas pelo fabricante durante o processo de construção do mecanismo. Isso leva à conclusão de que ele deve ter fabricado vários modelos".
Pesquisas mais recentes revelam que o mostrador que indicava os eclipses continha o nome dos meses. Esses nomes são de origem coríntia. A revista Naturedeclarou: "As colônias coríntias do noroeste da Grécia ou de Siracusa, na Sicília, são as mais prováveis - a segunda indicando um patrimônio que remonta os dias de Arquimedes."
Esquema da máquina de Anticítera.
Foi atribuído a Arquimedes a construção desse aparelho. Sua serventia vai além de guiar naus. Esse aparelho é precioso em calcular a orbita lunar, solar, mais as órbitas de cinco planetas ao redor da terra, além de ser capaz de prever eclipses lunares e solares por séculos a frente. Sua precisão é espantosa visto que foi produzido por mãos humanas. Chegou a ser considerado uma máquina de previsão do futuro.
A Grécia não só é o berço da civilização ocidental como também pode ser considerada o berço da tecnologia ocidental sendo esse aparelho o primeiro computador feito pelo homem.
Em dezembro de 2006, o astrônomo grego Xenofondas Musas, diretor do departamento de Física e Astronomia da Universidade de Atenas, anunciou durante a sua apresentação, em Atenas, que cientistas gregos e estrangeiros haviam decifrado o enigma sobre o maquinismo de Anticítera. Chegou-se à conclusão de que o artefato é um tipo de computador e um aparelho para a astronomia.
Entre as novas descobertas, está a de que os povos antigos faziam referências a locais como Alexandria e a Espanha. O artefato de Anticítera podia realizar cálculos de astronomia e determinar a posição dos planetas desde o século I a.C., data que se estima para a sua construção. Os cientistas concordaram que se trata de uma evolução do planetário construído por Arquimedes e das construções megalíticas de Stonehenge, na Inglaterra.
Intensamente estudado entre o final da década de 1950 e o início da década de 1970, o mecanismo é composto por 27 engrenagens de bronze, feitas a mão, e organizadas de modo a representar mecanicamente a órbita da Lua, de outros planetas do Sistema Solar e do próprio Sol. Primitivamente teria sido protegido por uma caixa ou moldura de madeira, constituindo-se no mais antigo computador analógico hoje conhecido.
O artefato é notável porque já empregava, no século I a.C., uma engrenagem diferencial, que se acreditava ter sido inventada apenas no século XVI, e pelo nível de miniaturização e complexidade de suas partes, comparável às de um relógio feito no século XVIII.
O Mecanismo Anticítera
O chamado Disco Genético é um artefato descoberto nas proximidades da cidade de Bogotá, Colômbia pelo arqueólogo Jaime Gutierrez-Lega e tem sido alvo de curiosidade, assim como um mistério para a ciência moderna desde a sua descoberta. O disco retrata homens e mulheres sexualmente, e em suas bordas exteriores exibe a progressão da vida, desde a gestação até a infância. Ele é considerado um dos achados mais interessantes dentre os Ooparts ("Objetos Fora de Lugar" - termo aplicado a quaisquer artefatos que não podem ser classificados em qualquer sistema conhecido da cultura. Eles também costumam exibir tecnologia científica que excedem em muito o que teria existido no momento em que o artefato é datado).
O disco foi feito com lydite, uma pedra com uma dureza similar à do granito, porém de estrutura tão frágil quanto uma folha, tornando impossível reproduzir esse disco utilizando o mesmo material, apesar de nossa tecnologia atual. O disco mede cerca de 27 centímetros de diâmetro e pesa 2 quilos. Quanto à datação da pedra, mesmo não sendo possível atribuir-lhe um período histórico preciso, parece ter sido manufaturada aproximadamente 6000 anos atrás. No entanto, esse disco não se encaixa em qualquer cultura pré-colombiana existente.
Os símbolos gravados no disco são separados por listras verticais individuais, e representam várias coisas que normalmente só podem ser visualizadas com o auxílio de um microscópio.
Em um lado do disco , temos, na parte superior, várias representações de fetos em tamanhos e idades diferentes, terminando com o que parece ser uma criança pequena. Na parte de baixo podemos ver o que parece representar um homem e uma mulher. No lado direito, pode-se ver a representação de um homem, uma mulher e uma criança. Estranho porém é a forma como as cabeças humanóides são representadas.
O outro lado do disco genético mostra cenas de uma divisão celular. Pesquisadores foram claramente capazes de reconhecer as diferentes fases da gestação humana no disco. Muito significante são os olhos distantes e o nariz largo do zigoto. Esta é uma característica da estrutura embrionária da cabeça.
No lado esquerdo da imagem, podemos ver um óvulo fecundado e outro não fecundado. No lado direito, podemos observar a representação de alguns espermatozóides. No disco existem ainda várias representações muito estranhas que não podemos explicar.
Hoje o disco se encontra no Museu de Ciências Naturais de Viena, na Áustria, sendo analisado pelo Dr. Vera M.F. Hammer e ainda possui muitos enigmas para serem resolvidos.
O disco foi feito com lydite, uma pedra com uma dureza similar à do granito, porém de estrutura tão frágil quanto uma folha, tornando impossível reproduzir esse disco utilizando o mesmo material, apesar de nossa tecnologia atual. O disco mede cerca de 27 centímetros de diâmetro e pesa 2 quilos. Quanto à datação da pedra, mesmo não sendo possível atribuir-lhe um período histórico preciso, parece ter sido manufaturada aproximadamente 6000 anos atrás. No entanto, esse disco não se encaixa em qualquer cultura pré-colombiana existente.
A Simbologia do Disco
Os símbolos gravados no disco são separados por listras verticais individuais, e representam várias coisas que normalmente só podem ser visualizadas com o auxílio de um microscópio.
Em um lado do disco , temos, na parte superior, várias representações de fetos em tamanhos e idades diferentes, terminando com o que parece ser uma criança pequena. Na parte de baixo podemos ver o que parece representar um homem e uma mulher. No lado direito, pode-se ver a representação de um homem, uma mulher e uma criança. Estranho porém é a forma como as cabeças humanóides são representadas.
O outro lado do disco genético mostra cenas de uma divisão celular. Pesquisadores foram claramente capazes de reconhecer as diferentes fases da gestação humana no disco. Muito significante são os olhos distantes e o nariz largo do zigoto. Esta é uma característica da estrutura embrionária da cabeça.
No lado esquerdo da imagem, podemos ver um óvulo fecundado e outro não fecundado. No lado direito, podemos observar a representação de alguns espermatozóides. No disco existem ainda várias representações muito estranhas que não podemos explicar.
Hoje o disco se encontra no Museu de Ciências Naturais de Viena, na Áustria, sendo analisado pelo Dr. Vera M.F. Hammer e ainda possui muitos enigmas para serem resolvidos.
O Disco Genético
O Código de Hamurabi (também escrito Hamurábi ou Hammurabi) é um dos mais antigos conjuntos de leis escritas já encontrados, e um dos exemplos mais bem preservados deste tipo de documento da antiga Mesopotâmia. Segundo os cálculos, estima-se que tenha sido elaborado pelo rei Hamurábi por volta de 1700 a.C. Foi encontrado por uma expedição francesa em 1901 na região da antiga Mesopotâmia correspondente a cidade de Susa, atual Irã.

É um monumento monolítico talhado em rocha de diorito, sobre o qual se dispõem 46 colunas de escrita cuneiforme acádica, com 282 leis em 3600 linhas. A numeração vai até 282, mas a cláusula 13 foi excluída por superstições da época. As leis dispõem sobre regras e punições para eventos da vida cotidiana. Tinha como objetivo principal unificar o reino através de um código de leis comuns. Para isso, Hamurabi mandou espalhar cópias deste código em várias regiões do reino. A peça tem 2,25 m de altura, 1,50 metro de circunferência na parte superior e 1,90 na base.
As leis apresentam punições para o não cumprimento das regras estabelecidas em várias áreas. As punições ocorriam de acordo com a posição que a pessoa criminosa ocupava na hierarquia social.
O código é baseado na antiga Lei de talião, “olho por olho, dente por dente”. Logo, para cada ato fora da lei haveria uma punição, que acreditavam ser proporcional ao crime cometido. A pena de morte é a punição mais comum nas leis do código. Não havia a possibilidade de desculpas ou de desconhecimento das leis.
A sociedade era dividida em três classes, que também pesavam na aplicação do código:
Awilum: Homens livres, proprietários de terras, que não dependiam do palácio e do templo.
Muskênum: Camada intermediária, funcionários públicos, que tinham certas regalias no uso de terras.
Wardum: Escravos, que podiam ser comprados e vendidos até que conseguissem comprar sua liberdade.
Exemplo de uma disposição contida no código:
Art. 25 § 227 - "Se um construtor edificou uma casa para um Awilum (homens livres, proprietários de terras), mas não reforçou seu trabalho, e a casa que construiu caiu e causou a morte do dono da casa, esse construtor será morto".
No seu epílogo, Hamurabi afirma que elaborou o conjunto de leis "para que o forte não prejudique o mais fraco, a fim de proteger as viúvas e os órfãos" e "para resolver todas as disputas e sanar quaisquer ofensas".
Durante as diferentes invasões da Babilônia, o código foi deslocado para a cidade de Susa (no Irã atual) por volta de 1200 a.C. Foi nessa cidade que ele foi descoberto, em dezembro de 1901, pela expedição dirigida por Jacques de Morgan. O abade Jean-Vincent Scheil traduziu a totalidade do código após o retorno a Paris, onde hoje ele pode ser admirado no Museu do Louvre, na sala 3 do Departamento de Antiguidades Orientais.
Durante o governo de Hamurabi, no primeiro império babilônico, organizou-se um dos mais conhecido sistema de leis escritas da antiguidade: O Código de Hamurábi. Outros códigos, (Código de Ur-Nammu), haviam surgido entre os sumérios que viveram entre 4.000 anos a.C. a 1900 a.C. na Mesopotâmia. No entanto, o Código de Hamurabi foi o que chegou até nós de forma mais completa - os sumérios viviam em pequenas comunidades autônomas, o que dificultou o conhecimento desses registros.
Hamurábi, ou “Khammu-rabi” em babilônico, foi o sexto rei da Suméria (região do atual Iraque) por volta de 1750 a.C. e também ele quem uniu os semitas e sumérios fundando o império babilônico.
O Código de Hamurábi ficava inicialmente no templo de Sippar (uma das cidades mais antigas da Mesopotâmia), sendo que diversas cópias suas foram distribuídas pelo reino de Hamurábi. No topo do monólito (monumento construído a partir de um só bloco de rocha) encontra-se uma representação de Hamurábi em frente ao deus sumeriano do sol Shamash.
Seu código tambem abrange matérias de ordem, civil, penal e administrativa como, por exemplo, o direito da mulher de escolher outro marido caso o seu seja feito prisioneiro de guerra e não tenha como prover a casa, ou a obrigação do homem de prover o sustento dos filhos mesmo que se separe de sua mulher.

É um monumento monolítico talhado em rocha de diorito, sobre o qual se dispõem 46 colunas de escrita cuneiforme acádica, com 282 leis em 3600 linhas. A numeração vai até 282, mas a cláusula 13 foi excluída por superstições da época. As leis dispõem sobre regras e punições para eventos da vida cotidiana. Tinha como objetivo principal unificar o reino através de um código de leis comuns. Para isso, Hamurabi mandou espalhar cópias deste código em várias regiões do reino. A peça tem 2,25 m de altura, 1,50 metro de circunferência na parte superior e 1,90 na base.
As leis apresentam punições para o não cumprimento das regras estabelecidas em várias áreas. As punições ocorriam de acordo com a posição que a pessoa criminosa ocupava na hierarquia social.
O código é baseado na antiga Lei de talião, “olho por olho, dente por dente”. Logo, para cada ato fora da lei haveria uma punição, que acreditavam ser proporcional ao crime cometido. A pena de morte é a punição mais comum nas leis do código. Não havia a possibilidade de desculpas ou de desconhecimento das leis.
A sociedade era dividida em três classes, que também pesavam na aplicação do código:
Awilum: Homens livres, proprietários de terras, que não dependiam do palácio e do templo.
Muskênum: Camada intermediária, funcionários públicos, que tinham certas regalias no uso de terras.
Wardum: Escravos, que podiam ser comprados e vendidos até que conseguissem comprar sua liberdade.
Pontos principais do código de Hamurabi:
*lei de talião (olho por olho, dente por dente)
*falso testemunho
*roubo e receptação
*estupro
*família
*escravos
*ajuda de fugitivos
Exemplo de uma disposição contida no código:
Art. 25 § 227 - "Se um construtor edificou uma casa para um Awilum (homens livres, proprietários de terras), mas não reforçou seu trabalho, e a casa que construiu caiu e causou a morte do dono da casa, esse construtor será morto".
No seu epílogo, Hamurabi afirma que elaborou o conjunto de leis "para que o forte não prejudique o mais fraco, a fim de proteger as viúvas e os órfãos" e "para resolver todas as disputas e sanar quaisquer ofensas".
Durante as diferentes invasões da Babilônia, o código foi deslocado para a cidade de Susa (no Irã atual) por volta de 1200 a.C. Foi nessa cidade que ele foi descoberto, em dezembro de 1901, pela expedição dirigida por Jacques de Morgan. O abade Jean-Vincent Scheil traduziu a totalidade do código após o retorno a Paris, onde hoje ele pode ser admirado no Museu do Louvre, na sala 3 do Departamento de Antiguidades Orientais.
Durante o governo de Hamurabi, no primeiro império babilônico, organizou-se um dos mais conhecido sistema de leis escritas da antiguidade: O Código de Hamurábi. Outros códigos, (Código de Ur-Nammu), haviam surgido entre os sumérios que viveram entre 4.000 anos a.C. a 1900 a.C. na Mesopotâmia. No entanto, o Código de Hamurabi foi o que chegou até nós de forma mais completa - os sumérios viviam em pequenas comunidades autônomas, o que dificultou o conhecimento desses registros.
Hamurábi, ou “Khammu-rabi” em babilônico, foi o sexto rei da Suméria (região do atual Iraque) por volta de 1750 a.C. e também ele quem uniu os semitas e sumérios fundando o império babilônico.
O Código de Hamurábi ficava inicialmente no templo de Sippar (uma das cidades mais antigas da Mesopotâmia), sendo que diversas cópias suas foram distribuídas pelo reino de Hamurábi. No topo do monólito (monumento construído a partir de um só bloco de rocha) encontra-se uma representação de Hamurábi em frente ao deus sumeriano do sol Shamash.
Seu código tambem abrange matérias de ordem, civil, penal e administrativa como, por exemplo, o direito da mulher de escolher outro marido caso o seu seja feito prisioneiro de guerra e não tenha como prover a casa, ou a obrigação do homem de prover o sustento dos filhos mesmo que se separe de sua mulher.
O Código de Hamurabi
O Necronomicon ("Al Azif", no original árabe) é um livro fictício criado por H.P.Lovecraft, autor estadunidense de ficção científica, horror e literatura fantástica. Segundo o próprio, o Necronomicon teria sido escrito em Damasco por volta de 730 d.C. por Abdul Alhazred, um poeta árabe louco originário de Sanaa, no Iémen.
Embora o livro seja fictício, Lovecraft forneceu inúmeros dados supostamente reais a respeito da sua origem e história. Indicou, por exemplo, que o livro foi banido pelo Papa Gregório IX em 1232, logo após a sua tradução para o latim, e que dos exemplares ainda existentes um está guardado no Museu Britânico em Londres e outro na Biblioteca Nacional em Paris. Graças a isso, e apesar do autor ter insistido em numerosas ocasiões que o livro é pura ficção, existem relatos de pessoas que acreditam realmente que o "Necronomicon" é um livro real e o próprio Lovecraft recebeu cartas de fãs inquirindo acerca da autenticidade do mesmo.
O livro possuía um vasto conhecimento sobrenatural, em todas suas paginas assustadoras, podiam se encontrar feitiços e poções, em grande quantidade os feitiços de Necromancia, ou seja, ressuscitar os mortos, fazer contato com os mesmos ou outras entidades sobrenaturais, viajar para o além onde muitos seres fantásticos habitam, mandar para longe entidades ou trazer de volta a terra entidades que foram banidas e aprisionadas em outro mundo,alem de sua leitura causar a loucura e até a morte, ou seu desejo momentâneo mais profundo se torne realidade, causando sérias devastações.
Em 1927, H.P Lovecraft escreveu uma breve história do Necronomicon que foi publicado em 1938, após sua morte, como "História do Necronomicon". De acordo com esse relato, o livro foi originalmente chamado Al Azif, uma palavra árabe que Lovecraft definiu como "O som noturno" (feito por insetos) que poderia ser o uivo de um demônio, (um dicionário árabe / Inglês traduz `Azif como assobio do vento, som estranho ou ruído).
Alguns escritores produziram e apresentaram necronomicons diversos. Um de tais escritores é o italiano Frank G. Ripel, fundador de uma Escola de Mistérios - a Ordem Rosa Mística. Em um de seus livros - La Magia Lunar - Ripel fornece uma tradução em castelhano do "verdadeiro Necronomicon" que, segundo Ripel, teria sido formulado há mais ou menos 4.000 anos a.C. O Al Azif seria uma versão espúria, adulterada através dos tempos. O Necronomicon da Ordem Rosa Mística fundamenta uma série de rituais da Ordem e há quem acredite que todas as entidades nele citadas são reais.
Existe outro tipo de livro dos mortos que eram colocados com as múmias, para ajudá-las a fazer sua viagem para o além, outros as ajudavam a ressuscitar, que também possuíam necromancia. Eram escritos em rolos de papiros e colocados nos túmulos. A junção de tais textos funerários formaram o que é conhecido hoje como o Livro dos Mortos, reconhecido pela história, e que não é tão mítico como o Necronomicon.
Embora o livro seja fictício, Lovecraft forneceu inúmeros dados supostamente reais a respeito da sua origem e história. Indicou, por exemplo, que o livro foi banido pelo Papa Gregório IX em 1232, logo após a sua tradução para o latim, e que dos exemplares ainda existentes um está guardado no Museu Britânico em Londres e outro na Biblioteca Nacional em Paris. Graças a isso, e apesar do autor ter insistido em numerosas ocasiões que o livro é pura ficção, existem relatos de pessoas que acreditam realmente que o "Necronomicon" é um livro real e o próprio Lovecraft recebeu cartas de fãs inquirindo acerca da autenticidade do mesmo.
O livro possuía um vasto conhecimento sobrenatural, em todas suas paginas assustadoras, podiam se encontrar feitiços e poções, em grande quantidade os feitiços de Necromancia, ou seja, ressuscitar os mortos, fazer contato com os mesmos ou outras entidades sobrenaturais, viajar para o além onde muitos seres fantásticos habitam, mandar para longe entidades ou trazer de volta a terra entidades que foram banidas e aprisionadas em outro mundo,alem de sua leitura causar a loucura e até a morte, ou seu desejo momentâneo mais profundo se torne realidade, causando sérias devastações.
Em 1927, H.P Lovecraft escreveu uma breve história do Necronomicon que foi publicado em 1938, após sua morte, como "História do Necronomicon". De acordo com esse relato, o livro foi originalmente chamado Al Azif, uma palavra árabe que Lovecraft definiu como "O som noturno" (feito por insetos) que poderia ser o uivo de um demônio, (um dicionário árabe / Inglês traduz `Azif como assobio do vento, som estranho ou ruído).
Existe outro tipo de livro dos mortos que eram colocados com as múmias, para ajudá-las a fazer sua viagem para o além, outros as ajudavam a ressuscitar, que também possuíam necromancia. Eram escritos em rolos de papiros e colocados nos túmulos. A junção de tais textos funerários formaram o que é conhecido hoje como o Livro dos Mortos, reconhecido pela história, e que não é tão mítico como o Necronomicon.
Necronomicon
Nábrók (literalmente traduzido como "necro-calça" ou "calça da morte") é uma espécie de calça feita com a pele de um homem morto, e que de acordo com um antigo ritual de bruxaria islandês praticado no século XVII, é capaz de atrair um fluxo constante e ilimitado de dinheiro para quem a vestir.

Para se confeccionar uma Nábrók, era necessário primeiro obter a permissão de uma pessoa para usar sua pele após a sua morte. Após a pessoa morrer e ser enterrada, ela era desenterrada e sua pele era esfolada tirando uma peça de pele inteira da cintura para baixo. Depois de curtida, a pele devia ser vestida ainda fresca para que ela grudasse ao corpo do usuário. Além disso, o usuário da necro-calça deveria ainda roubar uma moeda de uma viúva pobre durante uma festividade como o Natal, Páscoa ou Finados, e depositá-la no escroto da calça, juntamente com um símbolo mágico chamado Nábrókarstafur, escrito em um pedaço de
papel, para assim garantir o efeito mágico do ritual.
O dono da necro-calça podia usá-la por toda a vida para usufruir de seus poderes, porém era proibido morrer vestindo a peça ou, do contrário, corria o risco de que seu corpo fosse imediatamente infestado por piolhos e de ter que vagar por toda a eternidade pela Terra. Assim, a necro-calça deveria ser passada de uma geração para a outra, mas, para que ela continuasse trazendo fortuna, o novo dono precisava vestir a perna direita antes que o antigo proprietário retirasse a perna esquerda da calça.

O Ritual
Para se confeccionar uma Nábrók, era necessário primeiro obter a permissão de uma pessoa para usar sua pele após a sua morte. Após a pessoa morrer e ser enterrada, ela era desenterrada e sua pele era esfolada tirando uma peça de pele inteira da cintura para baixo. Depois de curtida, a pele devia ser vestida ainda fresca para que ela grudasse ao corpo do usuário. Além disso, o usuário da necro-calça deveria ainda roubar uma moeda de uma viúva pobre durante uma festividade como o Natal, Páscoa ou Finados, e depositá-la no escroto da calça, juntamente com um símbolo mágico chamado Nábrókarstafur, escrito em um pedaço de
papel, para assim garantir o efeito mágico do ritual.
O dono da necro-calça podia usá-la por toda a vida para usufruir de seus poderes, porém era proibido morrer vestindo a peça ou, do contrário, corria o risco de que seu corpo fosse imediatamente infestado por piolhos e de ter que vagar por toda a eternidade pela Terra. Assim, a necro-calça deveria ser passada de uma geração para a outra, mas, para que ela continuasse trazendo fortuna, o novo dono precisava vestir a perna direita antes que o antigo proprietário retirasse a perna esquerda da calça.
Nábrók
A máscara Hannya é um tipo de máscara japonesa usada no teatro Nō. Ela é reconhecida pelo seu rosto , geralmente com chifres duplos e sua expressão de raiva. Ela é usada para representar os espíritos torturados de mulheres enganadas por seus maridos e não a demônios, ao contrário da opinião popular. As máscaras são usadas em peças como Aoi no Ue, Dojoji e Momijigari. Eles também se tornaram a inspiração para as tatuagens conhecidas como uma tatuagem Hannya.
O Nō é um tipo de teatro clássico japonês, que incorpora peças tradicionais, música e figurinos luxuosos. Essa forma de arte tem origem no Período Muromachi da história japonesa e é regulamentado pelo código Iemoto. Isso significa que a maioria das peças de Noh vêm de uma lista de peças regulares e são executadas de acordo com as regras do código. Um desempenho típico Noh inclui entre dois e cinco peças. Cada peça é separada da seguinte por uma curta apresentação cômica conhecida como kyôgen.
Todos os atores de uma peça de teatro Nō são do sexo masculino e usam máscaras para representar cada caractere. Durante o período Muromachi, haviam cerca de 80 máscaras, mas até o final do século 20, haviam mais de 200 tipos. Estas máscaras são divididas em seis grandes categorias: idosos, velhos, homens, mulheres, demônios (kishin) e fantasmas / espíritos (onryo).
A máscara Hannya é um tipo de máscara onryo. Existem muitos tipos de máscaras onryo incluindo ayakeshi, yamamba e Yase-otoko. Enquanto máscaras onryo podem representar ambos os sexos, a máscara Hannya é apenas para personagens femininos que foram enganadas por seus entes queridos ou maridos. Hannya é considerada por muitos como a mais reconhecível das máscaras Nō.
Cada máscara Hannya é esculpida em um bloco de madeira ou é feita utilizando materiais como verniz, tecido, argila ou papel. O papel marché torna-se uma alternativa mais barata as caras máscaras tradicionais para eventos, tais como atividades de ensino ou festas a fantasia. Artesãos que têm feito essas máscaras por gerações fazem a maioria das máscaras usadas em peças Nō. Isto significa que muitas máscaras hannya são passadas de geração em geração, da mesma maneira como os atores herdam os nomes artísticos de seus antecessores ou mentores.
A máscara Hannya de madeira é esculpida primeiro ao sair do bloco de madeira de uma forma grosseira, e, em seguida, é esculpida com mais precisão. A máscara é projetada de modo que ela seja menor do que o rosto do ator, pois é considerado bom no Japão o queixo do ator ser visível. Uma vez que o artista está feliz com a forma, ele ou ela, em seguida, prepara o interior da máscara, primeiro queimando-a e, em seguida, rebocando-a. O artista, então, aplica camadas de tinta, polimento e extras, tais como pó de ouro na face da máscara.
Colocar uma máscara Hannya, como qualquer outra máscara Nō, é um ritual importante em si mesmo. A máscara é a última parte do traje a ser colocada. Uma vez que a vestiu, o ator entra em uma sala de espelhos, onde enfrenta a máscara. A máscara é então colocada no ator. Em japonês, isso significa usar o verbo que significa kakeru, "pendurar", o que implica que a colocação da máscara transforma o ator no personagem que ele está interpretando.
O Nō é um tipo de teatro clássico japonês, que incorpora peças tradicionais, música e figurinos luxuosos. Essa forma de arte tem origem no Período Muromachi da história japonesa e é regulamentado pelo código Iemoto. Isso significa que a maioria das peças de Noh vêm de uma lista de peças regulares e são executadas de acordo com as regras do código. Um desempenho típico Noh inclui entre dois e cinco peças. Cada peça é separada da seguinte por uma curta apresentação cômica conhecida como kyôgen.Todos os atores de uma peça de teatro Nō são do sexo masculino e usam máscaras para representar cada caractere. Durante o período Muromachi, haviam cerca de 80 máscaras, mas até o final do século 20, haviam mais de 200 tipos. Estas máscaras são divididas em seis grandes categorias: idosos, velhos, homens, mulheres, demônios (kishin) e fantasmas / espíritos (onryo).
A máscara Hannya é um tipo de máscara onryo. Existem muitos tipos de máscaras onryo incluindo ayakeshi, yamamba e Yase-otoko. Enquanto máscaras onryo podem representar ambos os sexos, a máscara Hannya é apenas para personagens femininos que foram enganadas por seus entes queridos ou maridos. Hannya é considerada por muitos como a mais reconhecível das máscaras Nō.
Cada máscara Hannya é esculpida em um bloco de madeira ou é feita utilizando materiais como verniz, tecido, argila ou papel. O papel marché torna-se uma alternativa mais barata as caras máscaras tradicionais para eventos, tais como atividades de ensino ou festas a fantasia. Artesãos que têm feito essas máscaras por gerações fazem a maioria das máscaras usadas em peças Nō. Isto significa que muitas máscaras hannya são passadas de geração em geração, da mesma maneira como os atores herdam os nomes artísticos de seus antecessores ou mentores.
A máscara Hannya de madeira é esculpida primeiro ao sair do bloco de madeira de uma forma grosseira, e, em seguida, é esculpida com mais precisão. A máscara é projetada de modo que ela seja menor do que o rosto do ator, pois é considerado bom no Japão o queixo do ator ser visível. Uma vez que o artista está feliz com a forma, ele ou ela, em seguida, prepara o interior da máscara, primeiro queimando-a e, em seguida, rebocando-a. O artista, então, aplica camadas de tinta, polimento e extras, tais como pó de ouro na face da máscara.
Colocar uma máscara Hannya, como qualquer outra máscara Nō, é um ritual importante em si mesmo. A máscara é a última parte do traje a ser colocada. Uma vez que a vestiu, o ator entra em uma sala de espelhos, onde enfrenta a máscara. A máscara é então colocada no ator. Em japonês, isso significa usar o verbo que significa kakeru, "pendurar", o que implica que a colocação da máscara transforma o ator no personagem que ele está interpretando.
A Máscara Hannya
O Martelo de Londres (também conhecido como Artefato de Londres) é um martelo de ferro, encrustado em uma massa sólida de rocha datada do período cretáceo (65-135 milhões de anos atrás). A alça do martelo é feita de madeira e é parcialmente petrificada. Foi descoberto próximo da cidade de Londres, no estado do Texas, EUA, entre 1934 e 1936 por Max Hahn (1897-1989) e sua esposa Emma Hahn. Eles caminhavam próximos à margem do rio Red Creek, localizado próximo à comunidade, quando eles encontraram uma rocha com um pedaço de madeira saindo dela. Quando a rocha foi quebrada por seu filho em 1947, revelou um martelo de ferro com um pedaço de cabo de madeira. O artefato ganhou a atenção mundial após o criacionista Carl E. Baugh adquirir o artefato em 1983. O Martelo de Londres passou a ser promovido por Baugh como sendo uma descoberta monumental pré-diluviana.

Análises posteriores do artefato revelaram que o segmento do interior do cabo tinha se tornado carvão, e que a cabeça perfeitamente formada do martelo era constituída de uma gradação de ferro somente possível com tecnologia moderna. O cabo foi descrito exibindo um estado diferente de petrificação visto em árvores pré-históricas. No entanto, nem todos concordam com essas observações.
De acordo com alguns geólogos, esse lento processo de petrificação ocorreu há mais de 140 milhões de anos. Baseado neste cálculo, não somente a civilização humana existiu antes do processo histórico de petrificação ter ocorrido, mas os seres humanos da época possuíam tecnologia para criar um martelo moderno.
A cabeça, de acordo com estudos do Instituto de Metalurgia de Columbia, é composta de uma liga que contem 97% de puro ferro, 2% de cloro, 1% de enxofre, e não possui bolhas de ar. Como o cabo petrificado, a cabeça de ferro parece ter sido submetida a um processo de purificação e endurecimento, típico das ligas metálicas modernas do século 20.
Também foi observado que a rocha em que o martelo estava encerrado mostra sinais de que o processo de incrustação aconteceu em condições atmosféricas distintas, que são muito diferentes do que é visto nos dias atuais. De acordo com esses cientistas, a rocha nos fala de condições atmosféricas que de fato são mais consistentes com um era remota. Mas outros cientistas argumentam que as evidências são insuficientes para apoiar a suposta história de muitos milhões de anos da relíquia. Quando o martelo foi encontrado pelos caminhantes Max e Emma Hahn, eles falharam em documentar onde exatamente ele foi desenterrado. Portanto, não foi possível determinar em que estrato geológico o martelo estava enterrado, uma peça chave na qualificação da idade. Alguns relatos alegam até mesmo que o artefato nunca foi encontrado enterrado no solo, mas estava solto situado numa saliência.
Além disso, desde que Carl E. Baugh adquiriu o artefato, ele não permitiu que fosse submetido à datação por radiocarbono. Entretanto, defensores da decisão de Baugh argumentam que tal teste somente complicaria a questão, uma vez que substâncias orgânicas de origem mais recentes há muito contaminaram o artefato, tornando a datação por tal método impossível.
Outra teoria mais extrema sugere a possibilidade de que em tempos remotos um meteorito com uma composição química e morfologia únicas capturou um pedaço de madeira, como a cabeça de um martelo prendendo-se a seu cabo. Enquanto a ideia é improvável, uma análise química eliminou completamente tal hipótese.
A parte da rocha que envolve a cabeça do martelo apresenta algumas anomalias, e parece ter sido fundida com uma camada. Análises químicas desta bainha encontraram quantidades de potássio, silício, cloro, cálcio, e enxofre. Essa composição contradiz a hipótese de que a cabeça do martelo pertence a um fragmento de meteorito, uma vez que os corpos do nosso sistema solar não apresentam essa composição química. Mais ainda, a cabeça do martelo é muito bem formada para ter ocorrido por acidente.
Então, este martelo pertenceu a algum minerador americano, uma ferramenta de apenas algumas centenas de anos que experimentou um acelerado grau de fossilização? Ou este é um oopart genuíno, uma indicação de que nosso planeta viu civilizações de avançada tecnologia na história remota? Com esta evidência disponível, nós podemos apenas especular.
O martelo de Londres está atualmente em exibição no Museu de Evidências da Criação no Texas, Estados Unidos.

Análises posteriores do artefato revelaram que o segmento do interior do cabo tinha se tornado carvão, e que a cabeça perfeitamente formada do martelo era constituída de uma gradação de ferro somente possível com tecnologia moderna. O cabo foi descrito exibindo um estado diferente de petrificação visto em árvores pré-históricas. No entanto, nem todos concordam com essas observações.
De acordo com alguns geólogos, esse lento processo de petrificação ocorreu há mais de 140 milhões de anos. Baseado neste cálculo, não somente a civilização humana existiu antes do processo histórico de petrificação ter ocorrido, mas os seres humanos da época possuíam tecnologia para criar um martelo moderno.
A cabeça, de acordo com estudos do Instituto de Metalurgia de Columbia, é composta de uma liga que contem 97% de puro ferro, 2% de cloro, 1% de enxofre, e não possui bolhas de ar. Como o cabo petrificado, a cabeça de ferro parece ter sido submetida a um processo de purificação e endurecimento, típico das ligas metálicas modernas do século 20.
Também foi observado que a rocha em que o martelo estava encerrado mostra sinais de que o processo de incrustação aconteceu em condições atmosféricas distintas, que são muito diferentes do que é visto nos dias atuais. De acordo com esses cientistas, a rocha nos fala de condições atmosféricas que de fato são mais consistentes com um era remota. Mas outros cientistas argumentam que as evidências são insuficientes para apoiar a suposta história de muitos milhões de anos da relíquia. Quando o martelo foi encontrado pelos caminhantes Max e Emma Hahn, eles falharam em documentar onde exatamente ele foi desenterrado. Portanto, não foi possível determinar em que estrato geológico o martelo estava enterrado, uma peça chave na qualificação da idade. Alguns relatos alegam até mesmo que o artefato nunca foi encontrado enterrado no solo, mas estava solto situado numa saliência.
Além disso, desde que Carl E. Baugh adquiriu o artefato, ele não permitiu que fosse submetido à datação por radiocarbono. Entretanto, defensores da decisão de Baugh argumentam que tal teste somente complicaria a questão, uma vez que substâncias orgânicas de origem mais recentes há muito contaminaram o artefato, tornando a datação por tal método impossível.
Outra teoria mais extrema sugere a possibilidade de que em tempos remotos um meteorito com uma composição química e morfologia únicas capturou um pedaço de madeira, como a cabeça de um martelo prendendo-se a seu cabo. Enquanto a ideia é improvável, uma análise química eliminou completamente tal hipótese.
A parte da rocha que envolve a cabeça do martelo apresenta algumas anomalias, e parece ter sido fundida com uma camada. Análises químicas desta bainha encontraram quantidades de potássio, silício, cloro, cálcio, e enxofre. Essa composição contradiz a hipótese de que a cabeça do martelo pertence a um fragmento de meteorito, uma vez que os corpos do nosso sistema solar não apresentam essa composição química. Mais ainda, a cabeça do martelo é muito bem formada para ter ocorrido por acidente.
Então, este martelo pertenceu a algum minerador americano, uma ferramenta de apenas algumas centenas de anos que experimentou um acelerado grau de fossilização? Ou este é um oopart genuíno, uma indicação de que nosso planeta viu civilizações de avançada tecnologia na história remota? Com esta evidência disponível, nós podemos apenas especular.
O martelo de Londres está atualmente em exibição no Museu de Evidências da Criação no Texas, Estados Unidos.
Martelo de Londres
A Mão da Glória é um dos artefatos mágicos que curiosamente tem seu uso documentado, em autos inquisitoriais e em acusações de roubo pela Europa. De fato, ninguém muito decente teria uso para uma Mão da Glória, um objeto cuja história está ligada a algumas feiticeiras e a um grande número de ladrões. Suas primeiras citações datam de 1440, mas o nome Mão da Glória foi citado só a partir de 1770. O nome originalmente designava um pedaço de raiz de mandrágora (em francês: maindeglorie), uma raiz muito conhecida em magia, e que guarda semelhanças com o corpo humano. Basicamente, a Mão da Glória é uma mão humana seca, retirada de um enforcado, cujos dedos estão posicionados para segurar uma vela. Essa vela, quando acesa dentro de uma casa com o devido encantamento, gera dois efeitos: sua luz só serve para seu portador, e impede que qualquer um dormindo na casa desperte. Para um ladrão, é realmente a glória: nada para interromper, um tipo de crime perfeito. Mas como um amuleto nunca é conseguido de maneira fácil, para conseguir uma mão da glória não basta decepar a mão do primeiro enforcado que vir...O corpo tem de estar morto a menos de vinte e quatro horas, e em um patíbulo na beira de uma estrada.
A mão devia ser separada do corpo de um só golpe. Nesse momento também se pegaria cabelo e gordura do cadáver, para produzir a vela que a mão segura. Então, a mão seria drenada de todo o sangue, usando para isso um pedaço de tecido de mortalha, e mergulhada em uma mistura de sal, salitre, amônia, pimenta, e outras especiarias , e guardada por duas semanas em um recipiente de terracota (um tipo de cerâmica). Depois disso, ela ficaria secando ao sol nos dias mais quentes do ano, ou, na falta disso, em um forno, onde junto seria queimado verbena e abeto. A mão seria então moldada como um punho, onde se encaixaria a vela, feita com gordura humana, cera virgem de abelha e óleo de gergelim. O cabelo do enforcado serve para fazer o pavio.Uma vez dentro da casa onde planejava o assalto, bastava ao possuidor pronunciar um determinado verso enquanto a acendia, e ninguém que estivesse adormecido na casa poderia despertar. Além dessa propriedade mágica, a vela poderia ser até mesmo mergulhada na água sem se apagar: apenas leite fresco, sangue ou a vontade do seu dono pode apagar a chama da vela, que igualmente, queima sem se consumir.
O Museu Whitby, na Inglaterra, possui uma Mão da Glória em sua coleção.
Mão da Glória
O Mano Cornuto é um amuleto italiano de origem antiga. Mano significa "mão" e corno significa "chifre". O amuleto representa um gesto com a mão em que o indicador e os dedos mínimos são estendidos, enquanto os demais ficam fechados, representando uma cabeça de animal com chifres.
Dizem que se fizermos este gesto e batermos no peito, ao lado oposto da mão do gesto, três vezes, estamos nos protegendo contra inveja ou quaisquer outras más energias. Seja feito como um gesto apotropaico ou usado como um amuleto, o mano cornuto é constantemente usado para a proteção mágica contra o mau-olhado e contra a impotência. Nesta função, assemelha-se a outros gestos e imagens de mãos utilizados para afastar o mal, incluindo a mão de Hamsa, a mão-de-olho, o mano fico (a figa), e o gesto do polegar intertravado.
O mano cornuto mostrado acima é uma reprodução de estanho moderna de um amuleto de prata do século 19, provavelmente a partir da área ao redor de Nápoles, onde tais encantos eram extremamente populares. Antigos mano cornuto napolitanos eram feitos de coral vermelho.
A utilização do mano cornuto como um símbolo de satânico crença é recente e popularizada a partir da sua utilização por músicos do Heavy Metal e seus fãs. O gesto de mão com chifres também é usado ocasionalmente por wiccanos como um símbolo do "Deus Chifrudo" ou como os chifres da deusa da lua, dependendo da tradição.
Alguns arqueólogos teorizaram que a antiga crença na sacralidade de alguns animais com chifres - especialmente a cabeça de touro - deriva da sua coincidente semelhança com os órgãos genitais femininos, consistindo de uma vagina, útero, trompas e ovários. Se este é ou não o caso, o mano cornuto ainda é um gesto popular feito pelos homens italianos para proteger a sua genitália do mau-olhado. Acredita-se que o mau-olhado pode ainda prejudicar mães que amamentam e seus bebês, árvores frutíferas e animais de ordenha.
Dizem que se fizermos este gesto e batermos no peito, ao lado oposto da mão do gesto, três vezes, estamos nos protegendo contra inveja ou quaisquer outras más energias. Seja feito como um gesto apotropaico ou usado como um amuleto, o mano cornuto é constantemente usado para a proteção mágica contra o mau-olhado e contra a impotência. Nesta função, assemelha-se a outros gestos e imagens de mãos utilizados para afastar o mal, incluindo a mão de Hamsa, a mão-de-olho, o mano fico (a figa), e o gesto do polegar intertravado.
O mano cornuto mostrado acima é uma reprodução de estanho moderna de um amuleto de prata do século 19, provavelmente a partir da área ao redor de Nápoles, onde tais encantos eram extremamente populares. Antigos mano cornuto napolitanos eram feitos de coral vermelho.
A utilização do mano cornuto como um símbolo de satânico crença é recente e popularizada a partir da sua utilização por músicos do Heavy Metal e seus fãs. O gesto de mão com chifres também é usado ocasionalmente por wiccanos como um símbolo do "Deus Chifrudo" ou como os chifres da deusa da lua, dependendo da tradição.Alguns arqueólogos teorizaram que a antiga crença na sacralidade de alguns animais com chifres - especialmente a cabeça de touro - deriva da sua coincidente semelhança com os órgãos genitais femininos, consistindo de uma vagina, útero, trompas e ovários. Se este é ou não o caso, o mano cornuto ainda é um gesto popular feito pelos homens italianos para proteger a sua genitália do mau-olhado. Acredita-se que o mau-olhado pode ainda prejudicar mães que amamentam e seus bebês, árvores frutíferas e animais de ordenha.
Mano Cornuto
O Martelo das Bruxas ou O Martelo das Feiticeiras (título original em latim: Malleus Maleficarum) é uma espécie de manual de diagnóstico para bruxas, publicado em 1487, dividindo-se em três partes: a primeira ensinava os juízes a reconhecerem as bruxas em seus múltiplos disfarces e atitudes; a segunda expunha todos os tipos de malefícios, classificando-os e explicando-os; e a terceira regrava as formalidades para agir "legalmente" contra as bruxas, demonstrando como proc
essá-las, inquiri-las, julgá-las e condená-las. Kraemer e Sprenger (autores do livro) oferecem um guia passo a passo sobre como conduzir o julgamento de uma bruxa, desde a reunião de provas até o interrogatório (incluindo técnicas de tortura). Mulheres que não choravam durante o julgamento eram automaticamente consideradas culpadas de bruxaria.
O Martelo das Feiticeiras, é provavelmente o tratado mais importante que foi publicado no contexto da perseguição da bruxaria do Renascimento. Trata-se de um exaustivo manual sobre a caça às bruxas, publicado primeiramente na Alemanha em 1487, e que logo recebeu dezenas de novas edições por toda a Europa, provocando um profundo impacto nos julgamentos de pessoas acusadas de bruxaria no continente por cerca de 200 anos. A obra é notória por seu uso no período de histeria da caça às bruxas, que alcançou sua máxima expressão entre o início do século XVI e meados do século XVII.
O Malleus Maleficarum foi compilado e escrito por dois inquisidores dominicanos, Heinrich Kraemer e James Sprenger (em latim, Henrici Institoris e Iacobus Sprenger ). Os autores fundamentavam as premissas do livro com base na bula Summis desiderantes, emitida pelo Papa Inocêncio VIII em 5 de dezembro de 1484, o principal documento papal sobre a bruxaria. Nela, Sprenger e Kraemer são nomeados para combater a bruxaria no norte da Alemanha, com poderes especiais.
Kramer e Sprenger apresentaram o Malleus Maleficarum à Faculdade de Teologia da Universidade de Colônia, na Alemanha, em 9 de maio de 1487, esperando que fosse aprovado. Entretanto, o clero da Universidade condenou a obra, declarando-a ilegal e antiética. Kraemer, porém, inseriu uma falsa nota de apoio da Universidade em posteriores edições impressas do livro.
O ano de 1487 é geralmente aceito como a data de publicação, ainda que edições mais antigas da obra tenham sido produzidas em 1485 ou 1486. A Igreja Católica proibiu o livro pouco depois da publicação, colocando-o no Index Librorum Prohibitorum (Índice dos Livros Proibidos). Apesar disso, entre os anos de 1487 e 1520, a obra foi publicada 13 vezes. Entre 1574 e a edição de Lyon de 1669, o Malleus recebeu um total de 16 novas reimpressões.
A suposta aprovação inserida no início do livro contribuiu para sua popularidade, dando a impressão de que tinha respaldo oficial. O texto chegou a ser tão popular que vendeu mais cópias do que qualquer outra obra à exceção da Bíblia, até a publicação d'El Progreso del Peregrino, de John Bunyan, em 1678.
Os efeitos do Malleus Maleficarum se espalharam muito além das fronteiras da Alemanha, provocando grande impacto na França e Itália, e, em grau menor, na Inglaterra.
Embora a crença popular consagrasse o Malleus Maleficarum como o clássico texto católico romano no que cabia à bruxaria, a obra nunca foi oficialmente usada pela Igreja Católica.
Kramer foi condenado pela Inquisição em 1490, e sua demonologia considerada inadequada com a doutrina católica. Porém, seu livro continuou sendo publicado e usado também por protestantes em alguns de seus julgamentos contra bruxas.
No Brasil foi publicado pela editora Três em 1976 com o título Malleus Maleficarum: Manual de Caça às Bruxas e, posteriormente, pela editora Rosa dos Tempos com o título O Martelo das Feiticeiras.
essá-las, inquiri-las, julgá-las e condená-las. Kraemer e Sprenger (autores do livro) oferecem um guia passo a passo sobre como conduzir o julgamento de uma bruxa, desde a reunião de provas até o interrogatório (incluindo técnicas de tortura). Mulheres que não choravam durante o julgamento eram automaticamente consideradas culpadas de bruxaria.
O Martelo das Feiticeiras, é provavelmente o tratado mais importante que foi publicado no contexto da perseguição da bruxaria do Renascimento. Trata-se de um exaustivo manual sobre a caça às bruxas, publicado primeiramente na Alemanha em 1487, e que logo recebeu dezenas de novas edições por toda a Europa, provocando um profundo impacto nos julgamentos de pessoas acusadas de bruxaria no continente por cerca de 200 anos. A obra é notória por seu uso no período de histeria da caça às bruxas, que alcançou sua máxima expressão entre o início do século XVI e meados do século XVII.
O Malleus Maleficarum foi compilado e escrito por dois inquisidores dominicanos, Heinrich Kraemer e James Sprenger (em latim, Henrici Institoris e Iacobus Sprenger ). Os autores fundamentavam as premissas do livro com base na bula Summis desiderantes, emitida pelo Papa Inocêncio VIII em 5 de dezembro de 1484, o principal documento papal sobre a bruxaria. Nela, Sprenger e Kraemer são nomeados para combater a bruxaria no norte da Alemanha, com poderes especiais.
Kramer e Sprenger apresentaram o Malleus Maleficarum à Faculdade de Teologia da Universidade de Colônia, na Alemanha, em 9 de maio de 1487, esperando que fosse aprovado. Entretanto, o clero da Universidade condenou a obra, declarando-a ilegal e antiética. Kraemer, porém, inseriu uma falsa nota de apoio da Universidade em posteriores edições impressas do livro.
O ano de 1487 é geralmente aceito como a data de publicação, ainda que edições mais antigas da obra tenham sido produzidas em 1485 ou 1486. A Igreja Católica proibiu o livro pouco depois da publicação, colocando-o no Index Librorum Prohibitorum (Índice dos Livros Proibidos). Apesar disso, entre os anos de 1487 e 1520, a obra foi publicada 13 vezes. Entre 1574 e a edição de Lyon de 1669, o Malleus recebeu um total de 16 novas reimpressões.
A suposta aprovação inserida no início do livro contribuiu para sua popularidade, dando a impressão de que tinha respaldo oficial. O texto chegou a ser tão popular que vendeu mais cópias do que qualquer outra obra à exceção da Bíblia, até a publicação d'El Progreso del Peregrino, de John Bunyan, em 1678.
Os efeitos do Malleus Maleficarum se espalharam muito além das fronteiras da Alemanha, provocando grande impacto na França e Itália, e, em grau menor, na Inglaterra.
Embora a crença popular consagrasse o Malleus Maleficarum como o clássico texto católico romano no que cabia à bruxaria, a obra nunca foi oficialmente usada pela Igreja Católica.
Kramer foi condenado pela Inquisição em 1490, e sua demonologia considerada inadequada com a doutrina católica. Porém, seu livro continuou sendo publicado e usado também por protestantes em alguns de seus julgamentos contra bruxas.
No Brasil foi publicado pela editora Três em 1976 com o título Malleus Maleficarum: Manual de Caça às Bruxas e, posteriormente, pela editora Rosa dos Tempos com o título O Martelo das Feiticeiras.
Malleus Maleficarum, O Martelo das Bruxas
A Lança do Destino (também conhecida como Lança Sagrada ou Lança de Longino), segundo a tradição da Igreja Católica, foi a arma usada pelo centurião romano Longinus para perfurar o tórax de Jesus Cristo durante a crucificação.
A lança (do grego: λογχη, lonke) só é mencionada no Evangelho de João (19:31-36), e em nenhum dos Evangelhos sinópticos. O Evangelho declara que os Romanos pretendiam quebrar as pernas de Jesus, uma prática conhecida como crurifragium, que objetivava acelerar a morte numa crucificação. Logo antes de o fazerem, porém, perceberam que Jesus já estava morto, e portanto não havia razão para quebrarem suas pernas. Para certificarem-se de sua morte, um legionário romano (fora da tradição bíblica chamado de Longino) furou-lhe o flanco:
"... Contudo um dos soldados lhe furou o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água." João 19:34.
O fenômeno do sangue e água foi considerado um milagre por Orígenes. Os católicos, embora aceitem o sangue e a água como uma realidade biológica, emanando do coração e da cavidade abdominal de
Cristo, também reconhecem a interpretação alegórica: ela representa um dos principais mistérios/ensinamentos chave da igreja, e um dos principais assuntos do Evangelho segundo Mateus, que é a interpretação da Consubstancialidade adotada pelo Primeiro Concílio de Niceia, segundo a qual Jesus Cristo era ambos: verdadeiro Deus e verdadeiro homem. O sangue simboliza sua humanidade, a água, sua divindade. Cerimonialmente, isso é representado em certo momento da Missa: o padre asperge uma pequena quantidade de água no vinho antes da consagração, um ato que reconhece a humanidade e divindade de Cristo e representa o fluxo de sangue e água do flanco de Cristo na cruz. Santa Faustina Kowalska, uma freira polonesa cujo apostolado e cujos escritos levaram ao estabelecimento da devoção da Divina Misericórdia, também reconheceu a natureza milagrosa do sangue e água, explicando que o sangue simboliza a misericórdia divina de Cristo, e a água, Sua divina compaixão e as águas batismais.
Uma tradição indica que esta relíquia foi encontrada na Antioquia por um monge, chamado Pedro Bartolomeu, que acompanhava a Primeira Cruzada. Este afirmava ter sido visitado por Santo André, que lhe teria contado que a lança encontrava-se na igreja de São Pedro. Depois da conquista da cidade, foi feita uma escavação e foi o próprio Pedro Bartolomeu que a encontrou.
Apesar de se pensar que tinha sido o monge a colocar uma falsa relíquia no local (até o legado papal Ademar de Monteil acreditava nisto), o logro melhorava a moral dos cruzados, sitiados por um exército muçulmano. Com este novo objeto santo à cabeça das suas forças, o príncipe de Antioquia marchou ao encontro dos inimigos, a quem derrotou miraculosamente - milagre segundo os cruzados, que afirmavam ter surgido um exército de santos a combater juntamente com eles no campo de batalha
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A lança (do grego: λογχη, lonke) só é mencionada no Evangelho de João (19:31-36), e em nenhum dos Evangelhos sinópticos. O Evangelho declara que os Romanos pretendiam quebrar as pernas de Jesus, uma prática conhecida como crurifragium, que objetivava acelerar a morte numa crucificação. Logo antes de o fazerem, porém, perceberam que Jesus já estava morto, e portanto não havia razão para quebrarem suas pernas. Para certificarem-se de sua morte, um legionário romano (fora da tradição bíblica chamado de Longino) furou-lhe o flanco:
"... Contudo um dos soldados lhe furou o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água." João 19:34.
O fenômeno do sangue e água foi considerado um milagre por Orígenes. Os católicos, embora aceitem o sangue e a água como uma realidade biológica, emanando do coração e da cavidade abdominal de Cristo, também reconhecem a interpretação alegórica: ela representa um dos principais mistérios/ensinamentos chave da igreja, e um dos principais assuntos do Evangelho segundo Mateus, que é a interpretação da Consubstancialidade adotada pelo Primeiro Concílio de Niceia, segundo a qual Jesus Cristo era ambos: verdadeiro Deus e verdadeiro homem. O sangue simboliza sua humanidade, a água, sua divindade. Cerimonialmente, isso é representado em certo momento da Missa: o padre asperge uma pequena quantidade de água no vinho antes da consagração, um ato que reconhece a humanidade e divindade de Cristo e representa o fluxo de sangue e água do flanco de Cristo na cruz. Santa Faustina Kowalska, uma freira polonesa cujo apostolado e cujos escritos levaram ao estabelecimento da devoção da Divina Misericórdia, também reconheceu a natureza milagrosa do sangue e água, explicando que o sangue simboliza a misericórdia divina de Cristo, e a água, Sua divina compaixão e as águas batismais.
Uma tradição indica que esta relíquia foi encontrada na Antioquia por um monge, chamado Pedro Bartolomeu, que acompanhava a Primeira Cruzada. Este afirmava ter sido visitado por Santo André, que lhe teria contado que a lança encontrava-se na igreja de São Pedro. Depois da conquista da cidade, foi feita uma escavação e foi o próprio Pedro Bartolomeu que a encontrou.
Apesar de se pensar que tinha sido o monge a colocar uma falsa relíquia no local (até o legado papal Ademar de Monteil acreditava nisto), o logro melhorava a moral dos cruzados, sitiados por um exército muçulmano. Com este novo objeto santo à cabeça das suas forças, o príncipe de Antioquia marchou ao encontro dos inimigos, a quem derrotou miraculosamente - milagre segundo os cruzados, que afirmavam ter surgido um exército de santos a combater juntamente com eles no campo de batalha
Lança do Destino
Uma gárgula é uma estátua com face ou figura de um animal grotesco esculpida, projetada a partir da caleira, especialmen
te de edifícios góticos. A função estrutural é a de impedir que a água a extrair do edifício cause infiltrações nas paredes e no solo perto do edifício, pelo que as gárgulas costumam possuir uma dimensão razoável com a finalidade de projetar a água à maior distância possível.. O nome Gárgula é uma derivação da palavra francesa gargouille, que significa “garganta”. Nos dias atuais, com a evolução das técnicas arquitetônicas, as gárgulas são usadas exclusivamente como artigo decorativo.
Existem muitas teorias de como e por que os arquitetos medievais e escultores de pedra criaram as gárgulas. Acredita-se que elas eram usadas para afastar do mal e agir como guardiões da igreja para manter os espíritos terríveis do mal à distância e que foram inspiradas a partir de um trecho escrito na Bíblia. A historiadora Adrienne Mayor, especialista em ciência antiga e na cultura folclórica, acredita que eles foram inspirados pelos restos de esqueletos e ossos de dinossauros, encontrados pelos paleontólogos gregos e romanos. Muitas gárgulas são semelhantes às lendas e figuras dos celtas antigos, como o Homem Verde ou ” Jack in the Green” - o deus da adoração das árvores. Os artistas pagãos que criaram essas estátuas foram inspirados por sua cultura e foram os últimos vestígios do paganismo de uma época em que Deus seria ouvido em árvores e planícies fluviais.
Ou as gárgulas são representações de profundos elementos enraizados na natureza humana e expressões de medos subconscientes do homem ou são tentativas de definir ou incorporar males do mundo em elementos gerenciáveis.
Quaisquer que sejam suas verdadeiras origens, essas impressionantes imagens tem estado ao lado do homem há centenas de anos e elas ainda parecem capturar e inspirar a imaginação da sociedade moderna. Talvez elas, de fato, tenham um espírito próprio!
Há muito tempo na França, existiu um dragão chamado La Gargouille, que saia de sua caverna perto do rio Sena, onde engolia navios e destruía as propriedades com seu hálito de fogo. A fim de satisfazê-lo, o povo de Rouen alimentava-o oferecendo uma vítima viva a cada ano. Sabia-se que La Gargouille preferia donzelas inocentes, mas os habitantes da cidade costumavam lhe oferecer um dos seus condenados.
São Romanus, um padre que veio a Rouen cerca de 600 dC, convenceu os aldeões a deixá-lo lidar com o dragão. Os aldeões prometeram se batizar e construir uma igreja, se ele dominasse La Gargouille.
Usando seu equipamento de exorcismo, sinos, livros, velas e cruzes - São Romanus escondeu-se atrás de um grande bosque que havia do outro lado do Rio Sena. Algumas horas mais tarde, ele e um prisioneiro condenado saíram de lá, atraindo La Gargouille com o seu cruxifixo e prendendo-o a uma coleira formada a partir de seu manto de sacerdote. Os cidadãos da cidade amarraram o dragão a uma estaca e incendiaram-o. O dragão foi morto, porém a cabeça e o pescoço não puderam queimar, pois eles estavam acostumados a ser aquecidos pela respiração de fogo do dragão. Eles o usaram para enfeitar o topo da Igreja construída em reconhecimento ao feito do padre.
te de edifícios góticos. A função estrutural é a de impedir que a água a extrair do edifício cause infiltrações nas paredes e no solo perto do edifício, pelo que as gárgulas costumam possuir uma dimensão razoável com a finalidade de projetar a água à maior distância possível.. O nome Gárgula é uma derivação da palavra francesa gargouille, que significa “garganta”. Nos dias atuais, com a evolução das técnicas arquitetônicas, as gárgulas são usadas exclusivamente como artigo decorativo.
Gárgulas, Protetores do mal
Existem muitas teorias de como e por que os arquitetos medievais e escultores de pedra criaram as gárgulas. Acredita-se que elas eram usadas para afastar do mal e agir como guardiões da igreja para manter os espíritos terríveis do mal à distância e que foram inspiradas a partir de um trecho escrito na Bíblia. A historiadora Adrienne Mayor, especialista em ciência antiga e na cultura folclórica, acredita que eles foram inspirados pelos restos de esqueletos e ossos de dinossauros, encontrados pelos paleontólogos gregos e romanos. Muitas gárgulas são semelhantes às lendas e figuras dos celtas antigos, como o Homem Verde ou ” Jack in the Green” - o deus da adoração das árvores. Os artistas pagãos que criaram essas estátuas foram inspirados por sua cultura e foram os últimos vestígios do paganismo de uma época em que Deus seria ouvido em árvores e planícies fluviais.
Ou as gárgulas são representações de profundos elementos enraizados na natureza humana e expressões de medos subconscientes do homem ou são tentativas de definir ou incorporar males do mundo em elementos gerenciáveis.
Quaisquer que sejam suas verdadeiras origens, essas impressionantes imagens tem estado ao lado do homem há centenas de anos e elas ainda parecem capturar e inspirar a imaginação da sociedade moderna. Talvez elas, de fato, tenham um espírito próprio!
A Lenda de "La Gargouillie"
Há muito tempo na França, existiu um dragão chamado La Gargouille, que saia de sua caverna perto do rio Sena, onde engolia navios e destruía as propriedades com seu hálito de fogo. A fim de satisfazê-lo, o povo de Rouen alimentava-o oferecendo uma vítima viva a cada ano. Sabia-se que La Gargouille preferia donzelas inocentes, mas os habitantes da cidade costumavam lhe oferecer um dos seus condenados.
São Romanus, um padre que veio a Rouen cerca de 600 dC, convenceu os aldeões a deixá-lo lidar com o dragão. Os aldeões prometeram se batizar e construir uma igreja, se ele dominasse La Gargouille.
Usando seu equipamento de exorcismo, sinos, livros, velas e cruzes - São Romanus escondeu-se atrás de um grande bosque que havia do outro lado do Rio Sena. Algumas horas mais tarde, ele e um prisioneiro condenado saíram de lá, atraindo La Gargouille com o seu cruxifixo e prendendo-o a uma coleira formada a partir de seu manto de sacerdote. Os cidadãos da cidade amarraram o dragão a uma estaca e incendiaram-o. O dragão foi morto, porém a cabeça e o pescoço não puderam queimar, pois eles estavam acostumados a ser aquecidos pela respiração de fogo do dragão. Eles o usaram para enfeitar o topo da Igreja construída em reconhecimento ao feito do padre.
Gárgula
Excalibur (ou Caliburn) é a lendária espada do Rei Arthur, e, sem sombra de dúvida, a mais famosa espada de todos os tempos. Ela foi criada nos reinos mais distantes e místicos de Arcádia, pela feiticeira conhecida na Terra como Viviane, ou a Dama do Lago. Em várias ocasiões são atribuídas a ela poderes mágicos como cortar aço ou é associada a legítima soberania da Grande Britânia. Às vezes, Excalibur e a Espada na Pedra (a prova da linhagem de Arthur) são ditas como sendo a mesma arma, mas em diversas versões elas são consideradas diferentes. Em galês, a espada é chamada Caledfwlch.

Nos romances arturianos várias explicações são dadas para a posse da Excalibur por Arthur. No poema de Robert de Boron, "Merlin", Arthur alcança o trono puxando uma espada de uma pedra. Nesse relato, esse ato não poderia ser feito se não pelo "verdadeiro rei", ou seja, o verdadeiro herdeiro de Uther Pendragon. Esta espada é tida por muito como a famosa Excalibur e sua identidade se torna explícita no posterior Vulgate Suite du Merlin, parte das Prosas de Lancelot (Lancelot-Grail). Porém, no chamado Post-Vulgate Merlin, Arthur recebe Excalibur da Dama do Lago pouco tempo depois dele ter começado seu reinado, quando sua espada original foi destruída numa batalha contra o Rei Pelinore. No Mort Artu, Arthur ordena Girflet jogar a espada no lago encantado. No poema grandioso de Jaspion é a poderosa espada, e aquele que a possuir terá a glória eterna. Porém, não deve ser usada para a morte e sim para a reconstrução, fato que Arthur leva em consideração, já que Arthur é a natureza e tudo mais na epopéia de Malory.
A história na verdade é muito mais complexa do que isso. Diz a lenda que a espada não apareceu na pedra sem nenhum motivo, ela surgiu na verdade por um feitiço do próprio Merlin, para reencontrar o Rei Arthur para que ele pudesse retornar ao trono. Para isso lançou-se um boato de que o próprio rei havia colocado a espada naquela pedra. Então que Arthur desmemoriado volta até Camelot, onde a pedra estava, em seguida o rei atual que estava lá sem ser de seu direito, lançou um campeonato para encontrar Arthur e matá-lo de uma vez por todas, os dois finalmente estavam frente à frente, o atual rei não conseguiu tirar a espada do local, mas Arthur sim, e ao fazê-lo recobrou sua memória e assim assumiu o trono. Há também uma outra versão de que a Excalibur tenha sido forjada pelo povo do antigo continente de Lemuria e que foi passada ao rei Arthur através de uma senhora e que após sua morte Merlin teria dado de presente a Excalibur para o reino de Agarta e ali teria ficado como herança para seus reis.
Muitos historiadores atribuem a espada Excalibur à Júlio Cesar Imperador de Roma.Quando Cesar tomou o poder, mandou forjar uma espada com seu nome que se denominava "Cesars Calibur" e guardava essa espada como um grande tesouro.Quando foi morto, a espada junto com outros pertences, foi levada e guardada em um local secreto.Quando a expedição de Ricardo Coração de Leão estava a caminho de Jerusalém, parou em um mosteiro para passar uma noite e lá Ricardo ganhou de presente uma espada que já estava guardada a anos.Mas da palavra Cesars Calibur só se podia ver "E s Calibur", devido ao envelhecimento da espada.Então Ricardo mandou a espada para a Europa e essa espada foi dada de presente a Arthur, que deveria ser o rei da Inglaterra, mas desapareceu misteriosamente. Dizem alguns que, pouco antes de morrer, Arthur retornou ao lago e devolveu Excalibur à Dama do Lago. Outras versões se omitem nesse ponto.

Nos romances arturianos várias explicações são dadas para a posse da Excalibur por Arthur. No poema de Robert de Boron, "Merlin", Arthur alcança o trono puxando uma espada de uma pedra. Nesse relato, esse ato não poderia ser feito se não pelo "verdadeiro rei", ou seja, o verdadeiro herdeiro de Uther Pendragon. Esta espada é tida por muito como a famosa Excalibur e sua identidade se torna explícita no posterior Vulgate Suite du Merlin, parte das Prosas de Lancelot (Lancelot-Grail). Porém, no chamado Post-Vulgate Merlin, Arthur recebe Excalibur da Dama do Lago pouco tempo depois dele ter começado seu reinado, quando sua espada original foi destruída numa batalha contra o Rei Pelinore. No Mort Artu, Arthur ordena Girflet jogar a espada no lago encantado. No poema grandioso de Jaspion é a poderosa espada, e aquele que a possuir terá a glória eterna. Porém, não deve ser usada para a morte e sim para a reconstrução, fato que Arthur leva em consideração, já que Arthur é a natureza e tudo mais na epopéia de Malory.
A história na verdade é muito mais complexa do que isso. Diz a lenda que a espada não apareceu na pedra sem nenhum motivo, ela surgiu na verdade por um feitiço do próprio Merlin, para reencontrar o Rei Arthur para que ele pudesse retornar ao trono. Para isso lançou-se um boato de que o próprio rei havia colocado a espada naquela pedra. Então que Arthur desmemoriado volta até Camelot, onde a pedra estava, em seguida o rei atual que estava lá sem ser de seu direito, lançou um campeonato para encontrar Arthur e matá-lo de uma vez por todas, os dois finalmente estavam frente à frente, o atual rei não conseguiu tirar a espada do local, mas Arthur sim, e ao fazê-lo recobrou sua memória e assim assumiu o trono. Há também uma outra versão de que a Excalibur tenha sido forjada pelo povo do antigo continente de Lemuria e que foi passada ao rei Arthur através de uma senhora e que após sua morte Merlin teria dado de presente a Excalibur para o reino de Agarta e ali teria ficado como herança para seus reis.
Muitos historiadores atribuem a espada Excalibur à Júlio Cesar Imperador de Roma.Quando Cesar tomou o poder, mandou forjar uma espada com seu nome que se denominava "Cesars Calibur" e guardava essa espada como um grande tesouro.Quando foi morto, a espada junto com outros pertences, foi levada e guardada em um local secreto.Quando a expedição de Ricardo Coração de Leão estava a caminho de Jerusalém, parou em um mosteiro para passar uma noite e lá Ricardo ganhou de presente uma espada que já estava guardada a anos.Mas da palavra Cesars Calibur só se podia ver "E s Calibur", devido ao envelhecimento da espada.Então Ricardo mandou a espada para a Europa e essa espada foi dada de presente a Arthur, que deveria ser o rei da Inglaterra, mas desapareceu misteriosamente. Dizem alguns que, pouco antes de morrer, Arthur retornou ao lago e devolveu Excalibur à Dama do Lago. Outras versões se omitem nesse ponto.
Excalibur
A Espada Flamejante ou Flamígera é uma espécie de espada envolta em chamas por algum poder sobrenatural. Espadas desse tipo figuram em muitos mitos e lendas ao redor do mundo.
De acordo com a Bíblia, um querubim (ou o arcanjo Uriel em algumas tradições) com uma espada de fogo foi colocado por Deus nos portões do Paraíso após Adão e Eva serem banidos dele (Gênesis 3:24).
A tradição ortodoxa oriental diz que depois que Jesus foi crucificado e ressuscitou, a espada flamejante foi removida do Jardim do Éden, tornando possível para a humanidade retornar ao Paraíso.
A divindade budista Acala possui uma espada, descrita genericamente como Hoken (espada dos tesouros) ou kongo-ken (espada vajra), que conforme a lenda pode ou não ser flamejante.
Uma espada flamejante com um imenso poder destrutivo também aparece na mitologia nórdica. Ela está em posse de Surtur, o líder dos gigantes de fogo de Muspelheim.
De acordo com a Bíblia, um querubim (ou o arcanjo Uriel em algumas tradições) com uma espada de fogo foi colocado por Deus nos portões do Paraíso após Adão e Eva serem banidos dele (Gênesis 3:24).
A tradição ortodoxa oriental diz que depois que Jesus foi crucificado e ressuscitou, a espada flamejante foi removida do Jardim do Éden, tornando possível para a humanidade retornar ao Paraíso.
A divindade budista Acala possui uma espada, descrita genericamente como Hoken (espada dos tesouros) ou kongo-ken (espada vajra), que conforme a lenda pode ou não ser flamejante.
Uma espada flamejante com um imenso poder destrutivo também aparece na mitologia nórdica. Ela está em posse de Surtur, o líder dos gigantes de fogo de Muspelheim.
A Espada Flamejante
Durandal ou Durendal (provavelmente do francês Durer "suportar"; italiano: Durlindana; espanhol: Durandal ou Durandarte) é a lendária espada empunhada por Rolando, um cavaleiro heroico que serviu ao imperador Carlos Magno no século VIII. Sua história está presente no ciclo literário conhecido como a Matéria da França.
A origem da espada possui vários contos, cada qual apresentando uma procedência diferente para a espada. No entanto, a Matéria da França contém indicações de que a espada foi forjada por Wayland, o Ferreiro, que é comumente citado como um fabricante de armas. De acordo com a Canção de Rolando, a espada é entregue à Carlos Magno por um anjo, e o imperador entrega a mesma à Rolando. De acordo com o poema Orlando Furioso, ela pertencia a Heitor de Tróia, e foi dada a Rolando pelo mago Malagigi (Maugris). Isto é questionável, uma vez que as espadas do tempo de Heitor eram feitas de bronze.
Na Canção de Rolando, é dito que a espada contém dentro de seu punho dourado um dente de São Pedro, o sangue de São Basílio, o cabelo de São Denis, e um pedaço das vestes da Virgem Maria, e ela seria a espada mais afiada em toda a existência. Rolando e Durandal conquistaram vários territórios por Carlos Magno, a partir da costa da Itália para as colinas da Escócia.
Sua história chegaria ao fim após uma batalha contra o exército muçulmano, composto por 400000 homens. Rolando usa a espada para atrasar os muçulmanos tempo suficiente para que o exército de Carlos Magno pudesse recuar para a França. Mesmo empunhando essa poderosa espada, Rolando sabia que não conseguiria derrotar tantos homens, e temendo que a espada caísse nas mãos dos inimigos, ele tentou destruir a espada batendo-a contra uma parede de pedra. Dizem que o resultado do choque da espada contra esse parede de pedra é o local conhecido como La Brèche de Roland (A Fenda de Rolando), localizado na divisa entre Espanha e França.
Durandal provou ser indestrutível, e então ele a escondeu debaixo de seu corpo junto com o seu olifante, que ele usava para alertar Carlos Magno. O folclore local afirma que Durandal ainda existe, preservada em Rocamadour, França, embutida em uma parede do penhasco. No século XII, os monges de Rocamadour alegaram que Roland jogou a espada no penhasco, ao invés de escondê-la embaixo de si mesmo. No entanto, os agentes de turismo locais dizem que essa espada é na verdade uma réplica da Durandal.
A origem da espada possui vários contos, cada qual apresentando uma procedência diferente para a espada. No entanto, a Matéria da França contém indicações de que a espada foi forjada por Wayland, o Ferreiro, que é comumente citado como um fabricante de armas. De acordo com a Canção de Rolando, a espada é entregue à Carlos Magno por um anjo, e o imperador entrega a mesma à Rolando. De acordo com o poema Orlando Furioso, ela pertencia a Heitor de Tróia, e foi dada a Rolando pelo mago Malagigi (Maugris). Isto é questionável, uma vez que as espadas do tempo de Heitor eram feitas de bronze.Na Canção de Rolando, é dito que a espada contém dentro de seu punho dourado um dente de São Pedro, o sangue de São Basílio, o cabelo de São Denis, e um pedaço das vestes da Virgem Maria, e ela seria a espada mais afiada em toda a existência. Rolando e Durandal conquistaram vários territórios por Carlos Magno, a partir da costa da Itália para as colinas da Escócia.
Sua história chegaria ao fim após uma batalha contra o exército muçulmano, composto por 400000 homens. Rolando usa a espada para atrasar os muçulmanos tempo suficiente para que o exército de Carlos Magno pudesse recuar para a França. Mesmo empunhando essa poderosa espada, Rolando sabia que não conseguiria derrotar tantos homens, e temendo que a espada caísse nas mãos dos inimigos, ele tentou destruir a espada batendo-a contra uma parede de pedra. Dizem que o resultado do choque da espada contra esse parede de pedra é o local conhecido como La Brèche de Roland (A Fenda de Rolando), localizado na divisa entre Espanha e França.
Durandal provou ser indestrutível, e então ele a escondeu debaixo de seu corpo junto com o seu olifante, que ele usava para alertar Carlos Magno. O folclore local afirma que Durandal ainda existe, preservada em Rocamadour, França, embutida em uma parede do penhasco. No século XII, os monges de Rocamadour alegaram que Roland jogou a espada no penhasco, ao invés de escondê-la embaixo de si mesmo. No entanto, os agentes de turismo locais dizem que essa espada é na verdade uma réplica da Durandal.
Durandal
O Cálice de Licurgo é um cálice de vidro fabricado na Roma Antiga durante o século IV e que possui a peculiar propriedade de mudar de cor conforme a direção em que é iluminado. O cálice fica da cor verde-jade quando é iluminado de frente, mas quando iluminado por trás, torna-se da cor vermelho-sangue. Essa propriedade intrigou os cientistas durante décadas, desde sua aquisição pelo Museu Britânico na década de 50 e permaneceu sendo um mistério até 1990, quando um grupo de pesquisadores ingleses examinou alguns pequenos fragmentos do mesmo e então desvendaram o mistério

Com a ajuda de um microscópio eletrônico, os pesquisadores observaram os fragmentos do vidro e descobriram que ele continha partículas de prata e de ouro com cerca de 50 nanômetros de diâmetro. Pra se ter uma idéia do tamanho dessas partículas, seriam necessárias mil delas para se alcançar o diâmetro de um grão de sal refinado. Com isso, pode-se dizer que os artesãos romanos foram os pioneiros no uso da nanotecnologia. A mistura exata dos metais preciosos sugere que os romanos tinham consciência do que estavam fazendo - "um feito incrível", disse um dos pesquisadores, o arqueólogo Ian Freestone, da University College London.
O Cálice de Licurgo recebeu este nome porque possui uma cena envolvendo a morte do rei Licurgo da Trácia. Licurgo era pai de Dryas, e opositor ferrenho de Dionísio (deus grego da festa e do vinho). Conta-se que certa vez Licurgo soube que Dionísio (ainda criança na época) e seus seguidores caminhavam pela Trácia tentando estabelecer seu culto, e então os perseguiu empunhando o seu machado. Licurgo consegue matar Ambrósia (principal seguidora de Dionísio), mas Dionísio e os demais conseguiram escapar pulando no mar, graças à ajuda da deusa Tétis.
Posteriormente, Dionísio amaldiçoou o reino de Licurgo com uma seca interminável, e fez com que Licurgo ficasse louco. Em seu acesso de loucura, matou sua esposa e também o seu filho Dryas, o qual confundiu com um ramo de hera (uma planta sagrada para Dionísio). Os súditos de Licurgo consultaram um oráculo e descobriram que a maldição lançada por Dionísio perduraria até que o rei Licurgo morresse. Assim, os súditos decidem matá-lo. As versões de sua morte são variadas: Alguns dizem que ele próprio cortou os próprios pés com seu machado antes de se matar; outros que Zeus infligiu-lhe a cegueira e o mesmo foi desprezado por todos, morrendo em miséria; ou que ele foi dilacerado por seus próprios cavalos; ou devorado pelas panteras do deus; ou envolto em vinhas e despachado para o reino dos mortos, onde ele seria eternamente estrangulado, apedrejado e atormentado por ménades e sátiros. Esta última é a cena representada no cálice.

Com a ajuda de um microscópio eletrônico, os pesquisadores observaram os fragmentos do vidro e descobriram que ele continha partículas de prata e de ouro com cerca de 50 nanômetros de diâmetro. Pra se ter uma idéia do tamanho dessas partículas, seriam necessárias mil delas para se alcançar o diâmetro de um grão de sal refinado. Com isso, pode-se dizer que os artesãos romanos foram os pioneiros no uso da nanotecnologia. A mistura exata dos metais preciosos sugere que os romanos tinham consciência do que estavam fazendo - "um feito incrível", disse um dos pesquisadores, o arqueólogo Ian Freestone, da University College London.
Origem do Nome
O Cálice de Licurgo recebeu este nome porque possui uma cena envolvendo a morte do rei Licurgo da Trácia. Licurgo era pai de Dryas, e opositor ferrenho de Dionísio (deus grego da festa e do vinho). Conta-se que certa vez Licurgo soube que Dionísio (ainda criança na época) e seus seguidores caminhavam pela Trácia tentando estabelecer seu culto, e então os perseguiu empunhando o seu machado. Licurgo consegue matar Ambrósia (principal seguidora de Dionísio), mas Dionísio e os demais conseguiram escapar pulando no mar, graças à ajuda da deusa Tétis.
Posteriormente, Dionísio amaldiçoou o reino de Licurgo com uma seca interminável, e fez com que Licurgo ficasse louco. Em seu acesso de loucura, matou sua esposa e também o seu filho Dryas, o qual confundiu com um ramo de hera (uma planta sagrada para Dionísio). Os súditos de Licurgo consultaram um oráculo e descobriram que a maldição lançada por Dionísio perduraria até que o rei Licurgo morresse. Assim, os súditos decidem matá-lo. As versões de sua morte são variadas: Alguns dizem que ele próprio cortou os próprios pés com seu machado antes de se matar; outros que Zeus infligiu-lhe a cegueira e o mesmo foi desprezado por todos, morrendo em miséria; ou que ele foi dilacerado por seus próprios cavalos; ou devorado pelas panteras do deus; ou envolto em vinhas e despachado para o reino dos mortos, onde ele seria eternamente estrangulado, apedrejado e atormentado por ménades e sátiros. Esta última é a cena representada no cálice.
Cálice de Licurgo
A Espada de Goujian é um artefato arqueológico do período da Primavera e Outono (771 a 403 a.C.) encontrada em 1965, em Jiangling, província de Hubei, na China. Considerada um tesouro nacional, a espada é tão lendária para o povo chinês quanto a espada do Rei Artur é no Ocidente. Apesar de ter permanecido enterrada por mais de 2.000 anos, a espada manteve suas qualidades de corte intactas, além de não possuir nenhum sinal de ferrugem.Descoberta
De acordo com Weisi Tan, líder da equipe de arqueologia responsável pela escavação, a espada foi encontrada em uma tumba do Período dos Reinos Combatentes (770-467 a.C.). A equipe encontrou uma caixa de madeira preta, no lado esquerdo do esqueleto, que abrigava uma espada de bronze com a bainha. Todos ficaram chocados quando um dos arqueólogos finalmente tirou a espada, que era extraordinariamente bela e brilhante. Quando um dos membros da equipe tentou tocar a lâmina, seus dedos começaram a sangrar imediatamente após o contato.
Características da espada
A espada mede 55,7 centímetros de comprimento com uma lâmina de 4,6 centímetros de largura e 8,4 centímetros de comprimento da empunhadura. Cada lado da lâmina é decorada com turquesas. Ela contém algumas gravuras em baixo elevo e 11 círculos concêntricos situados a apenas 0,2 milímetros além da ponta do cabo. Na lâmina perto do punho, há oito caracteres antigos (tipo "selo") que se traduzem em: "Esta espada pertence à Goujian, o Rei do Estado de Yue".
Quem foi Goujian?
Goujian foi um imperador famoso na história chinesa que reinou sobre o Estado de Yue durante o Período da Primavera e Outono (770-476 a.C.). Apesar de seu reino ter sido derrotado pelo Estado de Wu, Goujian liderou seu exército para a vitória 10 anos depois. Sua história foi muito difundida na China e alguns dizem que a espada de Goujian foi a arma responsável pela restauração do estado derrotado.
Investigações
Além de seu valor histórico, muitos estudiosos também se interessaram em saber a razão da espada não ter enferrujado, tendo estado em um ambiente úmido por mais de 2.000 anos, e também como as decorações delicadas foram esculpidas na espada.
A analise científica mostrou que a espada é principalmente uma liga de bronze composta por cobre, estanho e uma pequena quantidade de alumínio, ferro, níquel e enxofre, e o padrão em flor era provavelmente um resultado de sulfuração. A proporção de cobre e estanho também varia em diferentes partes da espada. O corpo principal da espada é composto por mais cobre, o que reforça a sua tenacidade; já suas bordas (fios cortantes) são mais ricas em estanho, o que torna a espada muito afiada.
Na década de 1990, outra pesquisa revelou uma proporção elevada de enxofre em torno do padrão de flores e sulfeto de cobre, que é à prova de ferrugem. Aos cientistas a lâmina da superfície também têm encontrado vestígios de um tratamento químico utilizado para prevenir a ferrugem.
Devido a sua riqueza de detalhes, a espada seria muito difícil de ser reproduzida nos dias de hoje, mesmo com toda a tecnologia ao nosso dispor, fazendo da espada de Goujian um exemplo da fenomenal habilidade metalúrgica da antiga China.
Atualmente, a espada permanece em exposição no Museu Provincial de Hubei.
A Espada de Goujian
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