Jack o Estripador"Um dia os homens olharão para trás e dirão que dei à luz o século XX". (Jack, o estripador)

Jack, o Estripador pode não ter sido o primeiro assassino psicopata da história, mas sem dúvida é o mais famoso. Sua “obra” e o fato de sua identidade nunca ter sido descoberta originaram livros, filmes, documentários e quadrinhos. Seu nome foi tirado de uma carta, enviada à Agência Central de Notícias de Londres por alguém que se dizia o criminoso.

Suas vítimas sempre eram mulheres que ganhavam a vida como prostitutas. Os jornais, deram ampla cobertura ao caso, por causa da natureza selvagem dos crimes e ao fracasso da polícia em efetuar a captura do assassino.

Devido ao mistério em torno de Jack nunca ter sido desvendado, as lendas envolvendo seus crimes tornaram-se um emaranhado complexo de pesquisas históricas, teorias conspiratórias e folclores duvidosos. Diversos autores, historiadores e detetives amadores apresentaram hipóteses acerca da identidade do assassino e de suas vítimas.

Na época levantou-se a suspeita de que a polícia estaria ocultando informações para proteger o criminoso, que seria alguém da alta sociedade ou até mesmo um integrante da família real. Testes de DNA realizados nas cartas supostamente enviadas por Jack levantaram a hipótese de que o pintor britânico Walter Sickert as teria escrito, sendo o verdadeiro assassino. Mas o argumento foi considerado inconclusivo por historiadores.
Os seus assassinatos brutais permanecem desconcertantes, fascinantes e insolúveis, um século depois de serem cometidos. "Jack, o Estripador", iniciou o seu reinado de terror no ano de 1888 e com ele veio o receio e o pânico.

As mortes tinham características em comum: todas as vítimas estavam bêbadas ou haviam bebido, eram prostitutas e tinham o ventre dilacerado e os órgãos estripados. Teorias sugerem que, para não provocar barulho, as vítimas eram primeiro estranguladas, o que talvez explique a falta de sangue nos locais dos crimes. A remoção de órgãos internos de três vítimas levou oficiais da época a acreditarem que o assassino possuía conhecimentos anatômicos ou cirírgicos.

Não é certo o número de mulheres assassinadas pelo Estripador. O número mais aceito é o de cinco vítimas, mas há versões que apontam de quatro a sete mortes.

1º - O primeiro crime atribuído a ele ocorreu no dia 31 de agosto de 1888, na viela Buck’s Row. O Estripador agarrou-a por trás e tapou-lhe a boca com a mão, tendo, depois, lhe cortado a garganta. Um homem a caminho do trabalho encontrou o corpo de Mary Anne Nichols, conhecida como Polly, na calçada. A garganta estava cortada de uma orelha a outra, e a lâmina penetrou até a coluna vertebral. O crime foi atribuído a uma gangue de exploradores de prostitutas.

2º - O segundo assassinato ocorreu em 8 de setembro do mesmo ano. O corpo de Annie Chapman foi encontrado por um morador de uma pensão, a cinco metros de Buck's Row. A cabeça estava praticamente separada do corpo e seus anéis e dinheiro estavam intactos e colocados ordenadamente junto aos restos mortais do cadáver. Correu o boato que o criminoso trazia as suas facas numa pequena mala preta o que originou uma autêntica perseguição a quem transportava malas desse tipo. A policia prendeu dezenas de suspeitos inocentes, mas o Estripador não deixara qualquer pista. A investigação policial não chegou a nenhuma pista importante, exceto a de que o punhal usado no crime correspondia ao do assassinato de Polly Nichols. A lâmina media entre 15 e 25 cm e tinha 2,5 cm de largura. O relatório concluiu, pelas características dos crimes, que o assassino possuía conhecimentos de anatomia e que o criminoso era canhoto. Um cirurgião da policia declarou que os crimes tinham sido efetuados com destreza e bastante perícia.

Jack o Estripador3º -Em 30 de setembro, Estripador esfaqueou mais duas mulheres e deixou o que constituí provavelmente a única pista da sua sinistra carreira. Por detrás do nº 40 de Berner Street foi encontrada Elizabeth Stride com a garganta aberta e jorrando sangue. Outra morte foi cometida naquela mesma noite.


4º - O cadáver de Catherine Eddowes foi encontrado e jazia alguns minutos daquele local, o mais mutilado de todos. O rasto de sangue estendia-se desde o corpo que se encontrava virado de costas, quase irreconhecível com a garganta cortada e um outro corte seguido do reto ao esterno sem uma parte da orelha direita além disso a extremidade do nariz também havia sido cortada, até à porta onde alguém escrevera a giz " Os judeus não são culpados de nada". Seria o Estripador um judeu que se vingava de um mundo que o perseguia? Ou tratava-se de um juiz enlouquecido que se tornara o seu próprio carrasco? A mensagem, fosse qual fosse o seu significado, poderia ter sido vital. Mas nunca foi devidamente estudada, pois, misteriosa e inexplicavelmente, o chefe da policia, Sir Charles Warren, ordenou que fosse apagada.


5ª - No dia 9 de Novembro o assassino volta a atacar, um cobrador de aluguel bate à porta de uma das pensões em que tinha inquilinos. Na ausência de respostas, olha pelo vidro da janela e avista um corpo na cama e uma poça de sangue no chão. A vítima é uma jovem de 25 anos chamada Mary Kelly e seu corpo foi encontrado, desmembrado, no seu quarto. A cabeça estava praticamente separada do resto do corpo e o rosto, irreconhecível. Mary foi pelo que se julga, a última vitima do Estripador, que não voltou a repetir os seus crimes.

A Carta

Em Abril de 2001, a Grã-Bretanha revela uma carta que estava esquecida nos arquivos da Scotland Yard. Estava datada de 28 de outubro de 1888, no auge da fama do assassino e foi endereçada a Thomas Horrocks Openshaw, médico legista do Museu de Patologia do Hospital de Whitechapel. Não por coincidência, Openshaw foi o encarregado de examinar o cadáver de Catherine Eddwes, uma das vítimas do estripador. Na carta o autor lamenta ter sido atrapalhado pela polícia momentos antes de um novo crime, e promete atacar novamente. As autoridades consideram a carta um dos maiores indícios da existência de Jack.
Sua carta dizia o seguinte: 
"Velho chefe, iria mandar um rim esquerdo para o seu hospital, após cravar meu punhal na sua garganta (da vítima). Mas a maldita polícia chegou e estragou tudo...", relatou o criminoso, para em seguida sair com uma tirada irônica: "Você já viu o diabo em seu microscópio, quando coloca um rim na lente?"
"Jack" terminou a carta com a seguinte ameaça:
"Acredito que logo voltarei ao trabalho e lhe enviarei um pouco mais de tripas."

Filme
Jack o Estripador

Um dos filmes baseado nesse serial é "Do Inferno" (“From Hell” o mesmo nome com o qual a carta citada acima ficou conhecida), que mostra a trajetória de Jack em Londres no ano de 1888 e a história de um policial que se apaixona por uma prostituta que seria vitimada por Jack.


Teorias

Novas teorias sobre Jack aparecem a todo momento, a última delas pertence a Andrew Cook, um historiador britânico que diz que na verdade tudo não passou de uma invenção para vender mais jornais. No livro "Jack, o Estripador: Caso Encerrado" Cook afirma que Jack é um personagem de ficção inventado pelos jornalistas e que os crimes de 1888, foram obra de diferentes homens, sem nenhuma ligação entre eles. O foco principal do livro é o jornal "The Star", lançado pouco antes de os assassinatos começarem e que foi o primeiro a sugerir um "serial killer". Coincidência ou não, o "Star" viu sua circulação aumentar em 232 mil exemplares durante o período em que noticiou à exaustão os crimes atribuídos a Jack.

Jack o Estripador

Depois que ele e seu irmão Jeff se mudaram para seu novo bairro, eles estavam indo para a nova escola até que alguns garotos, Randy, Keith e Troy pararem-nos e começou a insultá-los e dar-lhes pontapés que foram interrompidos com os valentões puxado para fora suas facas, um deles tomou carteira de Liu que foi quando seu irmão Jeff começou a atacá-los, depois da luta, Liu ficou espantado e chocado com o que aconteceu ele decidiu manter tudo em segredo, até o dia seguinte, quando dois oficiais vieram à sua porta e começaram a questionar Jeff.  

Homicidal Liu

Homicidal Liu

-Ela era uma garota muito peculiar, daquelas que não se vê igual, seus olhos eram cor de mel, e gostava muito de brincar com fogo. Ela sempre usava uma camisa preta de manga longa com capuz. Quando não estava com o capuz era possível notar o quão comprido eram seus cabelos pretos. Sempre usava também calça jeans preta e uma bota de couro preta – Explicava Leon para os oficiais que o interrogavam em sua casa.

Ígnea - A Proxy

Talvez você não saiba, mas nos Estados Unidos existe uma instituição de caridade chamada “Ronald McDonald’s House” traduzindo, “Casa Ronald McDonald’s”. Eles proporcionam reabilitação para famílias de crianças doentes quanto eles estão no hospital. Parece uma boa ação, certo?
Porém, há um outro lado. Há um outro tipo de Casa Ronald McDonald’s que muitas pessoas não conhecem.
Há pelo menos uma em casa cidade grande. Você não vai encontrá-la facilmente. Ela não tem endereço. Ela não tem uma placa na fachada informando que é lá.

A única maneira que você vai encontrar, é se você for levado para lá.

Foi assim que eu encontrei.

Deixe-me contar do inicio.
Eu nunca conheci meus pais verdadeiros. Eu estive dentro e fora de famílias de acolhimento e grupo de casa aqui em Detroid desde que eu era criança. Tenho 15 anos agora e eu sou o que eles chamam de garoto mau. Estou sempre causando problemas, sempre sendo expulso de alguma família e adotada por outra que acha que pode me ajudar. Eu sempre provo que estão errados.

Minha assistente social sentou do outro lado da mesa de metal preto, parecendo cansada e exausta. Em cima da mesa entre nó estava um envelope pardo, provavelmente meus documentos de adoção.

- Bem, sua reputação de garoto mau continua – Disse ela – Agora você só tem duas opções: Escola militar ou a Casa Ronald McDonald’s, que milagrosamente aceitou te receber.

Eu não tenho paciência para sargentos e acordar as 5 horas de manhã. E quão ruim poderia ser uma casa de recuperação em homenagem a um palhaço de fast food? Casa Ronald McDonald’s, eu disse.

Nuvens escuras pairavam acima de mim no dia que subi na traseira do carro para atravessar a cidade com minha assistente social. Meus poucos pertences estavam na mochila e a única roupa que eu tinha eu já estava usando. Um dos pertences que eu tinha era um álbum de fotografias, com fotos de todas as famílias que haviam me acolhido até agora. Era bom lembrar de alguns deles, mesmo que eu de alguma forma decepcionei cada um deles.

- Eu tive alguns casos que passaram pela Casa Ronald McDonald’s -  Disse a assistente social do banco da frente – Algo lá dentro ocorre bem para as crianças, eu nunca tive que transferi-los para outro lugar. Na verdade, a instituição assumi todas as responsabilidades e documentação por suas crianças, então provavelmente nunca mais nos veremos.

Ela dirigiu até o centro da cidade, passando por todos os lugares que já conhecia. Eu tinha sido expulso de uma casa de acolhimento fora da cidade, porque eu fui para o centro com algumas crianças vizinhas para esgueirar-se em um bar de mergulho. Bons tempos.

- Bem, aqui estamos nós.
O carro parou .

Eu olhei para fora da janela. Tínhamos estacionado na frente de um edifício cinza, sem janelas, prensado entre dois edifícios industriais em uma rua estreita da cidade. Notei que não havia fachada em nenhum dos prédios da rua, nem numeração. Não havia qualquer sinal de identificação.

-Tem certeza? – Eu perguntei, hesitando quando abri a porta do carro e sai do banco de trás. Pendurei minha mochila por cima do meu ombro, agarrando firmemente a cinta e segui a assistente social até as portas de metal. Ela apertou a campainha e falou com alguém no interior, com um click as portas destrancaram e nós entramos.
Assim que as portas de metal se fecharam atrás de nós, eu notei um silêncio profundo. É um tipo de silêncio tão opressivo e vazio que quase ensurdece você.
Do outro lado do saguão mal iluminado, havia uma janela de vidro com alguém dentro. Uma secretária. Ela se virou, digitando algo atentamente. Caminhamos até a janela. A assistente social tocou a campainha em cima do balcão e a secretária girou em sua cadeira.

O rosto dela estava pintada como um palhaço
Como Ronald McDonald’s , na verdade.
Ela tinha um cabelo curto e encaracolado e usava um vestido branco, típico de enfermeira.
Eu queria rir de quão bizarro era, mas não podia. Um calafrio desceu minha espinha. Algo estava errado. Eu observava a enfermeira e minha assistente social interagindo, a papelada foi entregue pela janela. A assistente social deslizou meus arquivos sob o vidro, enquanto a enfermeira deslizava alguns papéis para assinar.
Quando minha assistente social assinou os papéis, a enfermeira olhou para mim. O sorriso dela deveria ter sido quente e acolhedor... mas tudo que vi em seus olhos era fome.

- Eu não posso ficar aqui! – Eu gritei alto – Me leve para escola militar! POR FAVOR!

Qual o problema querido? – A enfermeira perguntou com a voz abafada ligeiramente pelo vidro – Medo de palhaços?

Olhei em seus olhos famintos. Agora havia um brilho malicioso quando ela riu. Minha assistente social riu distraidamente também e disse:
- Agora não faça escândalo Você odiaria a escola militar. Além do mais, isso vai ser bom para você!

-Isso mesmo – Disse a enfermeira palhaça – Isso vai ser muito bom para você.
Antes que eu pudesse protestar, ouvi um estrondo atrás de mim.
Virei-me para ver uma porta aberta, no canto mais distante da entrada, à esquerda da janela da recepção. Não havia ninguém lá, apenas a luz inundando a partir da porta.

Então as sobras rastejantes, estridentes, ecoando risadas e sombras que cresceram ao longo da parede no interior da porta.

- Oh! aí vem o comitê de boas-vindas ! – Disse a assistente social.

Enquanto eu olhava com horror, segurando a alça da minha mochila, minha assistente social me deu um tapinha no ombro pela ultima vez e disse:
- Não se preocupe querido. Vai ser diferente dessa vez. Você vai se sentir em casa aqui, eu prometo.
Ela se virou para sair, eu senti uma agitação no meu estômago.

-Não – Eu disse desesperadamente – Você não pode me deixar aqui!
- Ah não, eu tenho que ir. Eu nunca gostei de palhaços.

E com isso ela me deixou lá. As portas de metal bateu atrás dela e eu estava sozinho.

Eu enfrentei a porta aberta pela recepção novamente. As sombras quase entrou na sala e as risadas começou a preencher o silêncio do hall.
Corri para a porta da frente. Bati, puxei, empurrei e grite. Gritei por socorro, gritei para minha assistente social,  gritava por ajuda para que alguém me ajuda-se

Me virei para ver a enfermeira atrás da janela de vidro sorrindo para mim de novo.
E em seguida, eles entraram, todos rindo ao mesmo  tempo.
Um grupo de enfermeiras rindo com os rostos de palhaço e cabelos ruivos. Alguns homens, algumas mulheres, mas todos com a mesma maquiagem aterradora do Ronald McDonald’s. E sob a luz fraca do lobby, eu pude ver o brilho de ferramentas de metal em suas mãos.  Na parte de trás tinha um par de enfermeiros palhaços rolando uma maca de hospital.

- Saiam de perto de mim – eu gritei. Bati nas portas de metal novamente. – Deixe-me sair daqui!
Eles me cercaram. Me agarraram enquanto eu me debatia, gritara e tentava me afastar. Eles riam mais alto enquanto eu chutava. Eles me amarraram na maca de rolamento.
Eu olhei ao redor freneticamente. Eu estava cercado.

- Deixe-me ir! – Eu gritei, me torcendo, girando e tentando puxar as restrições.
Eles me levaram pela porta aberta e por um corredor branco, aparentemente interminável. Eles riram e riram e riram. Eles acenaram seus bisturis brilhantes, navalhas de barbear e agulhas a poucos centímetros do meu rosto, só pra me fazer recuar e gritar. Isso fez eles rirem ainda mais.
A última coisa que me lembro antes deles finalmente injetar uma agulha em mim, foram dedos enluvados cutucando dentro de minha boca e puxando para os lados, distorcendo meus gritos e me forçando um sorriso pouco natural. Estava quente por causa de uma respiração na minha cara, ouvi apenas um sussurro em uma voz pervertida falando as palavras:
- Nós gostaríamos de te fazer sorrir!

Então um sorriso maníaco começou a se formar naturalmente em minha boca e tudo escureceu.

Eu abri meus olhos, estava cego por luzes brilhantes acima do meu rosto. Eu afastei as luzes florescentes, olhei ao redor.

Eu estava em uma célula. Parede brancas bem altas coberto de marcas, arranhões e manchas vermelhas. Uma pequena fuga no canto do piso, meu banheiro talvez. Uma porta sem janelas, e no chão perto da porta, minha mochila.

Eu tentei me sentar. Meu corpo ainda doía, minha visão começou a girar. Queria saber com que eles me drogaram pra eu me sentir assim.
Eu estava tremendo. Olhei para baixo, eu não estava mais com minhas roupas antigas, eu estava usando um vestido de hospital rasgado e sujo.

Eu ouvi fracos sons abafados de algum lugar do prédio. Soou como gritos
Eu tentei me levantar, mas não consegui manter o equilíbrio. Minha visão estava começando a estabilizar, mas meu corpo eu ainda sentia como se fosse borracha. Cai de joelhos e me arrastei até minha mochila.

Antes de ir até a mochila, eu tentei abrir a porta, mas como eu esperava, estava trancada.
Eu cai no chão ao lado da minha mochila e abri o zíper.
Tudo que restava dentro era o álbum de fotos. Eles tinha tomado meus cadernos, canetas e meu celular, como era de se esperar.

Eu abri o álbum de fotos. Mas em vez das fotos que estavam antes, fotos minhas com famílias que me adotaram anteriormente, fotos onde eu tentava ficar feliz, em vez de todas essas fotos... agora eram fotos de cena de crime. E eu reconheci cada uma das vítimas, eram todas minhas ex-famílias adotivas, brutalmente assassinados e cobertos de sangue.
Meu coração disparou e meu estômago se revirou. Eu comecei a avançar as páginas mais rápido. Cada página, uma nova foto, uma nova família, mais carnificina. Reconheci o rosto e o interior de suas casas. Eu tinha vivido com todas essas pessoas. E agora eles estavam todos mortos.

Eu cheguei nas ultimas páginas.

Uma foto de uma casa à noite.

Em seguida, A janela de uma casa.

Uma foto dentro da casa.

Um corredor escuro, com uma luz que vinha de uma porta.

Em seguida, uma foto da minha assistente social escovando os dentes em seu espelho do banheiro.

Em seguida, uma foto dela olhando para a câmera aterrorizada.

Em seguida, uma foto da assistente social, nua, coberto de seu próprio sangue, contorcida em uma posição não natural em sua banheira.

Virei-me para a última página . Escrito no interior da tampa traseira do álbum de fotos apenas três palavras.

VOCÊ
NUNCA
EXISTIU
  
Eu senti bile subindo no meu estômago. Eu joguei o livro no chão e se arrastou até o buraco no chão e vomitei.

Eles estavam certos. Todos que me conheciam estavam mortos, era como se eu nunca tivesse existido.

Ouvi mais fraco gritos ao longe. Eu sabia que tinha que sair dali.

Limpei o vômito do meu rosto com o vestido do hospital e me arrastou de volta para minha mochila. Esperando que eles não tinha encontrado a minha arma secreta. Eu descompactei o bolso da frente e estendi a mão para a parte inferior, meus dedos raspando o tecido. Com certeza, lá estava, quase indetectável. Grampos que uso para invadir casas e roubar coisas. Como eu te disse, eu sou um garoto mau.

Encostei meu ouvido na porta para escutar. Eu podia ouvir passos se aproximando. Mas assim os passos continuaram e desapareceram na outra direção. Eu sabia que tinha que trabalhar rápido. Eu sacudi o punho com o grampo na fechadura e com a outra mão mexi na maçaneta. Foi surpreendentemente simples.

Segurando a alça, eu lentamente me levantei. Eu podia me manter equilibrado agora. Eu puxei a porta apenas alguns milímetros para ver do outro lado.
Uma enfermeira palhaço correu passando em frente a porta. Meu coração quase parou. Mas ela não me notou.

Eu coloquei a minha cabeça para fora da porta. Corredores brancos aparentemente interminável em qualquer direção. Os gritos distantes eram mais alto agora, vindo de todos os lados.

Respirando fundo, eu entrei no corredor e fechei a porta atrás de mim. Eu decidi ir para a direita. Passando por portas, todas idênticas, eu ouvi os gritos e soluços vindo de trás de cada uma. Eu parei por um momento em uma porta. Eu ouvi o choro de uma criança dentro. Eu balancei a maçaneta para ver se eu poderia ajuda-lo. Mas estava trancada.

Eu continuei meu caminho, olhando atrás de mim a cada poucos segundos para garantir que nenhuma das enfermeiras me viram pelos corredores. Então eu passei um conjunto de portas duplas brancas. Eu parei por um momento.

A palavra playplace foi escrita em letras altas e colorias, finas no sentido da largura de duas portas. Eu ouvi mais gritos vindo de dentro, os gritos de várias pessoas. E um riso. Um insano riso estridente de enfermeiras palhaços. Eu estremeci. Eu tinha medo de descobrir que tipo de tortura estava acontecendo lá dentro. E eu sabia que tinha que manter meu caminho.

Eu vi uma porta à frente com um símbolo de escada. Eu fui para lá.

Quando abri a porta, olhei para trás e vi dois enfermeiros palhaço emergentes da sala de playplace. Suas roupas de enfermeiros brancos estavam cobertos de manchas de sangue. Eu rapidamente me fechei para a escada, esperando que eles não tinham me notado.

A escada estava mal iluminada, com paredes de cimento e grades enferrujadas. Olhei para trás para a porta que eu tinha acabado de fechar. Tinha um número 5 em vermelho na porta, por isso deveria estar no 5 º andar. Eu decidi que tinha de chegar ao nível do solo.

Cada passo ecoou quando eu comecei a descer as escadas. Eu não conseguia ouvir mais os gritos, apenas um, o som baixo zumbido profundo, como tubulações nas paredes. Foi uma pausa bem-vinda.

Eu finalmente cheguei à porta número 1. A escada ainda parecia descer alguns andares mais baixos, mas eu parei aqui e lentamente espiei pela porta. Mais corredores brancos. Não há enfermeiros palhaços para serem vistos. Deveriam estar longe.

Entrei pela porta e sai para o corredor. Eu percebi que não ouvia qualquer grito neste piso. Apenas o zumbido das luzes do tubo fluorescente acima.

Eu fui para o final do corredor e outro conjunto de portas duplas. Uma grande cruz vermelha, o tipo que você veria em um suporte de salva-vidas ou um kit de primeiros socorros, foi pintado em toda a largura das portas. Eu pressionei meu ouvido na porta. Tudo o que eu ouvi foi um pulso lento, cadenciado como uma máquina no trabalho. E  fracamente, um sinal sonoro.... como você ouviria em um quarto de hospital.

Eu sabia que não deveria abrir a porta. Eu sabia que isso não era a saída, eu sabia que eu deveria continuar procurando.

Mas eu tinha que ver.

Virei a maçaneta. Não estava trancada. Olhei para dentro.

Era um quarto branco cavernoso. Lâmpadas fluorescentes piscaram e acenderam. Vi fios pendurados por toda parte e...

E... pendurado no teto, enfileirados...

Crianças. Crianças em vestidos do hospital como o meu, ligado a cruzes de madeira brancas fixadas no teto. Literalmente crucificado.

Eles ficaram em silêncio. Suas cabeças caídas para a frente, com os olhos fechados ou olhando para o nada. Alguns pareciam se contorcer um pouco. Suas cruzes balançou frente e para trás muito ligeiramente.

E os fios de suspensão... eles não eram fios. Eram tubos intravenosos ligados aos pulsos das crianças. Tubos sugando seu sangue.

Eu quase vomitei de novo ali mesmo.

No centro da sala, em meio às fileiras de cruzes penduradas, eu podia ver onde o som pulsante rítmica veio. Um cilindro de aço enorme, que parecia estar recolhendo o sangue de todos os tubos de emaranhados que pendiam dos pulsos das crianças.

Eu abri minha boca para gritar...Para chorar de raiva...

Tudo o que eu podia dizer era : "Que porra é essa?"

Foi quando os alarmes começaram a soar. Um barulhento, penetrante, como as sirenes da polícia do inferno. Eles devem ter percebido minha ausência.

Fechei as portas e freneticamente olhei ao redor do corredor para ver se alguém estava chegando. Ainda não me encontraram. Eu corri para a escada.

Assim que entrei na escada, ouvi risadas de cima. Ecoando ao longo da escada. As enfermeiras palhaço estavam chegando.

Eu tropecei para as escadas o mais rápido que pude. Devo ter descido mais três andares antes de eu chegar no porão. Eu me vi correndo através de um corredor de esgoto do tipo escuro, com pequenas lâmpadas gerais a cada 10 metros ou mais. O cheiro de carne podre decadência  cresceu mais e mais, pungente enquanto eu corria.

O riso continuou atrás de mim. Eu consegui olhar para trás e ver um grupo deles correndo atrás de mim. Vi-os vir para a luz e em seguida, tornar-se silhuetas de novo, seus rostos sorridentes e reluzentes, facas e agulhas empurrando minha adrenalina ao máximo. Corri passando por empilhados e apodrecidos cadáveres. Mas eu não podia parar. Eu não conseguia pensar em nada além de escapar.

Eu virei a esquina e me vi de frente para os degraus de metal de uma escada na parede. Subi até a minha cabeça bateu no teto.

Abaixo de mim, as sombras e risos se aproximava. Seus passos desaceleraram. Eles estavam perto e eles sabiam disso.

Eu empurrei para o teto acima de mim, levantando para cima, ofegando e gritando. Os palhaços estavam abaixo de mim, rindo e acenando seus bisturis. Algo cortou minha perna. Eu gritei e empurrou uma última vez.

O teto cedeu como uma tampa de bueiro no asfalto acima. Uma abertura circular. Saí e freneticamente empurrou a tampa de bueiro para trás por cima do buraco, bloqueando o riso das enfermeiras palhaço abaixo.

Eu fiquei lá em cima da tampa de bueiro por alguns minutos enquanto eu recuperava meu fôlego. A chuva caiu sobre a minha pele. O céu noturno turbulento acima foi uma visão bem-vinda.

Olhei em volta. Edifícios abandonados, vidros quebrados. Sem luzes. Não há carros. Não há sinal de qualquer vida em todo lugar.

A sirene da polícia em algum lugar distante. Depois o silêncio. Uma cidade fantasma urbana.

Eu me levantei. A dor atravessou minha perna. Olhei para baixo e vi o corte no meu tornozelo, onde uma enfermeira palhaço tinha me cortado.

Mancando o melhor que pude, comecei a andar.

- Olá? - Eu gritei para fora. A única resposta foi um distante trovão. - Alguém ME AJUDE POR FAVOR !

O meu pé pisou em algo macio. Olhei para baixo. Um jornal. Eu peguei do asfalto molhado. A maior parte da tinta tinha desaparecido, mas eu era capaz de ler a data: 22 de março de 2006.

Eu joguei o jornal de volta, um pavor gelado encheu meu estômago. Eu continuei andando .

- Alguém pode me ouvir? POR FAVOR! Qualquer pessoa...Por favor...

Minhas palavras se desvaneceu com soluços delirantes. Fiquei parado por um momento. A chuva havia encharcado o meu vestido do hospital fino. Eu tremia enquanto o vento soprava .

Então, eu vi uma luz na distância. Era uma grande letra amarela, a letra "M" no céu. A logomarca do McDonald’s, Claro. Eu manquei em direção a ela.

Quando eu cheguei ao McDonald’s, eu vi que além do M, o resto do edifício estava completamente escuro. Eu andei cautelosamente em direção às janelas quebradas e olhei para dentro.

Eu me virei e examinei o playplace, parque infantil ao ar livre. Dez pés de estruturas altas de tubos coloridos para as crianças brincarem. Sentado em um dos bancos era uma figura familiar. A estátua de Ronald McDonald’s. Você sabe, aquele onde você poderia sentar-se ao lado dele e parece que ele tem o braço em volta dos ombros. As pessoas gostam de tirar fotos ao lado dele.

Eu estremeci com a visão.

As portas estavam destrancadas. Entrei para sair da chuva. Silêncio. Escuridão.

Notei que a decoração não era como o McDonald’s moderno "Era da mesma forma que era na década de 80, com as cabines de plástico branco e as telhas vermelhas e amarelas. O vento parecia sussurrar através das janelas quebradas.

Notei algo no balcão da frente. Um retângulo preto. Cheguei mais perto. Um notebook praticamente novo. Deixei escapar uma risada suave, delirante. Eu sabia o que deveria fazer.

Então eu peguei o computador, fui para fora e me sentei ao lado da estátua de Ronald. Abri o laptop e comecei a escrever esta história. A chuva está caindo sobre as teclas, mas eu não me importo. Não há mais nada a fazer senão esperar.

Porque eu tenho observado, no canto do meu olho... Ronald está tentando olhar por cima do meu ombro.

Ele está rindo agora.

Tudo que posso fazer é rir junto com ele.

A Casa Ronald Mc’Donalds

Elisabeth The Killer
Elisabeth era uma jovem de 18 anos, tinha cabelo castanho e lindos olhos verdes, tão lindos que eles brilhavam, Elisabeth era uma jovem amigável, alegre, curiosa, esperta e conselheira ela era muito amada pela vizinhança, seu sorriso fazia todos a sua volta sorrirem, ela ajudava a todos, era gentil, ela era uma jovem de ouro para a vizinhança.

Elisabeth The Killer


Jeff The Killer Vs Jane The KillerEm uma noite quente de verão em torno de
04:33 da madrugada, Jeff levou outra vitima desse vez uma mulher jovem e seu marido, o único sobrevivente foi um bebê, que Jeff teve a piedade de deixar vivo, a policia acabou de descobrir o bebê chorando em seu berço, ao lado da criança a policia também encontrou também encontrou uma carta em uns mantimentos de papel preto e um celular, iluminado sobre o cobertor da criança a babá que estava trancada no armário durante todo tempo alegou que ela sentiu um cheiro persistente de um perfume feminino barato e encontrou também glitter no corpo no berço do bebê, mas quem foi, após algum tempo, a policia foi capaz de decifrar a escrita  na nota.

NOTA

Jeff

Se você está lendo isso, sabe que não importa quantas vitimas inocentes reclamarem ou quanto sangue inocente derramado você fará, eu ainda estou vindo para você no final, todos os homens e mulheres que tão cruelmente abatidos, eu faço por você, eu não os mato por que eu os odeio, eu imaginava oque você faria com as vitimas se você fosse como eu, tomando as suas vidas, foi a mera visão de você que me fez mata-los, meus olhos negros podem fazer parecer que eu sou desprovida de visão, mas eu não sou idiota, basta lembrar da noite em que você invade um quarto de uma menina pobre, quando eu chegar até você, o mau irá lutar contra o mau, o vencedor, mata tudo. E você não vai sair vivo.

Assinado
Jane The Killer

Jeff estava de volta aos jornais, após o ocorrido a sei meses atrás, após fugir da policia com ajuda de um homem de terno cuja a face não foi identificada pelas câmeras, a policia voltou a procura-lo com mais intensidade., e foi publicado nos maiores jornais do país.

Jeff tomava sua gloria, mas pela mão de outra pessoa, a pessoa se denominava Jane a Assassina, Jeff estava com ódio, irado pelos acontecimentos enviou uma carta aos jornais pela 1ª vez, arriscando ser pego pela policia e FBI que estava em sua cola, Jeff enviou a seguinte carta ao jornal.

NOTA
Cara impostora,

Não sei quem és e não tenho interesse nenhum em encontra-la, a não ser para arrancar seu coração e come-lo lentamente para puni-la de todos os seus atos imundos, você se acha capaz de me imitar, imitar a minha arte, a arte que eu criei aos poucos, matando um por um calmamente sem pressa, cada vitima para mim é especial, uma obra prima como diria um grande amigo meu, eu mato por instinto, mato pela minha natureza agressiva e violenta, não mate em meu nome nunca mais, não utilize meu nome sagrado em sua boca podre, melhor não imitar a minha arte, se não eu irei caça-la pouco a pouco, até chegar o momento em que farei você engolir sua língua por essas ameaças podres, e aviso a todos que estão lendo essa carta por esse jornal, cuidado na hora de dormir, pois estarei lá para dizer pra vocês...shhhhhh...Vá dormir.

Assinado
Jeff The Killer

Agora havia uma mulher no qual imitava o trabalho de Jeff, uma pupila que segue seu mentor fielmente, sem questionar. O número de vitimas aumentou assombrosa e gradualmente, pois Jeff estava competindo com Jane pra ver quem faria o crime perfeito, a obra-prima de um assassino em série. Muito tempo se passou, era uma noite muito fria, Jeff invadiu a casa da família Brown as 02:40 da manhã, subiu calmamente as escadas até chegar ao quarto do filho caçula, já que seus pais já estavam mortos a uma hora nos seus quartos, as suas cabeças arrancadas e seus órgãos genitais também, Jeff sentou na beira da cama, cortou levemente o pé da criança que acordou chorando, então Jeff sorriu com aquele sorriso psicótico, tampou a boca dela e disse.

-Olá minha criança, sabia que eu já fui lindo como você, mas era uma falsa beleza, eu vivia preso a coisas que não pertenciam a mim. Hoje eu liberei o meu interior, liberei o meu demônio e agora é a sua hora de ser liberto dessa vida patéti...

-NÃO VÁ DORMIR,JEFF É A SUA VEZ DE DORMIR.

Quem tinha gritado isso violentamente era Jane com uma faca afiada indo para cima de Jeff de uma forma totalmente agressiva e psicótica, então Jeff olha para ela, olha para toda a sua insignificância e diz.

-Hahahahaha...Então essa é você! Você é patética, hahahahahaha.

-Eu irei te matar, eu irei te mostrar o significado de dor.

-Dor, hahahaha, dor, eu causo a dor, eu sou a dor.

Então Jeff feriu o braço de Jane, que caiu no chão ferida, então Jeff subiu lentamente sobre o corpo daquela garota e olhou em seus olhos. Por algum motivo o Inferno tremeu naquele momento, Jane e Jeff entenderam um ao outro de sua forma, Jane então passou a mão lentamente no rosto de Jeff, seu rosto todo cortado, sangue em seu rosto, aquele olhar cruel, aquele olhar onde toda a alegria do mundo foi embora, então Jane disse.

-Você, você é lindo, eu entendo você, seu ódio, a sua dor..

-O que você está falando, cale a sua boca agora, eu não sou isso, eu sou o mau encarnado ,não mexa comigo, não trisque em mim.

-Eu te entendo, fique comigo ,eu preciso de você.

Por algum motivo, ela despertou algo que Jeff não sentia, algo que ele jamais iria entender, então ele teve coragem de beijar e se aproximar de alguém pela primeira vez, ela foi beijando Jeff e passando a língua em sua boca e sentindo o gosto de sangue que Jeff possuía, então ela olhou para ele e disse.

-Vamos fazer juntos a nossa obra-prima.

Então Jeff e Jane levantaram, Jane estava com um braço ferido mas conseguia mover e utilizar a faca, então Jeff começou a cortar a criança pouco apouco tirando o sangue dela, Jeff  toda hora falava.

-SHHHH...Vá dormir

Então Jane falava.

Não...Não durma.

Os dois continuaram durante três horas brincando com aquela criança até que ela faleceu de exaustão e hemorragia, então Jeff percebeu que achou sua companheira, aquela que ele sempre procurou, que tinha o mesmo que ele, e agora eles irão fazer juntos a sua obra-prima, a obra-prima de espalhar o medo e o terror, causar dor e sofrimento aqueles que eles querem, então cuidado, por que a qualquer momento, em qualquer lugar, eles podem estar indo aí, exatamente agora enquanto você lê isso.

Jeff The Killer Vs Jane The Killer

23 de fevereiro do ano de 1999, 10:30 A.M


Meu nome é Jake, Sou uma criança de 14 anos (se é que pode chamar alguém de 14 anos de criança). Meus pais saíram de viagem e agora terei que ficar na casa da minha avó. Não neguei. Sempre gostei da minha avó (quem não gosta?).

Cheguei aqui e minha avó ficou feliz, pois ela sempre gostava quando eu aparecia. Pois depois que meu avô morreu, ela ficou depressiva e sua depressão acabava quando eu chegava. Eu era um tipo de “remédio” de depressão para ela. Mas não achava isso ruim, pois ela gosta muito de mim.
Cheguei e ela me recebeu com um bolo de chocolate.

25 de fevereiro, 09:01 A.M

Eu lembrei-me que a casa da minha avó tinha um sótão cheio de coisas velhas e interessantes.

Depois de xeretar e xeretar, achei algo bem interessante, um baú velho trancado, mas com algo dentro.

Perguntei para a minha avó sobre o baú, ela me disse que lá dentro tinha muitas coisas antigas e de muito valor, mas meu avô era o único que tinha a chave do baú. Depois que ele morreu, a chave do baú desapareceu.

Depois de usar um alicate e um maçarico (meu avô era mecânico) eu abri o cadeado que fechava o baú. Dentro do baú havia aparelhos antigos, fotos velhas e coisas do tipo. Mas no fundo do baú havia um brinquedo.

Era um palhaço de pelúcia em um estado horrível, ele estava coberto de mofo. Depois de lavar ele, pude ver suas características. Ele estava rasgado, com cores desbotadas, ele era preto e branco com áreas em vermelho-sangue, sua pelúcia estava se desgastando e ele tinha um enorme “BOINK” preto no tórax.

Minha avó disse que ele se chamava Palhaço Boink e disse que ela daria pra mim no meu aniversário de 5 anos, mas ela o perdeu e não sabia que ele estava dentro do baú. Mas ela me disse que quando comprou ele, a loja onde ela comprou sumiu misteriosamente.
Mas resolvi guardar o boneco, alguma coisa me atrai nele!

26 de fevereiro, 14:26 P.M

Depois de verificar o palhaço, achei algo nas costas dele. Era um fio para fazer o palhaço falar. Quando puxei o fio, ele emitiu muitos ruídos estranhos e falava enrolado. Depois de puxar muito, pude ouvir ele falar “DIE” . Achei que era minha imaginação.

27 de fevereiro, 02:39 A.M


Eu acordei com um ruído muito parecido com o do palhaço, era o palhaço falando. Mas como ele estava falando se ninguém puxou o fio dele e eram 2:39 da manha?

09:03 A.M

Quando acordei hoje de manhã, o palhaço não estava no meu quarto, minha avó disse que tinha levado o palhaço para consertar devido ao palhaço falar sozinho e emitir muitos ruídos estranhos.

01 de março, 13:01 P.M

Faz dois dias que o palhaço não voltou. Fui á loja de brinquedos onde minha avó mandou o palhaço para consertar. Quando cheguei lá, as portas estavam abertas. O dono não tinha medo dos ladrões?

Quando entrei, atrás do balcão, tinha algo que não saíra da minha cabeça.

O dono da loja estava morto. Suas costelas estavam abertas, suas tripas estavam pra fora e suas mãos e pés foram removidos e colocados numa posição no qual os pés estavam no lugar das mãos e as mãos estavam no lugar dos pés.

Chamei a polícia, mas o estranho, é que os policiais não acharam impressões digitais, não acharam pegadas e não acharam a arma do crime, então, como ele morreu?

Peguei o palhaço e fui embora.

02 de março, 03:01 A.M

O palhaço está falando sozinho de novo. Mas sua voz está mais distorcida.

08 de março, 12:59 A.M

Não aguento mais! Esse palhaço sempre fica falando sozinho e sua voz se distorce mais a cada noite!

Vou guardar ele no sótão, deste jeito, posso dormir em paz!
09 de março, 15:23 P.M

Quando fui ao sótão, o palhaço não estava lá. Perguntei á minha avó sobre ele, mas ela não sabe onde ele está.
Isso está ficando estranho.

13 de março, 19:00 P.M

Até hoje não achei o palhaço. Ele está sumido. Mas achei minha avó chorando no quarto dela, achei que era por causa do meu avô, mas ela não parava.

Depois achei algo estranho, eu me virei e vi minha avó estava olhando pra mim de forma estranha. Ela avançou contra mim e me pegou. Ela me levantou e começou a me estrangular. Ela apertava muito, então resolvi apagar para ela parar.

Quando ela parou, eu fui ao quarto dela e vi ela de quatro em um pentagrama, ela pegou uma faca e se matou!

Quando ela caiu, eu vi o palhaço. Ele andava! Ele andou e falou, eu pude ouvir ele falar “DEATH TO JAKE!!!”.

Eu estou dentro do armário, tentando evitar o Boink. Eu estou ouvindo passos, ele esta mais perto, mais perto e mais perto...

OH MEU DEUS!!! SOCORRO! SOCO

Nota do Detetive: Jake foi encontrado no chão de seu quarto em um estado horrível. Ele tinha insições múltiplas, sua cabeça foi arrancada, sua mandíbula e seus olhos sumiram, suas costelas estavam abertas, suas tripas estavam jogadas no chão e havia um grande BOINK no seu peito. Mas dizem que na casa da avó do Jake, podem ver o Palhaço Boink...



O Palhaço

Jeff The Killer Vs. Slenderman
Em um beco molhado e escuro, Sarah tentava se localizar usando a fraca luz do seu celular para iluminar o caminho a sua frente. Sarah fazia seu caminho aos arredores de seu bairro, em torno de uma área densamente arborizada.

Ela estava encolhida em seu casaco pois estava muito frio e a tempestade parecia durar uma eternidade. Além da escuridão, suas pálpebras estavam pesadas devido à chuva e ela não conseguia enxergar muita coisa, mas ela teve a impressão de ter visto algo branco se mover em sua visão periférica.

Ela parou e olhou ao redor. Nada.

Ela continuou andando um pouco mais rápido para chegar logo em sua casa.
Sarah reconheceu o lugar que estava, e lembrou-se de um atalho que leva ela direto a rua de sua casa, ela costumava usar esse atalho quando brincava de esconde-esconde com seus amigos quando era criança.
Porem esse atalho era por uma pequena trilha no meio da floresta.
No início ela até hesitou, mas chegou a decisão que precisava chegar em casa o mais rápido possível.

Sarah então entrou na floresta.
Logo na primeira árvore ela notou algo estranho, havia uma marca feita na árvore, era um círculo com um “X” dentro, ela não sabia a origem nem o significado daquilo então ela imaginou que era apenas um símbolo de alguma gangue do seu bairro ou algo do tipo.

Continuando pela trilha ela se lembrou dos momentos de diversão e lembranças daquele lugar quando era criança. Ela pensou em voz alta.

-Tenho saudades daqueles tempos. Quando o mundo não era tão entediante.
Ela parou a frase. Sarah ouviu o som de um galho de árvore sendo pisado atrás dela.

Apavorada, ela começou a correr pela floresta, em alguns minutos ela estava perdida. Ela continuava correndo, na esperança de encontrar uma saída. Sua falta de atenção resultou em um tropeço sob um galho de árvore. Na tentativa de se levantar as pressas ela torceu o tornozelo.

- Alguém por favor... Me ajude!

O som dos galhos sendo pisados retornou. Ela tentou se levantar e correr, mas sua lesão manteve ela em um só lugar.

Ela fechou os olhos de medo e quando ela abriu de novo, um homem alto, branco, vestido em um terno parou diante dela. Ela não conseguia enxergar direito o rosto deste homem, mas ela percebeu que ele era desprovido das características faciais, sem olhos, boca ou ao meno nariz.

Ela começou a gritar de medo, mas foi logo silenciada por um dos tentáculos que brotou das costas daquela criatura, enquanto os outros tentáculos rasgavam as roupas de Sarah que estava prestes a ser estripada e morta.

Duas da manhã. O que antes era um simples garoto, agora havia se tornado psicopata de sangue frio. Jeff the Killer tinha acabado de fazer mais uma vítima.

Ele caminhava lentamente na chuva, até chegar no local que ele chamou de casa por alguns anos.

Jeff ficou relembrando memorias trágicas de seu passado, segurando duas garrafas de Whisky nas mãos. Além de se tornar assassino, de vez em quando ele se embriagava na noite.

Seu cérebro foi preenchido com o cheiro de assassinato.

Aquele mesmo pensamento que cruzou sua mente psicótica no início de sua adolescência. Jeff começou a recordar a noite em que ele matou sua família inteira.
Ele riu com suas lembranças.

E se não fosse por sua insanidade, ele teria pensamentos de arrependimentos e remorso por tirar a vida das pessoas que antes o amava.

Mas isso não aconteceu. Jeff só pensava em uma coisa. Matar.
Agora já eram três da madrugada e após já ter tomado vários goles de Whisky ele se levantou.

- Que merda eu ainda estou fazendo aqui? –disse ele.
Ele caminhou pela casa e tomou mais um pouco de Whisky. O álcool atingiu seus lábios quentes, sangrentos e ele sentiu uma sensação estranha.

Ele ficou na sala, olhando para a floresta do lado de fora da casa.
Jeff checou seus bolsos, haviam cigarros, um isqueiro, e claro, a sua faca.

Jeff sentia que algo estava errado.
Ele sentiu algo muito estranho, uma sensação que ele já teve, mas nunca tão forte.
Uma vontade imensa de matar alguém, derramando até a última gota de sangue.

Ele saiu de sua casa na noite fria e úmida.
Jeff estava agora em uma rua escura, sua única fonte de luz era uma lâmpada que iluminava o caminho.

Ele começou a caminhar em direção da floresta.
Ele cambaleava um pouco devido à enorme quantidade de Whisky que ele havia consumido naquela noite.

O assassino se aproximou da floresta desolada.
Antes de entrar, ele percebeu algo. Jeff percebeu que a floresta ficava ao lado de um cemitério.

Jeff acenou para o cemitério, pois era lá que foi enterrado o corpo de seus familiares que ele mesmo matou.
Então ele desviou o caminho da floresta e começou a caminhar em direção aos túmulos.
Ele se aproximou de uma lapide. Jeff apreciou o cheiro podre da morte, o cheiro do cemitério se misturou com o cheiro de sua blusa branca cheia de sangue de suas vítimas.

Jeff parou e olhou para um tumulo de granito. Sua visão estava completamente embaçada por isso não conseguia ler o nome que estava na lapide.

Dentro de Jeff, ele teve aquela mesma sensação que teve há alguns minutos atrás.
Jeff voltou e começou a caminhar em direção a floresta.

Dentro da floresta Jeff viu algo. O que parecia ser um pequeno pedaço, acinzentada de papel, parecia estar pregado em uma árvore.

Com os olhos embaçados, ele não foi capaz de ler.

Ele arrancou a folha da árvore e continuou.

Tomando mais um gole de sua garrafa de Whisky, ele observou a floresta em uma névoa de embriaguez.

Jeff admirava a escuridão, ele lembrou de um corredor negro, uma onde o assassino poderia facilmente cortar os pescoços de suas vítimas sem ser visto.

Como ele continuou andando a escuridão vazia girava em torno dele.

Jeff começou a ouvir o som de galhos sendo pisados se aproximando dele

 - Quem está aí – Perguntou Jeff.
O som foi ficando mais alto conforme ele olhava para todos os lados tentando localizar de onde vinha o som.

- Vamos fracassado, eu não gosto dessas brincadeiras.
Quando Jeff disse isso, um arbusto atrás dele começou a mexer, ele se virou bruscamente com sua faca preparado para atacar. Mas logo percebeu o que era aquilo.

- Malditos ratos!

Depois que percebeu que eram apenas ratos, ele continuou caminhando no meio da noite.
A chuva continuava caindo contra suas costas.

Sua visão foi se tornando muito embaçado e um barulho foi crescendo dentro de sua cabeça.
O ruído nauseante foi fazendo com que Jeff sentisse dor, tanta dor que ele caiu ajoelhado.

As duas garrafas de Whisky caíram no chão.

Uma caiu contra a raiz da arvore espalhando pedaços de vidros para todos os lados.
Enquanto a outra permaneceu intacta.

Sua visão já estava se acostumando com a escuridão daquela floresta.
Então ele viu algo com um rosto totalmente branco a poucos metros a sua frente.

- Que porra é essa?
Jeff riu enquanto a criatura o observava.

- Então você não é um rato como eu pensei que fosse.
Com a chuva densa Jeff viu a coisa simplesmente sumir.

-É isso, eu estou pronto para brincar. Onde você se escondeu, filha da puta?

Jeff disse isso na esperança de ouvir alguma de resposta.
Ele começou a caminhar de novo, e sentiu um pequeno formigamento em seu pescoço.

- Não se esconda desgraçado. Caia fora dos arbustos para que eu possa te matar!

Jeff puxou a lâmina brilhante do bolso do casaco e começou a cortar as árvores na escuridão.

- Sai, sai seu filho da puta. Não se esconda! Eu irei te encontrar, nem que eu tenha que derrubar a floresta inteira para isso.
Jeff apunhalou um tronco de árvore que estava à esquerda de sua visão.

Ele ficou surpreso ao ver que quando a faca encostou no que ele pensava que era uma árvore, desapareceu na escuridão em uma questão de milissegundos.

Não sabendo o que fazer, ele olhou rapidamente em direção à sua direita.

O que estava em pé diante do Jeff, era um homem extremamente alto, magro, vestido com um terno limpo e preto.

Isso era tudo o que Jeff podia ver no momento, a imensa escuridão e sua visão ainda embaçada não lhe permitiu ver mais que isso.

Ele rapidamente começou a observar o homem.

Jeff olhou para o rosto daquele homem alto, ele logo notou a falta de características faciais sobre este homem. A Face Desta "coisa” estava completamente vazia, sem olhos, nariz ou boca.

Apenas uma cabeça pálida. Isso fez com que Jeff se sentisse um pouco desconfortável, e ele logo começou a rir.
- Então você era o filho da puta que me perseguia pela floresta hein?

Jeff olhou para o vazio mais uma vez.

- Eu não sei que diabos é você, mas você me lembra eu mesmo antes de me tornar o demônio que sou hoje. Seu lindo rosto branco só está faltando um grande sorriso. HAHAHAHA.
Jeff começou a rir descontroladamente. No entanto, não durou muito, seus ouvidos novamente começou a ouvir altos ruídos de estática e novamente ele caiu de joelhos.

Agora Jeff estava sentindo uma enorme dor em sua cabeça devido a esse barulho.

Aquele homem alto era o responsável por isso e ele apenas observava Jeff agonizando de dor.


Os ruídos pararam. Jeff se levantou rapidamente correndo em direção aquele homem segurando a faca em sua mão na tentativa de feri-lo, mas era inútil, pois sempre que Jeff se aproximava do homem alto ele simplesmente se tele transportava para outro lugar evitando os ataques

Então os dois começaram a lutar. Jeff notou que o homem tinha tentáculos em suas costas que mais pareciam braços. Eles agarraram Jeff, e em resposta Jeff cortou um dos tentáculos.

Em questão de segundos outro tentáculo se regenerou nas costas daquele homem.
Isso surpreendeu Jeff.

Ele sabia que estava em desvantagem lutando no meio da floresta pois sempre Jeff acertava uma árvore, achando ser aquele homem.
Então Jeff começou a fugir do adversário. Ele correu até chegar em um local sem árvores.

Por instinto Jeff correu até o cemitério onde não havia nenhum galho para confundir sua cabeça. Naquele local havia uma placa que ele não tinha visto antes, que dizia:

"Não entre nessa floresta à noite, um homem alto, foi flagrado na área recentemente, alguns o chamam de Slender man. Cuidado, entre por sua própria conta e risco. "
O que quer que esteja perseguindo Jeff desde a floresta era denominado como Slenderman.
Um nome perfeito para a descrição daquela criatura sem rosto.

Jeff correu para o cemitério, onde ele esperou por seu inimigo, empunhando sua afiada faca sangrenta.

O plano de Jeff funcionou.

Slenderman hesitou no começo mas finalmente saiu de sua zona de conforto e sai da floresta.

Jeff tentou ataca-lo mas um dos tentáculos novamente agarrou ele, jogado contra uma árvore próxima.
Jeff se levantou e em uma velocidade incrível já estava bem na frente do Slenderman e fez um corte profundo em um dos seus braços, dessa vez o corte não se regenerou.

A figura branca não demonstrou nenhuma emoção e lançou Jeff novamente para longe.

Dessa vez Jeff colidiu de cara com uma enorme pedra. Quando Jeff caiu no chão, algumas gotas de sangue começou a derramar de seu rosto. Jeff riu.

- Isso é o melhor que você pode fazer Slendy? As surras de cinta que tomei do meu pai quando criança doíam mais que seus golpes! Você é fraco!

O Slenderman permaneceu em silêncio, mas continuou lutando.

Ele arrancou uma lapide e lançou contra Jeff acertando-o em cheio, mas antes de acerta-lo Jeff havia atirado sua faca diretamente no Slender man.

Com uma precisão incrível a faca cortou o braço esquerdo do Slenderman, que começou a jorrar sangue. Slender rapidamente se tele transportou para escuridão.

A lapide de granito quebrou em alguns pedaços quando acertou Jeff, ele novamente estava no chão um pouco inconsciente e derramando muito sague ele quase morreu.
Ele não ficou lá por muito tempo, Slenderman ressurgiu e lançou Jeff contra uma sepultura.

A pedra explodiu com o impacto do corpo de Jeff.

Jeff se levantou e seus olhos focaram naquela lapide.

Em um rápido instante Jeff reconheceu o tumulo que estava.

As palavras escritas em toda a laje de cinza foram reconhecidos por Jeff.
Ele leu o nome de seu irmão, Liu.

Jeff se sentiu mais forte. A Raiva dominou seu instinto assassino e ele atacou o Slenderman em velocidade extremas.

Faca de Jeff fez alguns cortes no corpo do Slender rasgando alguns pedaços do terno. Ferido Slenderman correu desapareceu no meio da floresta
- Vamos lá filho da puta, eu não terminei com você ainda! Quero ajudá-lo a dormir Slendy! Você parece muito cansado!

Tudo estava a favor de Jeff. Sua mente estava mais insana que nunca.

Jeff correu para dentro da floresta procurando o Slender man.

Ele corria em uma velocidade incrível e como ainda estava bêbado ele tropeçou.

Como ele caiu no chão ele sentiu os cacos de vidro da garrafa que ele tinha deixado quebrar a poucos minutos e o líquido de álcool que ainda estava no local.

Quando se levantou Jeff percebeu que deixou sua faca cair no chão. Ele olhou ao redor mas não encontrava.

Jeff procurava desesperadamente no terreno por sua faca.

Ele encontrou a outra garrafa de Whisky que ainda estava intacta.
Jeff espalhou um pouco o liquido da garrafa e com seu isqueiro iniciou uma chama para iluminar aquele local e encontrar sua faca.

Jeff então viu a faca a um metro de distância. Mas antes que ele pudesse fazer outro movimento, Slenderman apareceu diante dele.

O rosto do Slenderman agora não estava mais liso e branco como antes e estava com cortes e manchas de sangue.

Mesmo que ele parecesse machucado, Slenderman permaneceu forte.
Chamas intensas começaram a se alastras. Ambos os adversários fugiram das chamas.

Em questão de segundos, a floresta inteira estava queimando.

Jeff olhava para ver se havia algum lugar onde não havia fogo, enquanto Slenderman apenas rebatia Jeff com seus tentáculos.

Jeff lutou, ignorando o laranja e vermelho que cobria o ambiente.

Jeff escapou do homem alto, pegou sua faca e correu.
Mas sem sucesso. Jeff foi puxado pelo Slenderman, e agora estava preso em um dos seus tentáculos. Slenderman lançava Jeff de um lado para o outro.

Em um momento foi possível ouvir algum osso de Jeff sendo quebrado.

Jeff conseguiu enfiar sua faca no peito do Slender, quando fez isso ele foi lançado contra outra árvore.

Sangue jorrava de sua boca e feridas foram abertas enquanto ele gritava de dor.

Em seguida Slenderman fugiu. Ele se tele transportou para uma área de segura, onde a floresta ainda não tinha sido queimada.

Enquanto ele fugia ele percebeu que Jeff estava caído e não havia como ele fugir.

O homem alto podia ouvir Jeff gritando, mesmo já estando longe. Ele continuou a se afastar e deixou Jeff para queimar nas chamas.
O fogo aumentou ainda mais, cercando Jeff. Ele não conseguia evitar aquele calor intenso.

As chamas encurralaram Jeff contra uma árvore.

Então o fogo envolveu ao redor de Jeff. Não havia esperança para ele.

Jeff estava no seu limite, não havia para onde ele fugir. Jeff ergueu a cabeça e olhou as chamas se aproximar dele.

Ele não tinha certeza mas enquanto caia em um desmaio ele ouviu uma voz assombrosa na sua mente. Jeff é Imortal, Jeff não pode o Morrer.

"Uma menina com o nome de Sarah Borges foi dada como desaparecida. Ela foi vista pela última vez na Drop In Bar em torno de 21:00 horas. Se você tem alguma ideia sobre o paradeiro de Sarah Borges, ligue para o número que está aparecendo na tela.

Agora outra notícia, um incêndio florestal de grandes proporções deflagrou na área local, a causa ainda não foi descoberta. Os investigadores estão a estudar os restos da floresta.
O fogo já foi extinto.

Será uma lastima na vida dos animais que viviam naquela floresta. Voltaremos quando tivermos mais informações sobre o acontecido”

Marcos desligou a televisão e desmoronou sobre o sofá.

-Ei querida, o que acha de darmos uma olhada na floresta? Agora já apagaram o fogo. Já imaginou se encontrarmos a garota que está desaparecida? - Gritou Marcos para sua esposa
- Podemos fazer isso outra hora? Eu estou um ocupada agora Marcos e se a polícia não consegue encontrar a garota, porque acha que conseguiremos?
- Vamos lá, não vai doer nada. Não vai ser mais do que uma caminhada de cinco minutos!
-Tudo bem, eu acho, mas cinco minutos apenas! Só deixa eu terminar de dar banho na nossa filha.
Marcos colocou os sapatos, e saiu de sua casa com sua esposa.
Assim que saíram para o quintal, eles podiam ver algo se movendo em sua direção.

Parecia um humano.
Conforme ele se aproximou, eles notaram o que parecia queimaduras graves ao seu rosto.

As pálpebras da criatura foram completamente queimada e ele carregava um sorriso natural que se espalhou pelo seu rosto.

Ele estava completamente pálido, com toques de cinza, onde parecia que ele tinha sido queimado.

E um longo cabelo negro chamuscado.

- Ei amigo, você precisa de alguma ajuda? – Perguntou marcos
- Pare Marcos, não sabemos quem ele é! Ele pode ser um assassino caramba.
O homem moveu-se rapidamente para o casal. Quando ele se aproximou deles, ele Pegou uma lâmina grossa coberto por um líquido vermelho

- Eu não preciso de ajuda, Mas acho que posso ajuda-los a dormirem.
Jeff cortou o pescoço do homem com a faca e ele caiu no chão. Sua mulher começou a gritar em voz alta. Então Jeff tampou sua boca e enfiou a faca em seu coração.

- Você não precisa se preocupar comigo. Apenas vá dormir.

A filha do casal estava em seu quarto, e pela janela assistiu seus pais sendo mortos e viu Jeff fugindo, enquanto ela via seus pais naquela poça de sangue seus olhos ficaram completamente negros

O nome da filha desse casal era Jane e mais tarde seria conhecida como Jane The Killer.

Jeff The Killer Vs. Slenderman

Tique Toby: O Inicio

Parece que há um longo caminho adiante, até chegar em casa. A estrada parece que não para de se estender a frente do veículo. A luz do farol do carro brilha através dos ramos das altas árvores verdes, e de vez em quando, ofensivamente refletindo a luz em seus olhos.

Tique Toby: O Inicio


A Origem de Jack Risonho
Era véspera do natal nervoso de 1800, em Londres na Inglaterra e em uma pequena casa na periferia da cidade vivia uma menino solitário de 7 anos de  idade chamado Isaac. Isaac era uma criança triste sem nenhum amigo para brincar. Enquanto as outras crianças iam passar o tempo com suas famílias

A Origem de Jack Risonho


Extraído de um jornal local:

Estranhos assassinatos inexplicáveis ​​nenhum traço de culpa se multiplicaram depois de vários meses, o assassino teve a suspeitar que investigou há muito tempo, mas encontrou uma testemunha que disse que ele não estava anunciando um assassino, se não dois! Aterrorizando cidades diferentes, não se sabe se eles trabalham em conjunto ou separadamente, mas felizmente ele foi capaz de encontrar esse cara e difícil do hospital disse-nos o que aconteceu.

Nina The Killer: A Origem

Nina The Killer: A Origem


Smile Dog

Conheci pessoalmente com Mary E. no verão de 2007. Eu tinha combinado com o marido de 15 anos, Terence, para vê-la para uma entrevista. Maria tinha inicialmente acordado, desde que eu não era um jornalista, mas sim um escritor amador coletando informações

Smile Dog


Estava sentada no meu quarto quando recebi a noticia de uma família nova no bairro,não fiquei surpresa com aquilo. Nosso bairro era bem agradável,e as casas eram relativamente baratas considerando onde se localizava.
Eu tinha apenas 13 anos quando vi pela primeira vez Jeff.
Falar com Jeff?
Jane The Killer: O InicioHmm...Tentei falar com ele uma vez antes de tudo,mas não fui por minha própria vontade,mas ainda e muito cedo,vamos voltar para minha historia.
A primeira vez que vi Jeff,acho que foi meio amor a primeira vista.
Parecia ser um bom garoto. Provavelmente tinha boas notas,deveria ser um garoto legal.
É também tinha seu irmão mais velho Liu,ele parecia colocar sua família antes de tudo.
Liu e Jeff ficaram sentados na calçada e ficaram olhando o nada.
Não colocava muitos pensamentos em minha análise pois estava me preparando para escola,quase sempre chegava atrasada,era uma coisa um tanto quanto normal.
No dia seguinte quando estava indo para escola atrasada,de novo vim Randy e seus amigos indo na direção de Jeff e Liu.
Randy era o valentão,ele sempre pegou no pé de todos,ele foi o  motivo para meus pais me levarem e me buscarem na escola um monte de vezes.
Todos sabiam que Randy e seus grupo tinham facas e ameaçava usá-las em nós,nunca chegou a corta ninguém,eu acho .
Bom,fiquei apenas de longe observando a cena de Randy tentando assustar Jeff e Liu.
Me assustei um pouco ao ver Randy puxar sua faca e apontar para Liu nesse momento Jeff se levantou e foi na direção de Randy.
-Sente-se... -pensei- Não seja estúpido.
Então eu vi o soco que Jeff deu no rosto de Randy e quebrando o pulso dele.
-Oh,meu Deus. -murmurei olhando a cena. -Seu idiota!- gritei
Meu pais saíram de casa e perguntaram o que estava acontecendo.Em seguida,eles viram o que estava acontecendo.Logo Jeff esfaqueio um dos garotos,acho que seu nome era Keith e deu um soco no outro que acho que era Troy.

Depois disso aconteceu uma coisa muito estranha no colégio,ficava na mesma turma que Jeff e algumas vezes ele olhava para a mão dele que estava um pouco suja de sangue e ria baixo,olhei para Liu e vi que ele não notou o comportamento estranho do irmão.
Liu não sabia mais seu irmão estava mudando de um jeito assustador...
Jeff realmente era uma aberração...

No dia seguinte descobri que Liu havia sindo mandado pro reformatório por causa de Randy e seus amigos
Não acreditei.
A culpa era de Jeff, ele havia posto a culpa em seu irmão?
Não pudia acreditar que aquele garoto fez isso com seu irmão.
-Eu ouvi dizer que Liu cortou o braço de Keith.-murmurava uma garota que passava na minha frente.
-Eu ouvi que o Liu deu um soco tão forte no rosto de Randy que ele não consegue enxergar.
Como aquela luta de Jeff, tinha virado uma luta de Liu?

Os dias passavam devagar e logo chegou o dia do aniversario de Billy.
Consegui fingir que tinha pegado a peste para não ir naquela festa.
Fui até a janela,que costumava deixar aberta e vi uma coisa muito divertida
 Jeff correndo,com um chapéu de cowboy e uma arma de brinquedo.Ele estava tão ridículo que eu tive de rir.
Talvez ele não é o monstro que eu acho...De repente vi Randy e seus amigos
-De novo? -murmurei.
Vi Randy e Jeff trocando uma pequena conversa,não dava para ouvir,então vi Jeff dar as costas para Randy.
-Não!-quase gritei.
Randy correu e atacou Jeff.
Eu estava prestes a pegar o telefone e discar 911 quando ouvi Troy e Keith ameaçando as pessoas.
Eu não podia chamar a policia ou as pessoas da festa poderiam morrer
Jeff estava apanhando tanto,levava vários chutes no rostos.
-Randy para!-gritei,mas ele não pode me ouvir por causa das crianças que gritavam.
Eles iam matar Jeff se ninguém fizesse algo.
Meu coração estava batendo muito rápido,parecia que ele ia explodir,ignorei a minha razão então liguei para  o 911.
-Olá 911
-Preciso de ajuda há uma emergência no lado! Alguns caras pularam a cerca e estão batendo num garoto quase o matando,eles estão armados.
-ok,fale o endereço.
-Por favor...
Ouvi o som de tiros,gritei e deixei o telefone cair se quebrando.
Corria para a janela,eu esperava ver Jeff morto mais pelo contrario,ouvi as pessoas gritando que Randy e os outros estavam mortos.
Mortos?
Jeff havia ganhado?
Não,pois ouvi os gritos dele e alguém falando que ele estava pegando fogo.
Ele estava deitado no fundo das escada,saia correndo do meu quarto, peguei um instinto que meu pai tinha guardado,pulei a cerca e fui até Jeff apagando o fogo.
Ele esta desacordado,algumas partes do seu corpo estavam carbonizadas.Assim que vi Jeff daquele acabei desmaiando.
Quando acordei estava numa cama de hospital,vestido aqueles vestido horríveis,uma mulher entro no meu quarto chorando e foi me abraçar.
Me assustei demais com aquilo.
-Há?
Logo entraram meus pais e olharam para mim sorrindo.
-Filha essa é Margret,mãe de Jeff.
Olhei para a mulher e sorri de canto.
-Você que salvou a vida de Jeff.
-Salvei?
-Se não fosse por você,Jeff teria morrido carbonizado.
-Eu sempre soube que Randy era perigoso,mas não a ponto disso.-comentou minha mãe.
Olhei para mãe de Jeff que agora me soltava e perguntei sobre Jeff.
-Ele acabou de sair de uma cirurgia algumas horas atrás. O médico disse que ele ficara bem.
Após ouvir isso pude relaxar.
-Jane. -chamou Margret.
-Sim?
-Sabe o que houve no primeiro dia de aula de Jeff e Liu?
-Sim,Jeff só estava defendendo seu irmão.
-Não tínhamos ideia que Jeff podia fazer algo assim.-disse Peter,pai de Jeff.
-Estou disposta a testemunhar que Liu não atingiu ninguém e que Jeff só bateu em Randy e sua gangue em auto-defesa.
-Não há necessidade.-disse Margret.-Liu está sendo liberado da prisão depois do que aconteceu com esses meninos.
-Isso é muito bom.-disse.
-Só viemos para dizer muito obrigado por ajudar nosso filho.
O minimo que podemos fazer e convida-lo para jantar na nossa casa assim que Jeff sair do hospital.
Olhei para meus pais e eles falaram.
-Seria uma honra.
-Está resolvido então!Vamos chamá-los assim que Jeff deixar o hospital.-disseram se retirando do quarto.
Dois dias se passaram e fui liberada do hospital,durante esse tempo não tive nenhum contato com Jeff nem com sua família,mas ouvi dizer que Liu foi libertado da prisão e Jeff já tinha acordado.

Quando voltei para escola,eu não esperava me torna o centro das atenções,mais ou menos,porque eu era a única que viu o que houve na festa.
Mas as únicas pessoas que eu disse sobre o que realmente aconteceu foi para meus amigos: Dani,Marcy e Eric.
-Jeff deveria ter torturado mais aqueles idiotas.-disse Dani,ela tinha cabelos negro corvo,seus olhos eram azul safira.Ela geralmente era a mais sangue-frio.
-Ai pare! Pelo menos ele acabou com eles.-disse Eric rindo,ela sempre usava aquelas roupas estranhas dos anos 80 ou algo do tipo,sempre muito colorida.
-Ele também levou a Jane para o hospital.Talvez ela que vencer ele.-comentou Marcy rindo,era a mais feminina do nosso pequeno grupo.Tinha longos cabelos loiros,olhos castanhos,e quase todas as vezes ela estava usando rosa
-Aff eu já disse,fui ajuda-lo.
-Ou talvez você quer ver o seu amor pela última vez antes dele morrer.-disse Marcy numa voz dramática e se encostando em mim.
-O que...Oque?
-Eu sei seu segredo Jane Arkensaw! Você tem uma queda por Jeff!-disse Marcy deitado a cabeça no meu ombro.
-Eu não tenho porra nenhuma,só quis ajudar o garoto!
-Mentirosa!-disse Dani.-Desde que ele brigou com Randy pela primeira vez,você não para de falar sobre ele. Jeff isso...Jeff aquilo...Confesse logo seu amor por ele.
-Não! Não estou apaixonada por Jeff!
-E aquela nota sobre a mesa.-falou Eric.
-Não,não tem nada haver!
-Então admite que fez a nota?
-Do que você está falando?
-Sei lá.-disse Marcy rindo.-Relaxa Jane,é apenas uma brincadeira.
-Você esta tão vermelha. -falou Eric
-Eu odeio vocês.-resmunguei.
As semanas foram passando,tudo parecia normal. Liu até fez uns amigos.
Tudo estava normal até que Liu veio falar comigo sobre Jeff.
-Ehh desculpe-me,mas você é a Jane,certo?
-Sim.-respondi sorrindo.-Você é Liu,irmão de Jeff?
-Sim.
Liu parecia um pouco desconfortável.Então,eu também fiquei.-Bom,meus pais mandaram te falar que Jeff vai tira suas ataduras em poucos dias,então logo vamos chamar você é sua família para jantar lá em casa.
-Ah...Okay,bem,obrigada...
Ele estava prestes a vira e ir embora quando eu disse:
-Liu...Escuta,o que  você fez por Jeff...Foi muito respeitável.
-Oh obrigado.Ouvi que você ajudou Jeff com um extintor.Isso foi legal.
-Bem,obrigada.Vejo você por ai,eu acho.
-Sim,você ver.-disse Liu indo embora.
Eu não entendi o porque mais assim que Liu deu as costas comecei a sorri.
-Que feio senhorita Jane,enganado seu namorado com o irmão dele.
Me virei e vi Marcy sorrindo.
-Que feio é o irmão do seu namorado!
-Cale a boca!-gritei.
Ao notar que eu havia gritado e Marcy falava alto me virei para Liu para ter certeza de que ele não tinha escutado nada.-Vamos para a aula.
...
Dois dias se passaram até que o telefone tocou,minha mãe atendeu e assim que desligou foi falar comigo.
-Jeff está saindo do hospital hoje,Jane.
-Isso é ótimo!
Algumas horas se passaram e ouvi um carro parar em frente a casa de Jeff.
Olhei pela janela e vi o carro da família de Jeff.
Finalmente em casa Jeff.
Eu fiquei ali na janela esperando para ver Jeff,como eu estava errada,deveria ter saído dali.
Seu pai deixou o carro.Então sua mãe.Então Liu,mas eu esperava para ver Jeff,não era o garoto que eu conhecia.
Seus longos cabelos castanhos agora eram negros e batiam em seus ombros,a pele era banca e parecia couro,e aquele sorriso...aquele sorriso era o mesmo sorriso que eu vi quando estava na sala de aula apos ele bater em Randy e nos outros.
Jeff olhou para mim...Aqueles olhos,eu senti minha alma queimando.
Eu ainda lembro disso,ainda tremo ao lembra,estou tremendo enquanto escrevo isso....
Ele apenas me olhou por alguns minutos,mas parecia horas.
O vi entrar na casa com seus pais,notei que não respirava,estava tão assustada...
Minha única resposta foi um grito,muito alto.Então desmaiei.
...
Quando acordei estava no meu quarto sozinha,estava tão escuro.
A casa estava num silêncio mortal.Levantei-me e desci as escadas.
Fui para a cozinha,as luzes estavam acesas,o que era incomum,meus pais sempre falavam para desligar as luzes apos sair do comodo.
Havia um bilhete sobre a mesa.
Eu o peguei.
Rabiscado no papel esta:
''Você não vem para o jantar? Seus amigos também estão aqui''
Eu comecei a treme. Deixei o papel cair e corria para o lado de fora,vi as luzes da casa de Jeff acesas.
Eu tinha que ir lá,mas eu estava tão assustada...
Então vi uma coisa.
Era Jeff apoiado na janela deu sua casa,olhando para mim com uma faca na sua mão e batendo-a contra a janela como se tentasse chamar minha atenção para ir lá.
Comecei a dar alguns passos para trás.
Ele ainda sorria.
Me afastava da janela sem tira os olhos de Jeff,então me virei e corria para dentro de casa,assim que entrei em casa notei uma mancha vermelha de sangue na janela.
Fiquei alguns minutos olhando para a cozinha,tudo em seu lugar.
Até as facas,eu peguei uma e a segurei com muita força.
Peguei o telefone para ligar para o 911,mas estava sem linha.
-Que merda!
Não tinha ideia de onde estava meu celular.Eu não queria ir lá para cima,eu não queria se apunhalada pelas costas,e se eu fosse pedir ajuda para um vizinho?
Não,Jeff pode matar ou machucar a pessoa que ele tem em cativeiro.
Tenho que enfrentar Jeff sozinha...
Segurava a faca com muita força e sai pela porta da frente,cada passo que dava senti como se estivesse mais próxima a minha morte,os poucos metros de distancia da minha casa para a de Jeff pareciam menores.
Quando finalmente cheguei a porta de Jeff,meus joelhos começaram a tremer,minhas mãos começaram a suar,e eu comecei a respira ofegante.
Agarrei a maçaneta tripulada apertei meus olhos e empurrei.
Fiquei parada na porta,com uma faca na minha mão direta e na minha mão esquerda a maçaneta,estava assustada demais para abri os olhos.
De repente ouvi uma voz.
-Parece que você fez.Estou feliz que você fez,amiga.
Abri os olhos.Em seguida,chorei.
Os olhos de Jeff estavam arregalados e sem piscar,e seu sorriso era vermelho.
Ela havia esculpido um sorriso no rosto! Suas roupas estavam cobertas de sangue,e então eu desmaiei.
...
Quando acordei,estava em uma mesa de jantar.Minha faca havia sindo tirada de mim,e quando olhei ao redor vi pessoas sentadas á mesa comigo.
Eram meus pais,os pais de Jeff,Liu e meus amigos.
Todos mortos,com um sorriso escupido no rosto e cavidades grandes e vermelha no peito de cada um.O cheiro era insuportável,é indescritível...Diferente de tudo que já havia cheirado antes.Era o cheiro da morte.
Tentei gritar,mas tinha uma mordaça na minha boca e eu estava amarrada na cadeira.
-Olha quem finalmente acordou.
Me virei e olhei para o meu lado direito onde estava Jeff. Tentei gritar mais a mordaça não deixava.
De repente,ele estava ao meu lado com sua faca contra minha garganta,comecei a chora.
-Shhhhhh,shush,shush. Não é educado gritar com seus amigos.
Ele começou a passar a lamina da faca pelo meu rosto,fazendo linha invisíveis a partir dos cantos da minha boca,que iria forma um enorme sorriso.
Virei meu rosto,mas ele agarrou a parte de trás da minha cabeça e me forçou a olhar para a cena á mesa
-Agora,não seja rude,você está insultando a todos.
Fiquei vendo todos com aquele sorriso esculpido no rosto e com seus peitos sangrando
Eu chorava demais,não queria ver aquela cena.
-Awww,o que foi? -Jeff ronronou.-Você está chateada que não é bonita como eles?
-Não se preocupe,eu vou fazer você ficar bonita também.O que você disse? -falava ele num tom infantil,deslizou a faca sob a mordaça e a cortou.
Eu cuspi a mordaça e olhei diretamente em seus olhos,ele deixou a cabeça cair para o lado me olhando como se fosse uma criança sem entender o que se passava.
-O que foi?
-Foda-se.-disse encarando Jeff.-Vou ter que rejeitar essa Coringa!
Ele simplesmente riu da minha cara...Eu preferia quando ele apenas sorria...
-Você é ainda mais engraçada do que eu pensava.
Ele veio para perto de mim,deixando seu rosto quase colado ao meu,desviei o olhar,sentia sua respiração contra a minha pele,ele passava a faca pela minha bochecha colocando uma mecha do meu cabelo atras da minha orelha.
-Amigos fazem favores para seus amigos,certo? Bem,eu vou fazer um favor para você.
Ele se afastou de mim e saiu do quarto.
Olhei para a mesa de novo e voltei a chora,a poucas horas todos estavam vivos,ainda chorava quando Jeff voltou.
-Não chore.-disse Jeff.-Vai ser breve.
Eu olhei para ele e vi que o mesmo segurava um jarro de água sanitária e uma lata de gás.
Meus olhos se arregalaram.
-Eu não tenho álcool,terá de ser isso.
Então me cobriu de água sanitária e deixou o gás vazando na minha frente.
-É melhor se apressar,Jane.Vou chamar os bombeiros.
Ele puxou um isqueiro,o acendeu e em seguida,jogou em mim.
Eu gritava muito alto quanto possível.A dor era insuportável.Eu podia sentir a pele sair do meu corpo deixando só carne,o calor que permeia cada poro do meu corpo,evaporando o sangue das minhas veias,meus ossos se tornado frágeis e carbonizados.
Antes de apagar ouvi Jeff.
-Adeus,minha amiga,eu espero que você se torne tão bonita quanto eu sou! .Ahahahahahhaha!

Depois,tudo ficou preto

Quando acordei,eu estava sentada numa cama de hospital,enfaixada da cabeça aos pés, doí piscar ou
respira.
Notei que estava sozinha,gemi alto com minha boca enfaixada,uma enfermeira veio poucos minutos depois.
-Jane,você pode me ouvir?
Olhei para ela.A sala começou a girar.
-Jane,eu sou a sua enfermeira,Jackie,eu não sei como dizer isso,mas sua família morreu num incêndio.
As lagrimas começaram a cair pelo meu rosto e comecei a soluçar.
-Não,querida,não chore,você não será capaz de respirar se fizer isso.
Não dava pra parar.
-Jane,vou lhe dar algo para se acalmar,okay?
Senti algo no meu sangue,então cai no sono.
...
Quando acordei,podia mexer melhor meu corpo,olhei em volta e vi que meu quarto tinha floresta,algumas estavam normais outras estavam morrendo.Eu tentei me levantar,mas a enfermeira veio e me colocou para baixo.
Tentei falar,Minha voz era áspera
-Quanto tempo eu estava dormindo?
-Quase duas semanas.Você foi posta em coma induzida para o seu corpo se curar.
-Dê-me um espelho.-disse.
-Jane,eu não acho que é...
-Mandei me dar um espelho!
Quando olhei no espelho eu o deixei cair no chão.Minha pele era couro marrom,eu não tinha um único fiu de cabelo na cabeça,e a pele em torno de meus olhos foram caído.
Estava quase igual a Jeff...
Comecei a chora mais do que antes.
Logo apareceu um homem na porta com flores.
-Desculpe-me,eu tenho que entregar para uma miss Arkensaw.
-Eu pego.-disse Jackie se levanto e foi até a porta.
-Parece que alguém se preocupa com você Jane.Essa pessoa manda floreste todos os dias também têm um pacote.
Peguei o pacote que estava embrulhado com um papel rosa amarrado por uma fita marrom.
-Desculpe-me,mas eu poderia ter alguma coisa para comer?-perguntei do jeito mais doce possível.
-Claro,vou pegar.-disse Jackie sorrindo e saindo do quarto.
Minhas mãos tremiam quando abri o pacote,dentro tinha uma máscara banca com um preto ao redor dos olhos eu um sorriso feminino preto,também tinha renda preta cobrindo os olhos da máscara,dentro também tinha um vestido longo com a gola alta preta,luvas pretas e uma peruca preta com cachos bonitos.
Junto com toda essas coisas tinha um buquê de rosas negra e uma faca de cozinha afiada e sobre a máscara havia uma nota.:
''Jane,sinto muito eu errei com a tentativa de torná-la bonita.Então te dou essa máscara que vai deixar você linda até ficar melhor.  Ae,você esqueceu sua faca comigo,eu pensei que você queria de volta''
''-Jeff''
Assim que a enfermeira voltou escondi tudo debaixo da cama.

Naquela noite quando todos estavam dormindo,eu escapei.
Jane The Killer: O InicioO único ruim,que fui obrigada a usara as coisas que Jeff havia me dado,usei a peruca para parecer mais discreto.
Eu não sei aonde estou indo,e eu não me importo. Andei até o cemitério entrei e encontrei duas lápides.
Isabelle Arkensaw e Gregory Arkensaw.  Sentei-me na frente dos túmulos e gritei.
Peguei a máscara e a coloquei.Então peguei a faca e a segurei tão apertado com fiz antes.
Me virei e vi o sol nascendo,minha vingança contra o assassino Jeff e vestiu meu novo nome ''Jane Eterna''.Porque eu quero ser a única coisa mais eterna a Jeff que sua loucura para ser sua morte.




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