Quando criança uma das lendas que mais me dava medo, era aquela sobre os monstros que viviam no esgoto, porque se você for pensar, o esgoto esta em todos os lugares, abaixo de nós e as vezes até perto da superfície, como córregos, e bueiros. Esse meu medo era mesmo irracional porque não existem monstros...
Porém outro dia eu estava vadiando na internet, e me deparei com um site de fotos aleatórias, uma delas era de um ser no esgoto, essa foto se originava de um vídeo, da qual eu pude vê-lo mais nitidamente. Ele se parecia com uma pessoa, mas com a pele toda rachada e pelos em alguns lugares do corpo. Eu primeiramente achei o fato curioso e depois tive a ideia lúcida de que aquilo era uma montagem feita com algum programa gráfico.
A Lenda dos esgotos
Em outro fim de semana um amigo meu veio dormir na minha casa, eu comentei e mostrei para ele o vídeo, e ele sentado ao meu lado na mesa do computador, me olhou com aquela cara de idiota que queria dizer "Acho que deveríamos tirar isso á prova", nem eu sei como aquela cara de banana quis dizer tudo isso, mas disse.
Eram por volta de seis da tarde quando descemos minha rua em direção a uma avenida pouco movimentada, andamos por cima de uma ponte, passamos por um bar, e chegamos ao beco onde uma grade nós separava da entrada para uma galeria de esgoto, a grade tinha uma lateral solta por onde, provavelmente alguns viciados passavam para se esconder e fumar um.
Quando passamos por debaixo do arrame e estávamos mais perto da entrada, eu quis desistir quase que instantaneamente, era um cheiro de bosta... misturado com todos os outros cheiros mais deploráveis juntos formando uma densa fumaça meio verde, não era algo muito natural, por isso achei que definitivamente não era uma boa ideia entrar ali, nem continuar ouvindo meu amigo que já estava com um pé dentro do esgoto e outro na lama. Não era uma coisa muito recomendada para se fazer em um sábado a noite.

Em questão de segundos quando eu já estava do outro lado da grade e indo em direção á rua meu amigo começou a pular e gritar cantarolando "Bundãaooo...frouxoooo...cu de frangooo!!", esses apelidos são... uma longa história, mas o fato aqui é que meu amigo é mesmo um idiota, quando eu estava saindo do beco em direção á rua ouvi um barulho de tamba de ferro sendo arrastada, e em seguida o ouvi chamar meu nome. Ele havia achado um bueiro que ia ainda mais fundo naquela fossa, ele também tinha tirado a tampa, e ensaiava descer lá em baixo. Eu fiquei parado na calçada impaciente, gritando para que ele voltasse comigo para casa, e parasse que ser idiota.

Do outro lado da rua estava Ingrid, uma gostosa da minha escola, eu fiquei olhando ela andando em direção ao mercadinho... eu adoro vê-la andar. Esse tempo em que me distrai, foi o tempo do meu amigo sumiu. Quando olhei para traz ele não estava mais lá, e a fumaça mesmo sendo tão densa, ainda transparecia o que havia em volta.
Andei até o bueiro, que estava aberto, olhei para dentro, certo de que não veria nada, afinal já estava anoitecendo, mas o que vi ali dentro foi muito surreal e impactante, não só pela violência daquele ato, mas por meus antigos medos terem se tornado realidade.
Quando meus olhos se adaptaram a escuridão, pude ver um ser, um tipo de homem baixinho, muito magro com a pele quase que despedaçada, ele tinha algumas escamas na pele, e estava devorando meu amigo, que eu apenas reconheci pela roupa, já que ele não tinha mais quase cabeça, nem braços. Pelo que parecia ele fora mastigado vivo, começando pela cabeça como uma tortuguita, por isso eu não havia ouvido gritos, e agora o monstro tentava arrancar o outro braço.
E eu ali olhando a cena, como quem observa um cachorro roer um osso. Porque no fundo eu sabia que aquilo existia, mas eu rejeitava essa ideia, eu me afastei um pouco da borda, sentindo muita vontade de vomitar, mas esbarrei naquela tamba enorme de ferro... Foi quando o monstro me viu, ele me olhou ferozmente, com aqueles olhos amarelos, e sua boca coberta de sangue e carne, meu coração quase saiu pela boca quando ele pulou esticando o braço em minha direção, mas parecia ser alto demais para ele. A tampa que estava na lateral parecia bem pesada, e era. Eu a arrastei em direção do buraco do bueiro, e ouvi a criatura gritando de raiva, o barulho parecia com um grito de zumbi, mas eu não tenho muita certeza, acho que ele sentia raiva por não poder me devorar também. Eu fechei o bueiro e corri, meu amigo ficara para trás e agora eu teria de arranjar uma desculpa para explicar o porque ele não voltaria mais para casa, para os meus pais e para os dele. Estou escrevendo essa lenda urbana real para avisar as pessoas, que tomem muito cuidado, pois existem muitos bueiros na cidade...

A Lenda dos esgotos


Chapeuzinho Vermelho

A versão desse conto que conhecemos é aquela em que Chapeuzinho Vermelho, no final, é salva pelo caçador, que mata o lobo mau.

Porém, a versão original do francês Charles Perrault não é tão bonita. Nessa versão, chapeuzinho é uma garotinha bem educada que recebe falsas instruções quando pergunta ao lobo sobre o caminho até a casa da vovó.

A Verdadeira História Dos Contos De Fadas

No Japão, existem muitas lendas antigas a respeito do Hitobashira (人柱), que significa literalmente “pilar humano”. O Hitobashira era um tipo de sacrifício humano, nos quais os restos mortais eram colocados dentro das fundações ou paredes de grandes construções.

Hitobashira: Pilares Humanos no Japão

Conta à lenda que, uma jovem muito bonita chamada Teresa Fidalgo, morreu em 1983, num acidente trágico, na cidade de Sintra, Portugal.

Inconformada com sua morte prematura, ela queria que todos morressem também.

Depois de anos, 3 jovens, Thiago, Tânia e David, estavam andando de carro próximo ao local onde Teresa Fidalgo havia morrido.

A Lenda de Teresa FidalgoDavid estava filmando a viagem, quando de repente, avistaram uma bela jovem, à beira da estrada, pedindo carona.

Eles pararam o carro e deram carona para a garota, mas nem imaginavam que se tratava de um espírito maligno e atormentado.

Se apresentaram, e a garota disse que se chamava Teresa Fidalgo.

David direcionou sua câmera para Teresa e começou a filma-la sem parar, pois ficara encantado com sua beleza.

Quando chegou num certo ponto da estrada, Teresa pediu que eles encostassem o carro, dizendo que era ali que ela deveria saltar.

Quando Teresa viu que estavam no mesmo local onde ela morreu,ela começou a gritar assustadoramente. O susto foi tão grande que o carro capotou varias vezes.

Thiago e Tânia faleceram no acidente,mas David, o dono da câmera, sobreviveu.

Assustado e traumatizado com o acidente e com a morte de seus amigos, David sequer conseguia dar maiores detalhes sobre o porque do carro ter capotado daquela forma.

David contou aos policiais que haviam parado na estrada para dar carona a uma garota chamada Teresa Fidalgo e que ela também estava no carro na hora do acidente.

Só que a policia não encontrou seu corpo e nem vestígios de que realmente havia uma quarta pessoa dentro do carro.

A polícia investigou o caso, mais não conseguiu encontrar nada, a não ser o fato de que uma jovem chamada Teresa Fidalgo tinha morrido naquele mesmo local há muitos anos atrás, em 1983.

Alguns anos depois, a câmera de David foi encontrada e o vídeo estava intacto.
A história ganhou tanta repercussão que envolveu até autoridades locais que convidaram peritos para verificar se o vídeo possui algum fato verídico ou não.


A Lenda de Teresa Fidalgo

Havia uma aldeia no interior de um país europeu, que vivia um povo pacato e feliz, que sabiam se respeitar e como todo vilarejo, todo mundo conhecia todo mundo. Certa vez esse vilarejo foi atacado por um grupo de bandidos, deixando a cidade um verdadeiro caos. Poucos sobreviveram, dentre eles uma menina doce chamada Lindy, que no ataque teve seus olhos arrancados pelos bandidos e sua família morta.
A Menina e o Gato PretoLindy não tinha ninguém, nenhum parente que pudesse cuidar dela, ela tinha apenas um gato preto de olhos bem amarelos que ela salvou do ataque.
Com o tempo as coisas no vilarejo foram voltando ao normal, e os moradores aos poucos iam reerguendo suas casas e comércios antes que chegasse o rigoroso inverno europeu.
Lindy, sem casa e sem ninguém foi até o vilarejo para pedir comida, mas as pessoas tinham nojo dela e de seu gato e se sentiam incomodadas por ela estar sem seus olhos. Logo ela não conseguiu nem comida nem abrigo.
Lindy teve que viver na mata e se alimentar de raízes e folhas para sobreviver.
Certa noite algo estranho aconteceu, uma criança do vilarejo desapareceu e foi encontrada no outro dia próximo a mata sem os olhos. Os moradores ficaram loucos e temiam que novos bandidos atacassem o vilarejo, mas nada aconteceu, nenhum ataque ocorreu ao vilarejo.
Na outra semana no mesmo dia, outra criança desapareceu e foi encontrada morta no mesmo local também sem os olhos. Os moradores se reuniram para conversar sobre esses dois casos estranhos, mas não chegaram a nenhuma conclusão.
Quando a terceira criança desapareceu, um dos moradores começou a acusar a Lindy de ter matado elas.
Então os moradores se reuniram e decidiram matar Lindy, um morador sugeriu que ela era uma bruxa e que estava arrancando os olhos das crianças para poder voltar a enchergar um dia, e que por ser bruxa ela tinha que morrer queimada. E assim fizeram, foram até a mata a procura de Lindy, que foi encontrada magra arrancando algumas raízes do chão para comer. Quando um dos moradores a viu , ele a catou pelo cabelo e foi puxando até o vilarejo na pracinha central, e Lindy gritava.
-Quem é você, me solta, eu estou com medo, socorroooo!
Os moradores se encontraram na praça, armaram uma fogueira e amarraram a menina em um tronco no centro dela.
Lindy perguntava:
-O que está acontecendo, o que vocês estão fazendo comigo.
Então um deles pegou uma tocha e ateou fogo na menina, que novamente gritava.
-Parem, está ardendo, Socorrooo!
E os moradores ficaram assistindo Lindy queimar junto as lenhas.
Depois de acabado os moradores foram pra casa e se sentiram em paz por ter acabado com os assassinatos.
Na quela noite, o homem que ateou fogo em Lindy teve um sonho horrível, com Lindy gritando por socorro, o homem acorda suado e atordoado com o pesadelo que teve e escuta um gato miando muito alto no telhado de sua casa.
Ele sem exitar pega sua espingarda sai la fora e mira na cabeça do gato, na hora em que ele atirou o gato se mexeu e ao invés de acertar a cabeça ele acerta o estomago do bicho que se abre na hora e de dentro do estomago começa a sair vários olhos de lá de dentro.
Após perceber a barbária que cometeu com a garotinha, ele não pensou duas vezes e atirou contra a própria cabeça.
Algumas pessoas contam que mesmo após a morte, Lindy ainda é vista andando na mata junto com seu gato, que por pura maldade dos moradores, era sua única companhia.


A Menina e o Gato Preto

O Brahmaparush (ou Brahmaparusha) é um terrível e horripilante vampiro indiano. Este vampiro é um espírito malévolo que tem prazer em devorar seres humanos. Ele é extremamente cruel e consumido por uma sede de sangue, e uma fome de cérebros.

Só a sua aparência já é grotesca e terrível; esses vampiros usam os intestinos de suas vítimas enrolados em seu pescoço. Eles também usam intestinos em volta da cabeça como uma coroa, mostrando seus troféus de vítimas anteriores. O Brahmaparush possui um orgulho doente de seus assassinatos.
Brahmaparush
O brahmaparush também é conhecido por carregar consigo um crânio humano. Quando ele ataca uma nova vítima, ele derrama o sangue do pescoço da vítima dentro do crânio. Após isso, ele irá beber o sangue, usando o crânio humano como um copo. Depois de ter drenado o sangue da vítima completamente, o vampiro irá então saciar-se com o cérebro dela. Logo após ele vai continuar a devorar cada parte do corpo, incluindo os ossos. Ao terminar a sua macabra refeição, ele vai enrolar o intestino de sua mais nova vítima em torno de sua cabeça e cintura, e fará uma dança ritual em torno dos cadáveres.

A sede de sangue deste vampiro é tão grande que o brahmaparush vai deleitar-se de muitos seres humanos antes que de saciar completamente. Não existem formas conhecidas para se proteger contra esse vampiro especialmente feroz, fugir e se esconder é, basicamente, a única forma de tentar escapar dele. O único capaz de fazer frente ao vampiro é um notório guerreiro, o qual é escolhido pela vila para enfrentar o mal. Ele passa por um ritual de purificação física e espiritual durante 90 dias, e ao final desse tempo, o guerreiro percorre nove santuários, nos quais ele deve rezar durante nove horas seguidas. Após tudo isso, ele empunha uma espada que passou nove vezes pela fumaça de incenso sagrado e parte então para enfrentar o brahmaparush. Anda assim, só com muita sorte ele conseguirá matá-lo sem sofrer muitos danos, os quais são quase sempre mortais.

Não é claro o modo como os brahmaparush são criados. Muitos mitos hindus sobre vampiros descrevem as criaturas como sendo uma classe de demônios separados dos seres humanos, que podem habitar os corpos dos humanos e possuí-los por um tempo, usando o corpo humano para completar a sua alimentação.

Brahmaparush

Lua MaterLua Mater (ou somente Lua) foi uma antiga deusa romana, geralmente convocada durante as batalhas para destruir as armas dos inimigos. Ao final de uma batalha vitoriosa, os primeiros soldados romanos reuniam as espadas e os escudos do exército inimigo em uma pilha e dedicavam esses despojos a deusa.

Ela também tinha a tarefa de proteger a cidade de Roma, mas as pessoas não tinham permissão para falar o seu nome. Por isso, ela era conhecida como a "inefável" ou inominável deusa padroeira de Roma. Uma das responsabilidades de Lua era proteger as pessoas contra pragas e trazer aos inimigos doenças para destruí-los.

Lua era às vezes referida como a esposa de Saturno, deus romano equivalente ao grego Cronos, e nesse papel, ela era conhecida como Lua Saturni.


Lua Mater

MictecacihuatlMictecacihuatl (literalmente "Senhora dos Mortos", também conhecida como Mictlancihuatl) é a deusa da morte na mitologia asteca. Juntamente com seu marido, o deus da morte Mictlantecuhtli, ela governa Mictlan, o submundo asteca. Ela era geralmente representada como uma mulher com a face pintada de caveira, usando uma saia feita de serpentes e com os seios flácidos a mostra.

MictecacihuatlA sua principal função era a vigiar os ossos dos mortos. Segundo a mitologia asteca, os ossos dos mortos de um mundo anterior ao nosso foram usados pelos deuses para se criar os primeiros seres humanos deste mundo, e por isso, era possível que em algum momento os ossos dos mortos fossem necessários para criar as pessoas de um mundo posterior, o que justifica a necessidade deles serem cuidadosamente guardados.

Outra função de Mictecacihuatl era presidir os antigos festivais dos mortos, festivais estes que com o passar do tempo evoluíram das tradições astecas para o moderno Dia dos Mortos, após a síntese com as tradições espanholas.  Por isso, seu culto muitas vezes se confunde com os cultos mexicanos em honra de Santa Muerte.

Mictecacihuatl

Na Irlanda, acredita-se que aqueles que possuem o dom da música e do canto são protegidos pelos espíritos da vida ou da morte. O Espírito da Vida, profético, cujas pessoas são chamadas "fey" e têm o dom da Visão; o outro, o Espírito da Maldição que revela os segredos da má sorte e da morte, e para essa trágica mensageira o nome é Banshee.

BansheeAs Banshee provêm da família das fadas, e são a forma mais obscura delas. Quando alguém avistava uma Banshee sabia logo que seu fim estava próximo. Os dias restantes de sua vida podiam ser contados pelos gritos da Banshee, cada grito era um dia de vida e, se apenas um grito fosse ouvido, naquela mesma noite estaria morto.
Tradicionalmente, quando uma pessoa de uma aldeia irlandesa morria, uma mulher era designada para chorar no funeral. Mas, as banshees só podiam lamentar para as cinco maiores famílias irlandesas: os O'Neills, os O'Briens, os O'Connors, os O'Gradys e os Klatte's no caso, uma fada era responsável por cada família. Seria o choro da mulher-fada. Essas mulheres-fadas apareceriam sempre após a morte para chorar no funeral. Conta a lenda que quando um membro de uma dessas famílias morria longe de sua terra, o som da banshee gemendo seria o primeiro aviso da morte. Também se diz que essas mulheres, seriam fantasmas, talvez o espírito feminino assassinado ou que morreu ao nascer.

Sejam quais forem suas origens, as banshees aparecem principalmente sob um dos três disfarces: uma jovem, uma mulher ou uma pessoa esfarrapada. Isso representa o aspecto tríplice da deusa Celta da guerra e da morte, chamada Badhbh, Macha e Morrigan. Ela normalmente usa uma capa com capuz cinza, ou uma roupa esvoaçante ou uma mortalha. Mas também pode surgir como uma lavadeira, e é vista lavando roupas sujas de sangue daqueles que irão morrer. Nesse disfarce ela é conhecida como bean-nighe (a lavadeira). Segundo a mitologia celta, também pode aparecer em forma de uma jovem e bela mulher, ou mesmo de uma velha repugnante. Qualquer que seja a forma, porém, sua face é sempre muito pálida como a morte, e seus cabelos por vezes são negros como a noite ou ruivos como o sol.

O gemido da Banshee é um som especialmente triste que parece o som melancólico do uivo do vento e tem o tom da voz humana além de ser ouvido a grande distância. Embora nem sempre seja vista, seu gemido é ouvido, usualmente a noite quando alguém está prestes a morrer. Em 1437, se aproximou do rei James I da Escócia, uma vidente ou banshee que profetizou o assassinato do rei por instigação do Conde de Atholl. Esse é um exemplo de banshee em forma humana.

Existem muitos registros de diversas banshees que atendiam às grandes casas da Irlanda e às cortes dos reis locais. Em algumas partes de Leinster, se referem a elas como bean chaointe (carpideira), cujo lamento podia ser tão agudo que quebrava os vidros.

As banshees pertencem exclusivamente ao povo Celta. Ela jamais será ouvida a anunciar a morte de qualquer membro de outras etnias que compõem a população irlandesa. E também pode aparecer de várias outras formas, como um corvo, um arminho, uma lebre ou uma doninha – animais associados, na Irlanda à bruxaria.


Banshee

GorjalaO Gorjala é uma espécie de gigante negro, com um só olho e com a boca escancarada, pertencente ao folclore das regiões Norte e Nordeste do Brasil. De acordo com as lendas, ele atua como um guardião das florestas, perseguindo e devorando qualquer um que invada os seus domínios. Ele costuma ocultar-se nas serras e nos penhascos cobertos de fraturas e escarpas pois adora, nos seus momentos de ação, empreender longas caminhadas sobre os abismos e os precipícios, vencendo-os em largas passadas como se nada fossem.

Conta-se que o Gorjala possui o hábito de colocar a sua presa debaixo do sovaco e ir comendo-a aos poucos. Suas presas são geralmente caçadores perdidos, e para o Gorjala, seus gritos de socorro soam como o canto dos pássaros.

Sua figura é certamente uma importação das lendas de gigantes e ciclopes europeus, trazida para o Brasil e adaptada ao nosso folclore. O próprio nome Gorjala remete à indumentária medieval europeia: gorjal era uma peça da armadura dos cavaleiros andantes, destinada a proteger a garganta, ou a gorja, como se dizia arcaicamente (“Mentes pela gorja, vilão!”, era um dos reptos preferidos das velhas gestas portuguesas). Dessa associação, passou-se inevitavelmente à imagem de um ser com a boca desproporcional.


Gorjala

Nu Kwa ( Nuwa, Nu Wa, Nu Gua, Nyuwa) é uma antiga figura mitológica chinesa que aparece, em formas ligeiramente diferentes em vários mitos. Ela é frequentemente representada como sendo metade mulher, metade serpente (ou dragão segundo outras versões). Seu nome e símbolo vem das palavras para "cabaça" ou "melão", ambos símbolos de fertilidade.

Nu KwaEm algumas versões de sua história, Nu Kwa é relacionada como irmã/esposa do lendário rei Fu Xi (??), o primeiro dos chamados "Três Augustos" (considerados reis-deuses ou semi-deuses que usaram seus poderes mágicos para melhorar a vida das pessoas). Antigos artistas costumavam retratar os dois como tendo corpos humanos e caudas de dragão entrelaçados.Os mitos relacionados a Nu Kwa envolvem principalmente histórias sobre a criação da humanidade e sobre grandes inundações.

A Criação Da Raça Humana

Nu Kwa criou a raça humana a partir do barro, inicialmente moldando alguns tomando por base seu próprio corpo. Após terminar as primeiras criações, ela achou que a cauda de serpente não combinava com a criação, e então deu pernas às criaturas. A criação desses novos seres foi um processo muito longo, e quando terminou, Nu Kwa viu que o trabalho compensou, pois os seres que criara eram belos. Entretanto, em pouco tempo ela percebeu que não haviam pessoas o suficiente para preencher o mundo, e tratou de criar mais, porém dessa vez tratou de fazê-lo mais rápido.
Nu Kwa mergulhou um pedaço de corda no barro e depois a sacudiu de modo que o barro salpicasse o chão. O resultado obviamente não foi bom quanto o anterior e os primeiros seres humanos protestaram. Nu Kwa, no entanto, explicou-lhes que os seres menos perfeitos ficariam com o trabalho mais duro, e criou assim uma sociedade baseada em castas, um sistema mais rígido de classes sociais. Dizia-se que os humanos cuidadosamente esculpidos por Nu Kwa se tornaram nobres e ricos, enquanto aqueles nascidos dos pingos da corda enlameada tornaram-se os humildes, pobres e aleijados.Após um tempo, Nu Kwa percebeu que os humanos que ela havia criado eram suscetíveis a morte, e então dividiu-os em homens e mulheres para que assim pudessem ter filhos.

Mitos de Inundação

Depois de uma grande inundação causada pelo deus marinho Gong Gong, aldeias e plantações foram destruídas e muitas pessoas e animais morreram pela força das águas e pela falta de alimentos. Para por um fim na inundação, Nu Kwa afastou o céu da terra, e trocou os pilares que antes sustentavam o céu pelas patas de uma tartaruga gigante chamada Ao. Ela então foi até um rio e encontrou cinco cristais muito brilhantes, que ela fundiu e fixou a abóboda celeste, fazendo a chuva parar. Assim, desde então as chuvas acontecem apenas quando são necessárias e o mundo ganhou ordem e ritmo, por exemplo, nas estações de chuva e seca, e nos ciclos de plantio e colheita.Em outro conjunto de histórias, Nu Kwa e e seu irmão Fu Xi foram ditos serem os únicos sobreviventes de uma grande inundação causada pela ira de Lei Gong, o deus do trovão. Eles viviam juntos na lendária montanha Kunlun, e após o ocorrido, acharam que deveriam se casar, mas não tinham certeza se isso era apropriado. Então eles oraram para o céu pedindo um sinal. Quando o sinal foi concedido, eles se casaram, mas eles fizeram isso com alguma vergonha, cobrindo seus rostos com um leque. Em uma versão do conto eles tiveram filhos e povoaram a terra. Já em outra, Nu Kwa deu à luz uma bola de carne,a qual Fu Xi cortou em pedaços e os espalhou com os ventos para se tornarem seres humanos onde quer que fossem levados.


Nu Kwa

Sunna (também Sól, Sun, Sunnu ou Gull) é a deusa nórdica que personifica o Sol, atestada na Edda poética, compilada no século XIII a partir de fontes tradicionais anteriores, e na Edda em prosa, escrita no século XIII por Snorri Sturluson. Ela é irmã de Mani, o deus que personifica a Lua. Na Edda em prosa, Sunna é adicionalmente descrita como a esposa de Glenr, de quem não se tem mais informações.

SunnaOs pais de Sunna e Mani são os gigantes Muldilfari e Glaur. Diz a lenda que seus filhos eram tão belos que o casal decidiu dar a eles os mesmos nomes dos astros celestes, que foram originalmente criados pelos deuses Odin, Vili e Ve através das faíscas de Muspelheim. Este fato foi considerado uma audácia pelos deuses, que furiosos, tomaram Sunna e Mani de seus pais e os colocaram no céu, onde se tornaram responsáveis por guiar as carruagens do sol e da lua.Para conduzir sua carruagem, Sunna segurava um chicote e um escudo chamado Svalin ("o esfriador"), para proteger também a terra e os seres humanos do calor excessivo e destrutivo de sua luz. Puxada pelos cavalos Allsvinn ("O mais rápido") e Arvak ("Aquele que acorda cedo"), a carruagem solar é perseguida diariamente pelo lobo Skoll, que durante os eventos do Ragnarok finalmente engolirá Sunna.

Algumas fontes que dizem que Sunna terá uma filha, que após sua morte e o alvorecer do Novo Mundo, continuará a realizar o mesmo percurso de sua mãe nos céus.




Sunna

A lenda sobre a Fonte da Juventude nasceu há séculos, por volta de 700 a.C. , provavelmente no norte da Índia, mais especificamente como um poço hindu da juventude. Por vezes, a lenda é confundida com o mito hebraico do rio da imortalidade.  Foi preservada em velhos escritos e alcançou a Europa por meio de viajantes e mercadores.

A Fonte da JuventudeAlexandre, o Grande, teria procurado pela fonte da juventude - ou pelo rio da imortalidade - durante sua campanha na Índia. Ele não encontrou, pois pouco tempo depois morreu de febre, aos 33 anos. A lenda foi modificada, aparecendo em quadros (Lucas Cranach, o Moço, pintou a fonte da juventude como uma piscina cheia de banhistas) e sobrevive até hoje.

Alguns historiadores acreditam e ostentam testemunhos de que ela se encontra no oceano Ártico,e que a água da fonte concedeu seus poderes às águas do oceano Ártico. Eles supõem que a pessoa que se banhar nua em noites de lua cheia nas águas mornas da parte do Ártico mais próximo ao Pólo Norte será abençoada com a imortalidade.

Pausânias, geógrafo e historiador grego do 2º século d.C., misturando lenda e realidade, assinala uma fonte chamada Calatos, e afirma que ela se localiza próxima a Náuplia, no Peloponeso, e completa dizendo que Hera se banhava na fonte para parecer sempre jovem e bela a Zeus, seu marido. Dizem também que era o próprio Zeus que transformava ninfas em água, tornando a água meio que sagrada, rejuvenescendo quem nela se banhasse.

Na Idade Média, muitos reis e rainhas patrocinavam viagens para a América, pois nessa época acreditavam que este era o local onde a fonte se encontrava. Alguns acreditam que a busca pela fonte da juventude foi uma das razões de Fernando e Isabel apoiarem financeiramente às viagens de Cristóvão Colombo. O jardim do Éden também se localizaria na América, textos medievais falavam que ao lado das Portas de Entrada do Paraíso estaria a fonte de Juventas (alusão à deusa romana da juventude) e que quem provasse dela por três vezes, em jejum, ficaria livre das doenças e viveria como um jovem.

Por isso se acreditava que a fonte da juventude estava na América, porque inicialmente eles criam que o Paraíso estava na América, se Paraíso estava aqui, bem do lado eles encontrariam a fonte abençoada.

Havia tradições indígenas que, ligavam-se à lenda européia da fonte da juventude, situando-a na ilha de Bimini. Ponce de Leon, explorador espanhol, à frente de dois navios equipados e tripulados, partiu do porto de San German, em Porto Rico. A expedição contava com o apoio do rei Fernando, que autorizava o explorador a governar Bimini, no entanto lhe garantia poder perpétuo sobre a ilha se a encontrasse.

Dizem que Ponce de Leon realmente encontrou a fonte da juventude na Florida, EUA. O Estado da Flórida possui cerca de 320 fontes de água pura e rica em minerais. Dessa forma é quase impossível encontrar a fonte de Ponce de Leon. A fonte da juventude é descrita de várias formas: como uma nascente ou um pequeno lago, uma parte do oceano ou como uma piscina (Lucas Cranach a descreveu assim).


A Fonte da Juventude
Algumas versões contam que depois de ser descoberta pelos árabes, ela foi roubada pelos bárbaros, que, por sua vez, foram amaldiçoados pelo líder da aldeia e o barco onde eles partiram afundou, levando a fonte da juventude junto com ele. Desde então algumas pessoas acreditam que a fonte, por não ser natural e conter águas muito puras, não foi atingida pelo mar e flutua pelo oceano até que um dia vai bater em alguma margem. Outros dizem que a fonte da juventude esta em pleno Oceano, em uma ilha ainda não classificada e que se alguém chegue a bebê-la será transportado ao passado. Em alguns filmes como Piratas do Caribe no final se pode ver um mapa para a fonte da juventude (no 4º filme da franquia, ela é localizada).



A Fonte da Juventude

O Cavaleiro sem Cabeça (Gan Ceann), ou Durahan (do irlandês Dullahan) é uma aterrorizante criatura lendária e imortal, geralmente vista sem cabeça cavalgando um cavalo negro e levando a própria cabeça nos braços.

O Cavaleiro Sem CabeçaDizem que a cabeça é putrefata, e a cor e a consistência dela é a mesma de um queijo mofado. Ela emite um estranho brilho, e serve de lanterna para iluminar o seu caminho. Os seus olhos são enormes e sombrios, e a sua
boca exibe um sorriso constante e hediondo que toca ambos os lados do rosto. O Durahan possui ainda um chicote que é feito com a coluna de um cadáver humano.

Às vezes ele é visto montando somente um cavalo negro, que galopa durante a noite, espalhando o terror em seu rastro. Outras vezes, ele aparece em uma carruagem puxada por seis cavalos negros. Ela é iluminada com velas e feita de caixões, pedras de túmulos e ossos humanos. A carruagem viaja tão rápido que o atrito dos cascos dos cavalos é são ditos incendiarem as cercas ao longo dos lados da estrada.

Dizem que no momento em que o seu cavalo para de correr, um ser humano morre. Não há nenhuma maneira de barrar a cavalgada de um Durahan. Todas as fechaduras e portas se abrem automaticamente quando ele se aproxima. Se você ouvi-lo chamando o seu nome, certamente a morte cairá sobre você. W.J. Fitzpatrick, um historiador irlandês, relata:

"Eu mesmo vi o Durahan, parando no alto da colina entre Bryansford e Moneyscalp tarde da noite, quando o sol estava se pondo. Ele levantou a sua própria cabeça em sua mão e ouvi-lo chamar um nome. Eu coloquei minha mão em meus ouvidos, caso o nome fosse o meu, então eu não podia ouvir ele dizê-lo. Quando olhei novamente, ele tinha ido embora. Mas pouco tempo depois, houve um grave acidente de carro nessa mesma colina e um jovem morreu. Tinha sido o seu nome que o Durahan havia chamado. "

Além de tudo isso, o Durahan não gosta de ser observado enquanto atua, e joga uma bacia de sangue em todos aqueles que se atrevem a fazê-lo (sendo isso muitas vezes um sinal de que esses estão entre os próximos a morrerem), ou ataca os olhos dos observadores com seu chicote. No entanto, o Durahan se assusta com ouro, e até mesmo um único alfinete de ouro pode afastá-lo. Um conto famoso no condado de Galway, na Irlanda, relata o seguinte:

"Um homem estava a caminho de casa ao entardecer, entre Roundstone e Ballyconneely. Estava ficando escuro e, de repente, ele ouviu o som de cascos de cavalo batendo ao longo da estrada atrás dele. Ao olhar em volta, ele viu o Durahan em seu cavalo, cavalgando em direção a ele com uma velocidade razoável. Após um grito, ele começou a correr, mas o Durahan veio atrás dele, e ficando colado nele o tempo todo. Na verdade, teria ultrapassado-o e levado-o para longe se não tivesse caído na estrada um alfinete de ouro das pregas de sua camisa. Houve um rugido no ar acima dele e, quando ele olhou novamente, o Durahan tinha ido embora. "

As origens do mito sobre o Durahan não são conhecidas com certeza, mas acredita-se que ele seja a encarnação de um deus antigo celta, chamado Crom Dubh. Este deus era adorado pelo rei milesiano Tigernmas, que governou a Irlanda cerca de 3200~3600 anos atrás e que legitimou o sacrifício humano para os ídolos pagãos. Crom Dubh exigia vidas humanas todos os anos, sendo a decapitação o método favorito de sacrifício.

O Cavaleiro Sem Cabeça
A adoração à Crom continuou na Irlanda até o século VI, quando missionários cristãos chegaram a Irlanda vindos da Escócia. Sob a sua influência, as velhas religiões sacrificiais da Irlanda começaram a perder sua força. No entanto, Crom Dubh não podia renegar a sua cota anual de almas, e então teria assumido uma forma física que se tornou conhecida como o Durahan ou "far dorocha" (que significa homem negro), a personificação tangível da morte.


O Cavaleiro Sem Cabeça

Abad Alfau e a Caveira é uma história pertencente ao folclore da República Dominicana. Ela fala sobre um corajoso subtenente decidido a descobrir o mistério de uma caveira que amedrontava os moradores da cidade.
Abad Alfau e a Caveira
Até mais ou menos o ano de 1905, via-se no alto da parede chanfrada da igreja do convento de São Domingos, que ficava na esquina da rua dos Estudantes com a rua da Universidade, na capital dominicana, um nicho vazio, que desapareceu com a parede quando esta foi derrubada.

Entretanto, nem sempre esse nicho esteve vazio. Dentro dele, apoiada num pequeno suporte de ferro, havia outrora uma caveira, visível durante o dia graças à luz do sol e durante a noite graças à luz de uma lamparina de azeite pendurada no alto e que sempre era acesa ao toque do Ângelus, ao entardecer. Embaixo, como se fossem palavras saídas da boca da caveira, lia-se numa lápide rústica, em letras comuns, quase ilegíveis, escritas em preto:

Oh, tu, que passando vais,
Fixa os teus olhos em mim.
Qual tu te vês eu me vi.
Qual me vejo, tu te verás.

Muito tempo transcorreu sem que a caveira nem o verso chamassem a atenção do público. Até a noite que um morador do bairro, a caminho de casa, ouviu um ruído proveniente da caveira e, ao voltar os seus olhos para ela, observou que se mexia, inclinando-se para frente ou virando-se de um lado para o outro, como se dissesse:

— “Sim, sim...” “Não, não...”

Ao ver tal coisa, saiu em disparada até chegar em casa.

A caveira, que àquela altura já não merecia sequer o olhar indiferente dos transeuntes, passou a ser, no dia seguinte, o tema de todas as conversas. Os prudentes não se aventuravam a passar de noite nas proximidades do convento. E os valentes que se atreviam a fazê-lo juravam que a caveira se mexia dizendo: “Sim, sim...” ”Não, não...” E ainda acrescentavam que ela movia as mandíbulas, que ria fazendo um barulho parecido ao das castanholas e uma porção de outras histórias.

Durante o dia, a caveira ficava quietinha. Por isso, o encarregado de acender e apagar a lamparina fazia isso sempre de tarde ou de manhã. O problema era de noite.

Os que moravam por ali, davam uma volta enorme para chegar em casa, a fim de se livrarem de ver a caveira. Nem mesmo os guardas da polícia militar ousavam se aproximar dessa esquina do medo.
Certa noite, desafiando o seu próprio temor, um desses guardas caminhou nessa direção e, ao ver os meneios da caveira, correu espavorido sem parar até o portão do quartel.

Abad Alfau tinha então dezenove anos e era subtenente do batalhão que guarnecia a praça de São Domingos. Estava de serviço na noite em que o guarda correu de medo da caveira, e ficou muito contrariado. Na noite seguinte, soube que um outro guarda havia dado uma volta para fugir da bruxaria da esquina e ficou mais contrariado ainda.

— Ou acabo com essa palhaçada ou não me chamo Abad Alfau! – afirmou ele.

No dia seguinte, muniu-se de uma espada e esperou que anoitecesse. Mais ou menos às onze horas, dirigiu-se ao tal lugar que tantos temores provocava, levando uma espada na mão e acompanhado de dois soldados. Estavam a poucos metros da caveira, quando começaram os remelexos.

— Ponham a escada na esquina! – ordenou Abad, antes que o medo paralisasse os seus companheiros.

De espada na mão, começou a subir. A cada degrau que subia, os movimentos da caveira para frente e para os lados ficavam mais violentos. Quando o subtenente já estava bem próximo dela, a caveira se mexia tanto que parecia querer girar sobre si mesma e de dentro dela saíam uns guinchos agudos. O jovem oficial, no entanto, continuava imperturbável. Finalmente, tão próximo do nicho que poderia alcançá-lo com os dedos, apoiou com força os pés num degrau enquanto com a mão esquerda se agarrava ao degrau mais alto, jogou o corpo para trás e, levantando a espada, acertou-lhe duas pranchadas que a fizeram dar várias voltas.

E aí se desfez o mistério. Porque debaixo da caveira saiu um rato de mais ou menos um palmo de comprimento, que pulou do nicho para a rua e se perdeu na escuridão da noite, enquanto Abad Alfau, descendo, exclamava:

— Bicho desgraçado!


Abad Alfau e a Caveira

A  lenda urbana sobre o Hookman (Homem Gancho), é muito popular e antiga, tendo relatos desde o meio dos anos cinquenta, mas seu ápice foi com a publicação, em 8 de novembro de 1960, de uma carta afirmando ser um relato verdadeiro este acontecimento.

HookmanVerdade ou não, os relatos sempre falam de um casal que foi para uma estrada deserta namorar, quando a música do rádio foi interrompida por um boletim especial, informando que um maníaco havia fugido do hospício e estava pelas redondezas. A notícia mandava que todos ficassem em suas residências pois ele era extremamente perigoso e a descrição dada só aumentava o terror a seu respeito: tinha cerca de dois metros de altura, cabelos raspados e no lugar da mão direita, que fora decepada, havia um grande e afiado gancho.

Após ouvir isso tudo, a garota ficou histérica, começou a insistir com o namorado para irem embora, de início ele não aceitou, achou que era só uma desculpa para ela sair dali, mas depois de muita insistência, o rapaz arrancou furioso com o carro.
Quando chegaram à casa da garota, ele desceu e deu a volta para abrir a porta do carona, mas viu algo que fez seu sangue gelar, um gancho sujo de sangue pendurado na maçaneta.

Acredita-se que essa história tenha surgido como uma forma de assustar as pessoas, no sentindo de fazê-las acreditar que aqueles que cometem adultério, prostituição e / ou sexo fora do casamento seriam punidos por esses atos. Nas décadas de 50-60, os índices de prostituição eram altíssimos nos EUA, e essa história surgiu na tentativa de frear um pouco o aumento desse tipo de prática, através do medo.


Hookman

Diz a lenda que no final da década de 50, em uma pequena cidade havia um pequeno hospital que cuidava de crianças que tinham problemas nos ossos e com essas crianças trabalhava uma enfermeira que era muito estranha.

A Bruxa De Ferro  Um dia essa mesma enfermeira se apegou muito a uma das crianças que já não estava tão bem,ela estava ligada a alguns aparelhos e usava alguns aparelhos que sustentavam o peso de suas pernas e braços.

  Um dia a enfermeira não aguentando mais ver o estado em que a criança se encontrava decidiu que colocaria um fim em sua vida,assim matou a criança desligando os aparelhos e logo em seguida como forma de manter a criança sempre por perto colocou os extensores que a criança usava em seus braços e pernas em seu próprio corpo, não aguentando a crueldade que havia cometido se suicidou se jogando dentro do poço que havia nos fundos do hospital.

  Algum tempo depois o pequeno hospital foi encerrado e em seu lugar foi construído um orfanato, desde sua inauguração já havia relatos de estranhos acontecimentos, como sussurros e o barulho do que parecia ferro se arrastando pelo chão, mas nenhum adulto deu importância, imaginavam que eram apenas barulhos por causa da ala antiga do hospital encerrado.

  Depois de algum tempo resolveram fechar o orfanato, restando apenas umas poucas crianças para serem transferidas, foi nesse momento que coisas bizarras começaram a acontecer, toda noite crianças ouviam barulhos metálicos e viam o vulto de uma mulher horrível caminhar pelo corredor da ala em que estavam.

Um dia uma das crianças quebrou a perna e essa dava gritos terríveis dizendo que a bruxa de ferro que tinha feito aquilo, mas os adultos não acreditaram imaginando que a criança havia caído da escada, deram o caso por encerrado e não falaram mais no assunto.

  Uma noite uma das meninas entrou gritando no quarto acordando todas as crianças que saíram correndo pelos corredores do orfanato, algumas ficaram frente a frente com uma mulher horrível, toda deformada e com ferragens pelo corpo, ela aponta seu dedo imundo para as crianças dizendo que sugaria suas almas e depois as mataria, as crianças saíram gritando pelo corredor, até que encontraram com o zelador que não acreditava na criatura horrível que estava vendo.

  Todos enfim conseguiram sair de dentro do orfanato, mas se deram conta de que faltava uma criança, mas ninguém tinha coragem de entrar novamente para saber o que tinha acontecido.

Passaram a noite fora do prédio e na manhã seguinte foram procurar a garotinha que havia sumido e para desespero de todos ela foi encontrada morta e com todo seu corpo retorcido, mas ainda agarrada ao seu ursinho.

  Diz a lenda que desse dia em diante o fantasma dessa bruxa segue assombrando os orfanatos e quebrando os ossos das crianças para tentar colocar as ferragens em seus corpos.


A Bruxa De Ferro

Teke Teke é uma lenda urbana do Japão sobre uma menina que caiu sob um trem e foi cortado pela metade. Como ela ficou durante muito tempo nos trilhos agonizando em seu sofrimento, Teke-Teke, se tornou um espirito vingativo que perambula pelo o Japão.

Carregando uma foice em sua mão Teke-Teke quando anda faz um som muito característico, tanto que seu nome é dado em razão desse som.

Há no Japão uma história sobre um garoto que estava saindo de sua escola numa noite, quando ouviu um barulho atrás dele. Procurando pela origem do som, viu uma bela garota em uma janela. A menina tinha os braços apoiados sobre o parapeito da janela e estava apenas olhando para ele.

Teke TekeO garoto estranhou ver uma garota por ali, afinal era um colégio de meninos, e perguntou a menina, o que ela fazia por ali. Foi então que a garota o viu olhando para ela, a menina sorriu e abraçou-se, segurando seus cotovelos com as mãos.

Então, de repente, ela pulou da janela e caiu do lado de fora do solo.

O menino horrorizado, ficou chocado ao ver que a menina, não possuía a metade inferior de seu corpo. Ela então começou a ir em direção a ele, agarrando no chão, e batendo seus cotovelos teke-teke-teke-teke-teke era o som que ela fazia. O rapaz estava cheio de terror e repulsa. Ele tentou correr, mas estava congelado de medo. Em poucos segundos, ela estava sobre ele, e é nesse momento em que ela tira uma foice e o parte ao meio.

Até hoje esta lenda ainda causa muito pavor entre as crianças japonesas.
Teke Teke é uma lenda urbana do Japão sobre uma menina que caiu sob um trem e foi cortado pela metade. Como ela ficou durante muito tempo nos trilhos agonizando em seu sofrimento, Teke-Teke, se tornou um espirito vingativo que perambula pelo o Japão.

Carregando uma foice em sua mão Teke-Teke quando anda faz um som muito característico, tanto que seu nome é dado em razão desse som.

Há no Japão uma história sobre um garoto que estava saindo de sua escola numa noite, quando ouviu um barulho atrás dele. Procurando pela origem do som, viu uma bela garota em uma janela. A menina tinha os braços apoiados sobre o parapeito da janela e estava apenas olhando para ele.

O garoto estranhou ver uma garota por ali, afinal era um colégio de meninos, e perguntou a menina, o que ela fazia por ali. Foi então que a garota o viu olhando para ela, a menina sorriu e abraçou-se, segurando seus cotovelos com as mãos.

Então, de repente, ela pulou da janela e caiu do lado de fora do solo.

O menino horrorizado, ficou chocado ao ver que a menina, não possuía a metade inferior de seu corpo. Ela então começou a ir em direção a ele, agarrando no chão, e batendo seus cotovelos teke-teke-teke-teke-teke era o som que ela fazia. O rapaz estava cheio de terror e repulsa. Ele tentou correr, mas estava congelado de medo. Em poucos segundos, ela estava sobre ele, e é nesse momento em que ela tira uma foice e o parte ao meio.

Até hoje esta lenda ainda causa muito pavor entre as crianças japonesas.

Teke Teke

“O Inferno de Tomino” - "Tomino's Hell" é um poema escrito por Yoomta Inuhiko e se
encontra em um livro chamado “The Heart Is Like A Rolling Stone” Rolling Stone”.
Ele conta a história de Tomino, que morre e vai diretamente para o inferno.
Porém, ele é um poema maldito que mata, sem dó nem piedade, todas as pessoas que o leem em voz alta. Se você tiver muita sorte, você pode não morrer, mas, com certeza, muitas coisas ruins vão acontecer na sua vida.
O Inferno de TominoUm radialista que leu o poema em seu programa de rádio e no meio da narração ele começou a se sentir mal, não conseguia respirar,parou de ler o poema e foi ficando cada vez mais sem ar, caiu e sofreu um corte com a queda, foi levado ao hospital onde precisou receber 7 pontos, porém o locutor se nega a acreditar que tenha sido consequência de ter lido o poema em voz alta
Leia o Poema a seguir - Não leia em voz alta

Tomino's Hell
A velha irmã vomita sangue, a jovem irmã cospe fogo. Doce Tomino cospe joias preciosas. Tomino morreu sozinha e caiu no inferno. Inferno, escuridão, sem flores. É a irmã mais velha de Tomino que a açoita? O número de vergões vermelhos é preocupante. Açoitando e batendo e espancando, O caminho para o inferno eterno é a única via. Implore por orientação na escuridão do inferno. Da ovelha dourada, ao rouxinol.Quanto falta na bolsa de couro, Prepare para a jornada infindável no inferno. Primavera vem e nos bosques e vales, Sete voltas no vale sombrio do inferno. Há um rouxinol na gaiola, no carrinho uma ovelha, Nos olhos da doce Tomino há lagrimas. Choro, rouxinol, para os bosques e a chuva expressando seu amor por sua irmã. O eco do seu choro uiva pelo inferno, E uma flor vermelho-sangue desabrocha. Pelas sete montanhas e vales do inferno, Doce Tomino viaja sozinha. Para receber você no inferno, As estacas brilhantes da montanha espinhada Fresco espeto perfura na carne, Como um sinal para a doce Tomino.


O Inferno de Tomino

 Dentre todas as historias do Japão, uma das mais sinistras e misteriosas é a historia do cabeça de vaca. Não se sabe se esta criatura é um yokai (demônio) ou um bakemono (fantasma/monstro).

Cabeça De VacaAcredita-se que sua origem foi por volta do século XVII, porém, o conteúdo dela se perdeu no tempo. Por ser considerada uma historia perigosa, livros foram queimados e cópias foram destruídas. O que restou de evidência sobre a história do cabeça de vaca foi o  seguinte relato:

De acordo com o rumor, um professor estava levando sua classe para um passeio escolar. Ele tinha o hábito de entreter os alunos durante o passeio com histórias de fantasmas. Os estudantes, que tendem a ficarem indisciplináveis em longas viagens, notavelmente tornavam-se quietos enquanto ouviam os contos de terror do professor. Muitos deles pareciam realmente assustados. Depois de algum tempo, o professor anunciou que iria contar para eles um conto proibido chamado “cabeça de vaca”. Antes que ele pudesse terminar a primeira frase da história, no entanto, as crianças começaram a entrar em pânico. Imploraram para ele parar. “Não diga a nós!” Uma criança ficou pálida e tapou os ouvidos, e os outros começaram a gritar. Mas o professor se recusou a parar.

Dizem que os olhos deles ficaram brancos e ele prosseguiu  com a história como se uma força invisível tivesse controlando sua mente. Quase uma hora depois, o professor recuperou seus sentidos e descobriu que ônibus tinha caído numa vala. Todos os estudantes haviam desmaiado e estavam com a boca espumando. O motorista do ônibus estava caído sobre o volante, suado e tremendo. Não está claro o que aconteceu a seguir, exceto que o professor nunca mais contou a historia novamente.

Outro ponto de evidência seria um comentário de uma velha senhora que atende pelo nome de “Kimiko”:

“Se tem alguma coisa que não deve ser mencionada, essa coisa seria o cabeça de vaca… uma face maligna“

Cabeça De Vaca